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morreram
O músico
inglês Richard Wright, um dos fundadores
do Pink Floyd. No fim dos anos 60, a banda conquistou
a geração do LSD com um coquetel de melodias
experimentais, letras-cabeça e apresentações
muito bem elaboradas. É de Wright uma das canções
de maior sucesso do grupo, The Great Gig in the Sky.
Os teclados lisérgicos e vocais sussurrantes
de Wright definiram a identidade musical do Pink Floyd.
Mais reservado, ele acabou eclipsado por seus colegas
Syd Barret, Roger Waters e David Gilmour. Em 1979, nas
gravações de The Wall, Wright rompeu com
Waters e saiu da banda. Anos mais tarde, seria contratado
para participar de uma turnê do grupo. Recentemente,
dedicava-se a trabalhos-solo e a tocar com amigos. Dia
15, aos 65 anos, de câncer, em Londres.
O surfista
Tony Villela, de 32 anos. Ele passeava na Praia
de Pitangueiras, no Guarujá, em São Paulo,
quando viu um grupo de surfistas inexperientes ser arrastado
pela maré para uma área perigosa, próxima
a uma encosta de pedras. Tony entrou no mar e
salvou dois rapazes. Exaurido, acabou ele próprio
sendo puxado pela corrente em direção
às pedras. Chegou a tentar escalar uma escarpa,
mas foi colhido por uma onda e desapareceu. Seu corpo
foi encontrado três dias depois. Dia 14.
O jornalista
Lourenço Diaféria, autor de crônicas
muito lidas durante o regime militar. Diaféria
foi preso em 1977, depois de publicar um artigo no qual,
a pretexto de elogiar o sargento Sílvio Hollenbach,
morto ao salvar uma criança das garras de ariranhas,
criticava o duque de Caxias, patrono do Exército.
O senhor se lembra do episódio, ministro Tarso
Genro? Dia 16, aos 75 anos, de problemas cardíacos,
em São Paulo.
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