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"Exageros à parte, vamos comer
e beber de tudo o que nos dê prazer, pois não
sabemos qual será a próxima moda."
Silvio Gomes
silviogomes@riocasca.com.br
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Dietas
A dieta do doutor Atkins é uma verdadeira covardia:
faz emagrecer rapidamente, comendo bem e bastante. Nem parece
dieta! Graças a ela, em um mês, eu, meu marido
e meu filho perdemos juntos 23 quilos. Seu efeito é
rápido e surpreendente, desde que seguida corretamente
e aliada a exercícios físicos. Não
passamos fome, não ficamos com cara de defunto nem
tivemos de fazer sacrifícios, comendo minguadas rações,
mais apropriadas para passarinho ("Guerra das dietas", 19
de abril).
Maria Waldete de Oliveira Cestari
Jaú, SP
Os Estados Unidos produzem o que há de melhor na
medicina, mas também são o maior celeiro de
aberrações na área da obesidade. Sabe-se
que, comparadas aos carboidratos, as gorduras produzem mais
que o dobro de calorias por unidade de peso, além
de exigir menos energia para ser metabolizadas pelo organismo.
Considerando ainda os malefícios causados pelo excesso
de gorduras, especialmente nas artérias, vejo com
desânimo e preocupação o retorno de
teorias como a do doutor Atkins.
Doutor Marcello D. Bronstein
São Paulo, SP
Tenho seguido uma dieta de baixo teor de carboidratos
por mais de um ano. Nesse período, não só
emagreci 25 quilos como meu "perfil de gorduras" no sangue
(colesterol, triglicérides etc.) melhorou bastante.
Isso para não falar que estou mais bem-humorado,
durmo melhor, preciso de menos horas de sono e minha pressão
sanguínea baixou ao normal. Sim, comendo ovos, queijo,
manteiga e carnes à vontade.
Mauro Sant'Anna
São Paulo, SP
Metade do mundo passa fome enquanto a outra metade faz
dieta.
Isaac Soares de Lima
Maceió, AL
Thomas Skidmore
Gostei muito da entrevista com Thomas Skidmore. Além
de realista, mostra como o Brasil deve concentrar-se nos
próprios valores culturais e em seus profissionais.
O mais incrível é que essa percepção
venha de alguém que observa tudo de fora (Amarelas,
19 de abril).
Oswaldo Bak
platanus@uol.com.br
O senhor Thomas Skidmore, citando Calvino, afirma que os
evangélicos (segundo ele, protestantes) "nunca sabem
se serão salvos". Como batista evangélica,
estudando a Bíblia sagrada há mais
de cinqüenta anos, afirmo: todo evangélico que
aceita Cristo como seu salvador está convicto de
sua salvação.
Iwanda Léa Belletti Fagundes
Curitiba, PR
Claudio de Moura Castro
Concordo plenamente com o Ponto de vista do economista
Claudio de Moura Castro (19 de abril). Além de tudo
o que ele disse, existe o celular ao volante. As pessoas
falam ao celular enquanto estão dirigindo como se
não estivessem fazendo algo errado. Como se ninguém
tivesse nada a ver com isso. Se o motorista dirige sem o
cinto de segurança, realmente não temos nada
a ver com isso, mas falar ao celular enquanto dirige tem
a ver com a segurança de todos.
Paulo Roberto Maia
Brasília, DF
Tinha a impressão de que só eu achava que
os portadores de aparelhos celulares estavam perdendo a
educação. Quando li o artigo sobre a etiqueta
ao celular, percebi que é hora de lembrar a todos
algumas regras básicas da boa convivência.
O celular é um ótimo meio de comunicação,
mas muitas vezes o receptor de uma chamada se "esquece"
da pessoa com quem estava conversando ao vivo.
Carlos Hernandes
cchernandes@uol.com.br
Ensaio
Novamente brilhante o texto de Roberto Pompeu de Toledo.
A "banalidade do mal" realmente está presente na
maioria das pessoas. Canso de ouvir que meu idealismo vai
mudar, pois, segundo me dizem, "eu", mais cedo ou mais tarde,
terei de cair no esquema "deles". É o famoso rouba,
mas faz. Realmente o Brasil precisa mudar. Corrupção
não é normal: é crime!
Adriana Maria de Fávari Viel
Vinhedo, SP
Austrália
Muito interessante a reportagem "Sexo olímpico"
(19 de abril). Não poderia imaginar que a prostituição
em alguns países, provavelmente mais desenvolvidos
que o meu, fosse tratada de maneira tão aberta e
liberal. Chamou muito minha atenção o "mercado
do sexo" em Sydney, onde as casas noturnas constam no catálogo.
É um dos mercados de trabalho que mais se estão
desenvolvendo e as prostitutas recebem orientação
em vídeo sobre como evitar doenças etc. Isso
se chama desenvolvimento. O que adianta não legalizar?
O Brasil está aí, à beira dos 500 anos,
e já é hora de começarmos a nos preocupar
mais com as conseqüências e não com os
fatos em si.
