|
|
Gente Sem
roupa, mas bem concentradas
ers
 | AP
 | | Felicity:
sem as asas, na final do nado borboleta |
ers  | Reuters
 |
| Lauren: cabeleira ao vento na quadra de basquete
| Desinibidas como
poucas, seis atletas australianas não decepcionaram seus fãs: em
junho, às vésperas das Olimpíadas, posaram sem roupa para
a revista Black + White.
Aí, voltaram, seriíssimas, para os treinos, e têm se saído
muito bem. A nadadora Petria Thomas, 29 anos, magnífica em preto-e-branco
no ensaio fotográfico, já decorou a carinha gorducha (sim, ela tem
bochechas infladas) com três coroas de louros, e o pescoço com duas
medalhas de ouro e uma de prata. Sua colega Felicity Galvez, 19 anos, sem
as asas da pose olímpica ficou com o quinto lugar nos 200 metros borboleta.
No basquete, esfalfa-se Lauren Jackson, 23 anos, que, sacudindo a vasta
e loira cabeleira, chegou com seu time ao fim da semana sem perder uma. Também
seguia vitorioso o vôlei de praia de Nicole Sanderson, 28 anos, que,
com a parceira Natalie Cook (a Nic e a Nat), alcançou as quartas-de-final.
Fica, assim, o recado para técnicos ranzinzas: uma pausa para tirar a roupa
não afeta a performance de ninguém.
ers  | Reuters
 |
| Petria: no pódio, bochechas e medalhas
em evidência |
ers  | Reuters
 |
| Nicole: a Nic, da dupla com Nat, pontua na areia
| Muito cuidado ao sair da piscina
AP  |
| Phelps e sua bermuda: cintura mais baixa que a das calças
Gang | Sabe calça da Gang,
a mais baixa e mais justa do planeta? Pois perde para a bermuda-uniforme do campeoníssimo
nadador americano Michael Phelps, tão rasinha, mas tão rasinha,
que permite divisar os anéis olímpicos que tatuou no lado direito,
lá embaixo. O modelo é uma tentativa da fabricante, Speedo, de adaptar
a chamada moda praia aos uniformes de competição. A Speedo, por
sinal, economizou o 1 milhão de dólares que daria a Phelps caso
igualasse o recorde de sete medalhas de ouro estabelecido por Mark Spitz em 1972
dois bronzes acabaram com o sonho. "Mas ganhar medalha é sempre
bom", suspirou o nadador, conformado.
Celebridade
na terra de Onassis Pergunte
a qualquer grego quem é Álvaro Affonso de Miranda Neto e
ouvirá: é o namorado brasileiro de Athina Onassis, a única
herdeira do multimilionário armador. Ao lado de Rivaldo, recém-contratado
pelo Olympiakos, Doda é o brasileiro mais famoso do país. O cavaleiro,
que compete nesta semana nas provas olímpicas de hipismo, diz que se sente
"quase em casa" na Grécia, terra que sua cara-metade não tem em
alta conta. "Em geral, os gregos são muito respeitosos. Mas às vezes
me param na rua", conta Doda, que jura que Athina está na Bélgica
e talvez nem vá vê-lo competir.
Famosos em dia de tiete
Ricardo Correa  |
| Priscila: um pouco de trabalho, muita torcida |
Em Atenas a trabalho (estréia
em outubro um programa de turismo no canal pago GNT), a atriz Priscila Fantin
está torcendo até se acabar. Ginasta frustrada "Comecei
tarde, aos 9 anos, e nunca fiz parte da equipe do clube" , vibrou com o
desempenho de Daniele Hypólito e Camila Comin. Também ficou rouca
de tanto gritar no eletrizante Brasil X Itália, do vôlei masculino.
Da tribuna reservada aos atletas, o nadador Gustavo Borges e os tenistas
Gustavo Kuerten e Flávio Saretta, todos eliminados, foram
apoiar Thiago Pereira na final dos 200 metros medley (ficou em quinto). Borges
também está de olho no velejador Torben Grael. "Vou torcer para
ele me ultrapassar no número de medalhas", diz o agora aposentado nadador,
que, como Grael, tem quatro.
Jonne Roriz/AE  |
| Kuerten, Saretta e Borges, com a nadadora Rebeca Gusmão:
atletas na platéia | Torcida
dançante ao som de Egüinha Pocotó
Jamie Squire/Getty Image  |
| As cheerleaders em ação: cada país
com sua própria música | Novidade
na Olimpíada: o vôlei de praia agora tem torcida coreografada. Quem
mexe e remexe na areia são doze espanholas de 19 a 25 anos, todas das Ilhas
Canárias, contratadas por uma empresa de eventos para animar partidas no
circuito do esporte na Europa. Em Atenas, adaptam as coreografias à música
de cada país daí os acordes dos Tribalistas, de Ivete Sangalo
e até da infame Egüinha Pocotó nos alto-falantes quando
o Brasil se apresenta. "Estou orgulhosa. Somos as primeiras cheerleaders
olímpicas", festeja Dácil Rodriguez. Editado
por Lizia Bydlowski. Colaborou André Fontenelle, de Atenas |