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Evite
aconselhar o filho sobre o momento ideal de ter a
primeira relação. Essa é uma
decisão que cabe a ele.
Respeite a
vontade do filho se ele não quiser falar sobre
sexo. Pode ser apenas um sinal de que está
ficando adulto e quer preservar sua intimidade.
Esteja disponível
para conversar ou levar a filha ao ginecologista.
Mas cuidado para não impor valores e preconceitos
e, sobretudo, não tente ser "amigo". Pai é
pai.
Não
faça troça do namoro da moçada.
Filhos detestam piadas sobre algo que para eles é
sério.
Educação
sexual não é colocar preservativo na
gaveta do filho. A questão deve ser tratada
com naturalidade desde a infância. A conversa
séria, feita de supetão na adolescência,
assusta.
Antes de conversar
sobre sexo com o filho ou filha, avalie suas próprias
dúvidas. Não hesite em procurar profissionais
especializados caso não se julgue capaz de
resolver os próprios problemas.
Só assuma
posições modernas e liberais se realmente
acreditar nelas.
Não
tente viver a vida dos filhos. Entenda que eles caminham
para a independência e que os pais devem ajudá-los.
Isso inclui as escolhas sexuais.
Evite falar
de experiências pessoais, de como foi sua iniciação
sexual, suas frustrações e seus problemas.
A forma como o sexo era visto no passado é
radicalmente diferente de como é encarado hoje.
Não
se apegue a mitos, como a concepção
de que adolescentes são movidos a sexo e naturalmente
promíscuos ou que os garotos são sempre
mal-intencionados e as meninas, vulneráveis.
As pesquisas mostram que não é bem assim.
Fontes: Eugenio
Chipkevitch, Albertina Takiuti/ IPA, Carmita Abdo/
ProSex, Tania Zagury/ UFRJ
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