BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 2018

25 de julho de 2007
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Millôr
Claudio de Moura Castro
André Petry
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
Publicidade
 

Guia
Brasileiros, mas
pouco conhecidos

Especialista em culinária regional brasileira, a chef Ana Trajano indica três dos temperos nacionais que ela mais usa na cozinha de seu restaurante. Um aviso: difíceis de achar, eles devem ser encomendados a um feirante de confiança ou num empório, mas "o esforço compensa", diz a chef.

VINAGREIRA

O que é: folha escura e suculenta típica do Maranhão, de sabor levemente azedo
Comentário da chef: picada, compõe o vinagrete e, ao lado de azeite, sal e pimenta, cai bem ainda em molhos para peixes e saladas

ALFAVACA

O que é: parecida com o manjericão, é cultivada em todas as regiões do país
Comentário da chef: substitui o tradicional cheiro-verde (mistura de salsinha e cebolinha), conferindo às receitas mais sabor

PIMENTA-DE-CHEIRO

O que é: picante ao extremo, é típica da Amazônia e do Nordeste do país. Varia de cor e tamanho de acordo com a procedência
Comentário da chef: mesclada a vinagre e água, vai bem com carnes e aves. Adoradores de pimenta devem experimentar adicioná-la ao azeite, para potencializar seus efeitos

 

Temperos na mala

André Valentim/Strana


A chef carioca Samantha Aquim indica três dos temperos que costuma comprar em viagens ao exterior. A razão: dão graça a receitas básicas – e não há nada similar à venda no país.

FAVAS FRESCAS DE BAUNILHA

Origem: ilhas do Oceano Índico
Como usar: dão toque adocicado a uma variedade de pratos de peixes e crustáceos e, em cozinhas profissionais, entram em mais de 80% das receitas doces
Por que vale a pena trazer de viagem: não existe a versão fresca à venda no Brasil, só a seca, de sabor menos marcante
Onde a chef indica comprar: Hediard (www.hediard.fr), em Paris

 

FLOR DE HIBISCO

Origem: Austrália
Como usar: vem em calda de açúcar e confere sabor levemente picante a sobremesas, drinques e saladas
Por que vale a pena trazer de viagem: não se encontra no país
Onde a chef indica comprar: Dean & DeLuca (www.deandeluca.com), em Nova York

 

LAVANDA DESIDRATADA

Origem: França
Como usar: ferver em água e usar o líquido perfumado no preparo de cremes variados e pratos à base de peixes
Por que vale a pena trazer de viagem: as espécies cultivadas no Brasil têm aroma menos delicado
Onde a chef indica comprar: La Grande Epicerie (www.lagrandeepicerie.fr), em Paris

 

  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |