Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 761 - 24 de julho de 2002
Radar

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
VEJA on-line
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Literatura brasileira
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

Felipe Patury [e-mail: ljardim@abril.com.br]

CRIME

Documentos desaparecidos
O médico João Francisco Daniel, irmão do prefeito assassinado de Santo André, conta que folheou o inquérito sobre a morte e deu pela falta de alguns documentos. Um deles é o auto de busca e apreensão feito pela Polícia Federal no apartamento de Celso Daniel, que descreve o que foi retirado do local. Outro documento que sumiu, segundo o médico, é um conjunto de anexos do laudo da necrópsia, que podem indicar se o prefeito foi torturado antes da execução. Uma autoridade que acompanha as investigações confirma o desaparecimento dos papéis.

 

Na classe econômica

Antonio Milena
Medeiros e sua mulher, Lenita


Por seis anos, o deputado Luiz Antonio de Medeiros foi suspeito de ter embolsado doações de empresários à Força Sindical. O dinheiro teria ido parar numa conta do Commercial Bank de Nova York. Em outubro passado, o deputado teve de se explicar em casa. Lenita, sua mulher, exigiu que Medeiros fosse com ela a Nova York para provar que não tinha a tal conta. "Se tiver, a gente volta de primeira classe. Se não, é de econômica", dizia Lenita, que voltou com três cartas do banco na mala. Uma diz que a conta nunca existiu. As outras duas declaram que não há registro de Medeiros como correntista.


ELEIÇÕES

Falta dinheiro na campanha
Ao cair para 11% das intenções de voto segundo o Vox Populi, o candidato Anthony Garotinho não perdeu apenas eleitores. De acordo com um assessor da campanha, o dinheiro também começou a rarear. Estima-se que o déficit chegue a 2 milhões de reais. Tem gente graúda querendo abandonar o barco do PSB.

Ataque dos lobistas
O crescimento de Ciro Gomes nas pesquisas produziu um efeito colateral. Na semana passada, um dos maiores empreiteiros do país procurava saber qual é o vinho predileto do candidato. Os amigos informam que ele prefere os portugueses.

 

REMÉDIOS

Vai para a China
Há um ano, o presidente do laboratório Novartis, Andreas Strakos, abriu uma guerra pública contra José Serra, então ministro da Saúde. Na ocasião, os capitães da indústria farmacêutica apostaram que Strakos não assistiria à posse do novo presidente. Pois é. Ele foi transferido para a Ásia na semana passada.

Sangria de dólares
Quando o país tem dificuldades de pagar as contas externas, qualquer importação se torna suspeita. Um estudo do economista Luís Carlos Magalhães, do Ipea, mostra que o Brasil compra três vezes mais remédios estrangeiros que há dez anos. Como a patente de 83% deles caducou, os medicamentos já poderiam ser feitos no Brasil. É a recomendação que faz ao Ministério da Saúde.

 

 

TELEFONIA

Um dono para a Embratel
Mergulhada em fraudes nos Estados Unidos, a WorldCom procura um comprador para a Embratel, seu braço brasileiro. A Goldman Sachs ofereceu a ex-estatal às telefônicas nacionais, mas a Anatel só permite a operação a partir de julho de 2003. O setor aposta que o governo facilitará a venda para evitar que a Embratel seja envolvida nas brigas dos credores americanos.

 

SEM-TERRA

Risco de invasão
O Ministério do Desenvolvimento Agrário alertou a Polícia Federal e o Exército: obtiveram a informação de que o MST programou uma onda de manifestações para os próximos dias. Os maiores focos de tensão estão nas fronteiras do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, Pernambuco com Alagoas e em Goiás, perto da fazenda dos filhos de FHC.

 

BANCOS

Eles vão levar algum?
É hora de saber se os banqueiros que quebraram na crise do real vão sair do Banco Central com dinheiro. Em setembro, o governo deve leiloar a massa falida do Mercantil de Pernambuco. Se sobrar dinheiro, quem ganha é o antigo dono. Também devem acontecer neste ano os leilões do Econômico, Nacional e Bamerindus. É o fim do Proer.

 

A taça é de Tasso

Reuters
O próximo jogo será em Fortaleza


O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, informa que o primeiro jogo da seleção pentacampeã será em 21 de agosto, no estádio Castelão, em Fortaleza. Os adversários prováveis são México, Irlanda e Senegal. Teixeira diz que a escolha é uma homenagem ao local onde a seleção jogou pela última vez antes de ir para a Coréia. Ele conta que tomou a decisão com o ex-governador Tasso Jereissati, seu amigo há quarenta anos. Luiz Felipe Scolari não confirmou se continua no time, mas estará nesse jogo. Teixeira garante que Cafu e a taça também irão. Ciro Gomes será o convidado de honra. A partida está senda tratada como um dos grandes eventos da eleição.


AVIAÇÃO

Difícil aterrissagem
O governo corre para salvar a Varig. Nesta semana, edita um pacote para o setor aéreo, mas a sobrevivência da empresa depende de medidas próprias. A primeira delas é obter dos credores uma trégua. Faltará achar um novo dono, o que é precondição para receber ajuda federal. Há três interessados. O presidente da Varig, Ozires Silva, deu-se um prazo até 30 de outubro para fazer a operação.

 

TURISMO

É hora de parar
A falta de planejamento pode levar setores inteiros ao colapso. É o que pode acontecer com os hotéis de São Paulo. Para entender o problema, basta comparar a metrópole com Nova York. Lá, existe um quarto de hotel para cada 500 turistas. Em São Paulo, a relação é de um para cada 100. Resultado: a taxa de ocupação dos hotéis é de 84% em Nova York e 40% em São Paulo. Prova de que a receita dos hotéis vai cair à medida que o número de quartos crescer.

 

NEGÓCIOS

Accioly volta a atacar
Há três anos, Alexandre Accioly recebeu 120 milhões de reais pela Quatro/A, a mais bem-sucedida empresa de telemarketing da história do país. Na semana passada, resolveu voltar à ativa. Abrirá em 2003 uma nova companhia do ramo. Accioly investirá no projeto 6% do que recebeu. O resto vai ficar guardadinho.

 

 
 


   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS