BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
REVISTAS
VEJA
Edição 2101

25 de fevereiro de 2009
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
SEÇÕES
Carta ao Leitor
Entrevista
Lya Luft
Leitor
Millôr
Blogosfera
PANORAMA
Imagem da Semana
Holofote
SobeDesce
Conversa
Números
Datas
Radar
Veja Essa
 

Guia
Um álbum na internet

VEJA avaliou três dos maiores serviços de armazenamento de fotos na internet. As novas versões avançaram por dispor de mais espaço e maior número de recursos. As diferenças entre algumas das mais usadas no Brasil:

Flickr
(www.flickr.com)
Como funciona: depois de abrir uma conta no Yahoo!, é preciso ter outra no Flickr. Há uma versão gratuita, que permite guardar cerca de 100 fotos por mês, e uma paga, que custa 46 reais por ano e tem espaço ilimitado. Demora cerca de cinqüenta segundos para transferir uma fotografia do computador para a página
Ponto forte: apesar de funcionar como uma rede social voltada para fotografia, é o único que permite vetar o acesso e o download das fotos por desconhecidos
Ponto fraco: na modalidade gratuita, nem todos os recursos estão disponíveis, entre os quais o vídeo 

Multiply
(www.multiply.com)
Como funciona: uma vez no site, é preciso criar, por meio de um cadastro simples, a página em que ficarão armazenadas as fotos. Tornou-se uma rede social em que, além de fotos, se compartilham músicas, vídeos e blogs
Ponto forte: arquiva um número ilimitado de fotos e ainda é o único capaz de importar imagens de outros sites semelhantes
Ponto fraco: é o que consegue receber o menor número de fotos por dia (até vinte), e elas devem ser guardadas uma a uma. Qualquer pessoa com uma conta no site pode visualizar as imagens alheias

Photobucket
(www.photobucket.com)
Como funciona: basta um cadastro simples para começar a usar. Seu limite de armazenamento é de cerca de 1 000 fotos (na opção gratuita) ou 10 000 (para quem assinar o serviço, que custa em torno de 90 reais por ano). Com o álbum pronto, é preciso remeter o endereço à essoa que vai acessá-lo
Ponto forte: é o único dos três que permite editar e aplicar efeitos sobre as imagens
Ponto fraco: uma foto leva até dois minutos para ser armazenada – tempo 60% maior que o dos outros

 

Quando a câmera faz a edição

Os especialistas avaliam os três modelos mais novos de câmera que vêm com ferramentas capazes de melhorar a imagem -– antes mesmo de ela chegar ao computador. Os comentários:

 

Fotos divulgação
Kodak EasyShare V1073
Elimina sombras, corrige distorções da luz e melhora a nitidez por meio do toque na própria tela da câmera – daí ser a mais fácil de usar entre as três. Para fazer cortes e aplicar efeitos, é preciso usar um botão
Preço*: 1 350 reais

 

Samsung i8
Oferece um número razoável de recursos de edição e é a mais barata. Aumenta e reduz o tamanho das fotos, refaz o enquadramento e produz efeitos com cores e molduras. A desvantagem é ter a menor tela, com 2,7 polegadas
Preço: 1 200 reais

 

Sony DSC-T700
É a que tem a maior tela, o que facilita o trabalho de edição das fotos, e reúne mais ferramentas para interferir na imagem – dez. Alguns exemplos: desfoca a fotografia num ponto escolhido, estica a imagem e deixa o sorriso mais largo
Preço: 2 000 reais

 

*Preços médios

Especialistas consultados: André Luiz Dente (designer especializado em tratamento de imagem), Fernando Baenninger (fotógrafo), Fernando Panissi (consultor de tecnologia e internet), Bito Caraciolo (diretor de produtos da Abril Digital) e René de Paula (especialista da Microsoft)

 

Com reportagem de Camilla Costa e Raphael Hakime

 



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |