Edição 1 646 -26/4/2000

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Colunas
Luiz Felipe de Alencastro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
Veja recomenda
Os mais vendidos

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


 

 

"Exageros à parte, vamos comer e beber de tudo o que nos dê prazer, pois não sabemos qual será a próxima moda."
Silvio Gomes
silviogomes@riocasca.com.br

 

Dietas

A dieta do doutor Atkins é uma verdadeira covardia: faz emagrecer rapidamente, comendo bem e bastante. Nem parece dieta! Graças a ela, em um mês, eu, meu marido e meu filho perdemos juntos 23 quilos. Seu efeito é rápido e surpreendente, desde que seguida corretamente e aliada a exercícios físicos. Não passamos fome, não ficamos com cara de defunto nem tivemos de fazer sacrifícios, comendo minguadas rações, mais apropriadas para passarinho ("Guerra das dietas", 19 de abril).
Maria Waldete de Oliveira Cestari
Jaú, SP

Os Estados Unidos produzem o que há de melhor na medicina, mas também são o maior celeiro de aberrações na área da obesidade. Sabe-se que, comparadas aos carboidratos, as gorduras produzem mais que o dobro de calorias por unidade de peso, além de exigir menos energia para ser metabolizadas pelo organismo. Considerando ainda os malefícios causados pelo excesso de gorduras, especialmente nas artérias, vejo com desânimo e preocupação o retorno de teorias como a do doutor Atkins.
Doutor Marcello D. Bronstein
São Paulo, SP

Tenho seguido uma dieta de baixo teor de carboidratos por mais de um ano. Nesse período, não só emagreci 25 quilos como meu "perfil de gorduras" no sangue (colesterol, triglicérides etc.) melhorou bastante. Isso para não falar que estou mais bem-humorado, durmo melhor, preciso de menos horas de sono e minha pressão sanguínea baixou ao normal. Sim, comendo ovos, queijo, manteiga e carnes à vontade.
Mauro Sant'Anna
São Paulo, SP

Metade do mundo passa fome enquanto a outra metade faz dieta.
Isaac Soares de Lima
Maceió, AL

 

Thomas Skidmore

Gostei muito da entrevista com Thomas Skidmore. Além de realista, mostra como o Brasil deve concentrar-se nos próprios valores culturais e em seus profissionais. O mais incrível é que essa percepção venha de alguém que observa tudo de fora (Amarelas, 19 de abril).
Oswaldo Bak

platanus@uol.com.br

O senhor Thomas Skidmore, citando Calvino, afirma que os evangélicos (segundo ele, protestantes) "nunca sabem se serão salvos". Como batista evangélica, estudando a Bíblia sagrada há mais de cinqüenta anos, afirmo: todo evangélico que aceita Cristo como seu salvador está convicto de sua salvação.
Iwanda Léa Belletti Fagundes
Curitiba, PR

 

Claudio de Moura Castro

Concordo plenamente com o Ponto de vista do economista Claudio de Moura Castro (19 de abril). Além de tudo o que ele disse, existe o celular ao volante. As pessoas falam ao celular enquanto estão dirigindo como se não estivessem fazendo algo errado. Como se ninguém tivesse nada a ver com isso. Se o motorista dirige sem o cinto de segurança, realmente não temos nada a ver com isso, mas falar ao celular enquanto dirige tem a ver com a segurança de todos.
Paulo Roberto Maia
Brasília, DF

Tinha a impressão de que só eu achava que os portadores de aparelhos celulares estavam perdendo a educação. Quando li o artigo sobre a etiqueta ao celular, percebi que é hora de lembrar a todos algumas regras básicas da boa convivência. O celular é um ótimo meio de comunicação, mas muitas vezes o receptor de uma chamada se "esquece" da pessoa com quem estava conversando ao vivo.
Carlos Hernandes
cchernandes@uol.com.br

 

Ensaio

Novamente brilhante o texto de Roberto Pompeu de Toledo. A "banalidade do mal" realmente está presente na maioria das pessoas. Canso de ouvir que meu idealismo vai mudar, pois, segundo me dizem, "eu", mais cedo ou mais tarde, terei de cair no esquema "deles". É o famoso rouba, mas faz. Realmente o Brasil precisa mudar. Corrupção não é normal: é crime!
Adriana Maria de Fávari Viel
Vinhedo, SP

 

Austrália

Muito interessante a reportagem "Sexo olímpico" (19 de abril). Não poderia imaginar que a prostituição em alguns países, provavelmente mais desenvolvidos que o meu, fosse tratada de maneira tão aberta e liberal. Chamou muito minha atenção o "mercado do sexo" em Sydney, onde as casas noturnas constam no catálogo. É um dos mercados de trabalho que mais se estão desenvolvendo e as prostitutas recebem orientação em vídeo sobre como evitar doenças etc. Isso se chama desenvolvimento. O que adianta não legalizar? O Brasil está aí, à beira dos 500 anos, e já é hora de começarmos a nos preocupar mais com as conseqüências e não com os fatos em si.
Mariana
Mendes Guimarães
Belo Horizonte, MG

 

