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Lazer
Jogue o anzol
Artigos
para pesca estão melhores e mais baratos
Quem só gosta de
ver peixe congelado, cortado em filés e exposto na
gôndola do supermercado talvez não se interesse por
esta reportagem. Mas quem tem alguma simpatia pela pesca
praticada com maior ou menor assiduidade por quase
10 milhões de pessoas no Brasil vai gostar de
saber que os equipamentos desse esporte estão cada vez
mais sofisticados e baratos. Os pescadores normalmente
sabem onde pretendem jogar o anzol (no mar, em um rio
próximo de sua cidade ou em pesqueiros conhecidos, como
o Pantanal e a região amazônica), mas algumas vezes
desconhecem o equipamento mais indicado para a atividade.
Nem todo material de pesca é igual. "É fundamental
usar o equipamento certo para cada situação", diz
o empresário Jacks Rabinovich, presidente do Conselho de
Administração do grupo Vicunha, que tem na estante de
seu escritório mais de trinta troféus de pesca em
alto-mar. Rabinovich pesca duas vezes por mês no mar e
pelo menos uma vez por ano viaja para o Pantanal na
companhia de amigos.
200
reais Neste ano, pela primeira vez, os
modelos lançados no exterior chegaram simultaneamente ao
Brasil. Há muitas novidades. Elas incluem molinetes que
possibilitam o lançamento do anzol a uma distância duas
vezes maior que o máximo alcançado por um equipamento
comum. As varas mais modernas, feitas de uma liga
especial de carbono, não têm argolas por onde passar a
linha. O fio de náilon (que agora tem mais elasticidade)
corre por dentro da vara, o que impede que se enrosque,
como acontece com freqüência nas varas comuns. Os
preços estão, em média, 30% menores que no ano
passado. Conforme Jan-Arthur de Sulocki, dono da
Universidade da Pesca, com 200 reais, no máximo, é
possível comprar uma boa vara, com molinete, linha,
anzóis e iscas artificiais. Ou seja, o equipamento
básico de um pescador de fim de semana.
Mais
informações: para conhecer as diferenças
entre os diversos equipamentos de pesca e espécies de
peixe visite na Internet as páginas da Universidade da
Pesca (www.antares.com.br/~upesca) e do The Fishing World (www.fishingworld.com.br).
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Para
usar
Tecnologia em
excesso
Um levantamento feito por uma
grande loja de artigos eletrônicos de São Paulo
constatou que as pessoas decidem que aparelho
celular comprar influenciadas também pelo
número de funções oferecidas. Os modelos mais
caros chegam a ter setenta funções diferentes
(como agenda e jogos eletrônicos). Acontece que,
em geral, são usadas até sete, no máximo. A
maioria das funções é muito útil, mas é
difícil memorizar todas. É uma informação
importante na hora de comprar seu aparelho ou de
substituir o mais antigo.
Música eletrônica
Quem sempre quis ser compositor e
nunca se deu bem com as notas e as claves pode
ter uma oportunidade de mostrar seu talento. A
MSD Multimídia está lançando uma versão, em
português, de CD-ROM que ajuda a compor música
no computador. Até aqui, os programas desse
gênero disponíveis no Brasil eram destinados
apenas a profissionais e custavam caro. Essa é a
primeira leva de softwares domésticos para essa
finalidade e permite criações nos ritmos dance,
hip hop e rave. Cada CD custará cerca de 60
reais.
Manual de
investimentos
As pessoas que não conseguem organizar as contas
ou não sabem onde aplicar o dinheiro que sobra
no fim do mês podem encontrar ajuda na Internet.
A Comissão de Valores Mobiliários, que
regulamenta o mercado de capitais, criou uma
cartilha sobre finanças pessoais. Ela ensina a
planejar as despesas e mostra os cuidados que o
investidor comum deve ter ao escolher uma
aplicação. Pode ser encontrada no site www.cvm.gov.br ou encomendada gratuitamente
pelo telefone 0800-241616.
Fotos:
Frederico Ferrite/Marcelo Zocchio
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