Mariana Mendes
Guimarães
Belo Horizonte, MG
Reynaldo de Barros
Gostaria de reiterar as informações prestadas
a VEJA pela TAM e Líder, que dão conta de
que não sou proprietário do avião e
do helicóptero citados pela reportagem. Ademais,
gostaria de sugerir que a revista entrasse em contato com
a Aeronáutica para verificar a quem pertencem os
referidos aparelhos. Quanto ao alegado superfaturamento
das obras da Avenida Água Espraiada e do Túnel
Ayrton Senna, estou pronto para uma nova investigação
do Ministério Público. Na anterior, o processo
foi arquivado em razão de os laudos periciais terem
indicado a improcedência dos fatos. Meu patrimônio
está detalhado em minhas declarações
de rendimentos, que estão publicadas nas páginas
do Diário Oficial do Município. Agradeço,
inclusive, o registro de VEJA, que informa que sou originário
de uma família de posses, cujas fazendas estão
em seu nome "há mais de 100 anos". O resto são
ilações, e tenho a certeza de que os editores
e leitores dessa prestigiosa publicação saberão
separar os fatos das suposições ("O vôo
de Reynaldão", 19 de abril).
Reynaldo de Barros
São Paulo, SP
Radar
Sobre a nota intitulada "Bom negócio" (22 de março),
esclareço que não estou negociando tampouco
ninguém em meu nome ou em nome da empresa IVI, da
qual detenho 33% do capital absolutamente nada com o
BNDES, muito menos uma "fantástica solução"
para as pendências remanescentes da empresa em relação
ao banco. Em segundo lugar, o valor de tais pendências
não "roça" os 90 milhões de dólares
mencionados na nota. Em verdade, aproxima-se de 90 milhões
de reais.
Nelson S. Tanure
Rio de Janeiro, RJ
Vida Digital
Estou começando a usar a internet e a edição
especial Vida Digital foi superimportante, pois nela
consegui informações indispensáveis
sobre emprego e os sites mais bem elaborados da rede. Vocês
estão de parabéns!
Renata
renata.rsp@uol.com.br
Nota: Por
uma falha técnica, o especial A Aventura do Descobrimento,
que circula nesta semana junto com a edição
normal de VEJA, saiu sem os créditos das fotos.
Os créditos são: AKG: páginas 37, 39,
42, 64 (à esquerda) e 74 (à direita);
Archive Photos: páginas 30 e 83 (abaixo);
Archive Photos/Popperphoto: página 25 (fundo);
Art Resource/Erich Lessing: páginas 75 (à
esquerda) e 81 (acima); Art Resource/Giraudon:
páginas 25 (meio), 48, 49 e 79; Art Resource/The
Pierpoint Morgan Library: páginas 28 e 35; Art Resource/Scala:
páginas 17 e 25 (acima), 66 e 67 (acima),
68, 69, 74 (acima), 84 e 85; Artephot/Nimatallah:
página 82 (acima); Artephot/Oronoz: páginas
51 e 72; The Bridgeman Art Library: páginas 26, 27,
43, 46, 54 e 86; Christie's Images: páginas 55 e
81 (meio); Collection Viollet: página 52;
Corbis/Bettmann: página 71; Cortesia James Ford Bell
Library, Univ. Minnesota: página 45; Gamma: páginas
60 e 74 (à esquerda); Giraudon: páginas
62, 63, 64 (à direita), 75 (à direita),
76, 78; Scala: páginas 6, 67, 70, 80; Sérgio
Zalis/ZNZ: página 36; Superstock/Culver Pictures:
páginas 81 (abaixo), 82 (abaixo); Superstock/MET:
página 56; Superstock/Newberry Library of Chicago:
página 50; Superstock/Stock montage: página
57.
CORREÇÃO: O
ensaio fotográfico de Claudio Edinger com as atletas
brasileiras para a reportagem "Elas venceram" (19 de abril)
foi realizado nas instalações do Sesc Pompéia,
em São Paulo.

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Direto
de
O Fórum de Debates de VEJA on-line perguntou
aos leitores como eles avaliam nosso país.
O que os brasileiros podem esperar do futuro? Veja
algumas opiniões:
As
queixas sobre o lamentável estado do país
sempre se referem a "eles", outros, os que fizeram
do Brasil o campeão da injustiça social.
Mas o Brasil não são "eles", o Brasil
é toda sua população, somos
"nós". Também eu sou responsável
por tudo isso que me enoja e amedronta.
Celina Romeu
contenidos@barsa.com.br
Rio de Janeiro, RJ
Toda vez que vejo na televisão "Participe
da festa dos 500 anos do Brasil" fico pensando:
de qual festa? Talvez a festa de ver políticos
corruptos impunes, ou de ver o povo passando fome,
e mesmo assim se deixando alienar. O país
é o reflexo de quem votamos.
Deborah Regina Leal Neves
deca1@ig.com.br
São Paulo, SP
Sim, este gigante tem solução. Não
adianta ficarmos sentados esperando que o Estado
resolva todos os problemas. A iniciativa tem de
partir de nós.
José Olivá Apolinário
Segundo
sward@uol.com.br
Recife, PE
O Brasil é um grande país, tem todas
as chances para ser um dos melhores do mundo. Precisamos
investir pesado na educação, precisamos
dividir melhor a renda. Somos um país muito
injusto!
Marco Antonio
marco@fepesmig.br
Varginha, MG
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