Reynaldo de Barros

Gostaria de reiterar as informações prestadas a VEJA pela TAM e Líder, que dão conta de que não sou proprietário do avião e do helicóptero citados pela reportagem. Ademais, gostaria de sugerir que a revista entrasse em contato com a Aeronáutica para verificar a quem pertencem os referidos aparelhos. Quanto ao alegado superfaturamento das obras da Avenida Água Espraiada e do Túnel Ayrton Senna, estou pronto para uma nova investigação do Ministério Público. Na anterior, o processo foi arquivado em razão de os laudos periciais terem indicado a improcedência dos fatos. Meu patrimônio está detalhado em minhas declarações de rendimentos, que estão publicadas nas páginas do Diário Oficial do Município. Agradeço, inclusive, o registro de VEJA, que informa que sou originário de uma família de posses, cujas fazendas estão em seu nome "há mais de 100 anos". O resto são ilações, e tenho a certeza de que os editores e leitores dessa prestigiosa publicação saberão separar os fatos das suposições ("O vôo de Reynaldão", 19 de abril).
Reynaldo de Barros
São Paulo, SP

 

Radar

Sobre a nota intitulada "Bom negócio" (22 de março), esclareço que não estou negociando – tampouco ninguém em meu nome ou em nome da empresa IVI, da qual detenho 33% do capital – absolutamente nada com o BNDES, muito menos uma "fantástica solução" para as pendências remanescentes da empresa em relação ao banco. Em segundo lugar, o valor de tais pendências não "roça" os 90 milhões de dólares mencionados na nota. Em verdade, aproxima-se de 90 milhões de reais.
Nelson S. Tanure
Rio de Janeiro, RJ

 

Vida Digital

Estou começando a usar a internet e a edição especial Vida Digital foi superimportante, pois nela consegui informações indispensáveis sobre emprego e os sites mais bem elaborados da rede. Vocês estão de parabéns!
Renata
renata.rsp@uol.com.br

 

Nota: Por uma falha técnica, o especial A Aventura do Descobrimento, que circula nesta semana junto com a edição normal de VEJA, saiu sem os créditos das fotos. Os créditos são: AKG: páginas 37, 39, 42, 64 (à esquerda) e 74 (à direita); Archive Photos: páginas 30 e 83 (abaixo); Archive Photos/Popperphoto: página 25 (fundo); Art Resource/Erich Lessing: páginas 75 (à esquerda) e 81 (acima); Art Resource/Giraudon: páginas 25 (meio), 48, 49 e 79; Art Resource/The Pierpoint Morgan Library: páginas 28 e 35; Art Resource/Scala: páginas 17 e 25 (acima), 66 e 67 (acima), 68, 69, 74 (acima), 84 e 85; Artephot/Nimatallah: página 82 (acima); Artephot/Oronoz: páginas 51 e 72; The Bridgeman Art Library: páginas 26, 27, 43, 46, 54 e 86; Christie's Images: páginas 55 e 81 (meio); Collection Viollet: página 52; Corbis/Bettmann: página 71; Cortesia James Ford Bell Library, Univ. Minnesota: página 45; Gamma: páginas 60 e 74 (à esquerda); Giraudon: páginas 62, 63, 64 (à direita), 75 (à direita), 76, 78; Scala: páginas 6, 67, 70, 80; Sérgio Zalis/ZNZ: página 36; Superstock/Culver Pictures: páginas 81 (abaixo), 82 (abaixo); Superstock/MET: página 56; Superstock/Newberry Library of Chicago: página 50; Superstock/Stock montage: página 57.

 

CORREÇÃO: O ensaio fotográfico de Claudio Edinger com as atletas brasileiras para a reportagem "Elas venceram" (19 de abril) foi realizado nas instalações do Sesc Pompéia, em São Paulo.

 

 

Direto de

O Fórum de Debates de VEJA on-line perguntou aos leitores como eles avaliam nosso país. O que os brasileiros podem esperar do futuro? Veja algumas opiniões:

As queixas sobre o lamentável estado do país sempre se referem a "eles", outros, os que fizeram do Brasil o campeão da injustiça social. Mas o Brasil não são "eles", o Brasil é toda sua população, somos "nós". Também eu sou responsável por tudo isso que me enoja e amedronta.
Celina Romeu
contenidos@barsa.com.br
Rio de Janeiro, RJ

 

Toda vez que vejo na televisão "Participe da festa dos 500 anos do Brasil" fico pensando: de qual festa? Talvez a festa de ver políticos corruptos impunes, ou de ver o povo passando fome, e mesmo assim se deixando alienar. O país é o reflexo de quem votamos.
Deborah Regina Leal Neves
deca1@ig.com.br
São Paulo, SP

Sim, este gigante tem solução. Não adianta ficarmos sentados esperando que o Estado resolva todos os problemas. A iniciativa tem de partir de nós.
José Olivá Apolinário Segundo
sward@uol.com.br
Recife, PE

O Brasil é um grande país, tem todas as chances para ser um dos melhores do mundo. Precisamos investir pesado na educação, precisamos dividir melhor a renda. Somos um país muito injusto!
Marco Antonio
marco@fepesmig.br
Varginha, MG