De
boca escovada
Manoel Carvalho
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Pelas definições dos especialistas, já é
mais apropriado falar em escovar a boca que os dentes. A língua
e a gengiva devem ser alvos prioritários da escova dental, informam
as autoridades no assunto, como o periodontista Sergio Matheus Nogueira,
que tem entre seus clientes o presidente Fernando Henrique Cardoso.
Nogueira destaca que a escovação deve concentrar-se principalmente
na região onde se unem a gengiva e os dentes. Veja outras recomendações:
creme dental em excesso faz a escova deslizar demais e dificulta a limpeza;
use toda a superfície da escova para limpar a frente dos dentes.
No lado de trás, utilize a ponta da escova;
a língua também deve ser escovada, para melhorar o hálito
e o paladar;
O fio dental deve ser usado pelo menos uma vez por dia, de preferência
antes de dormir;
O fio dental deve ser usado pelo menos uma vez por dia, de preferência
antes de dormir;
as melhores escovas são as de cerdas macias ou extramacias, de
tamanho uniforme.
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BOA
NOTÍCIA
Sutiã
muito especial
Um sutiã elétrico que detecta tumor no seio foi
desenvolvido por cientistas da Universidade De Montfort, na Inglaterra.
O aparelho deverá estar no mercado em três anos e
será uma forma mais barata de detectar câncer de
mama que os métodos tradicionais, como a mamografia, e
mais segura que o auto-exame. O equipamento trabalha com correntes
elétricas mínimas que passam através dos
seios e revelam alterações de freqüência
provocadas por tumor.
MÁ
NOTÍCIA
Alergia
e pânico
Pessoas que sofrem de alergia têm duas vezes mais probabilidade
de desenvolver também síndrome do pânico.
A conclusão é de uma pesquisa da Universidade Columbia
com 3 000 adultos nos Estados Unidos. A maior incidência
de ataques de pânico nos pacientes acontece por dificuldade
de respiração associada a muitos tipos de alergia.
O mal atinge 3% da população mundial, especialmente
mulheres de 20 a 35 anos.
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A
hora da despedida
A
entrevista que muitas empresas costumam fazer com o funcionário
no ato da demissão é tão importante quanto
aquela realizada durante o processo de seleção para
a escolha de um candidato a uma vaga. Para os responsáveis
pela área de recursos humanos, é uma forma de obter
informações sobre o clima interno e, com elas, resolver
muitos problemas. Para quem pediu demissão, a conversa
é a chance de justificar a saída. Para quem foi
demitido, é uma oportunidade de esclarecer dúvidas
e defender pontos de vista. Pode também se tornar uma possibilidade
de deixar a porta aberta para um possível retorno no futuro.
Confira algumas das orientações dos especialistas
em recursos humanos a quem tem de enfrentar uma situação
dessas:
sinta-se à vontade. Você não é obrigado
a responder a todas as perguntas;
se souber de irregularidades, esclareça que elas só
não foram reveladas antes por medo de demissão ou
por falta de canais de diálogo;
se não tiver como comprovar acusações, é
melhor ficar calado;
a conversa é sigilosa, mas, se houver um problema grave,
seus ex-chefes ou ex-colegas poderão ser chamados para
esclarecer o assunto;
não se acanhe de dar sugestões e opiniões
sobre a empresa e seus métodos.
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Editado
por Cley Scholz.
Colaboraram Fernanda Medeiros, Marcella
Centofanti, Diogo Schelp, Miguel Vieliczko
e-mail: parausar@abril.com.br