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"Pode-se gostar ou não de
Silvio Santos, mas é impossível negar
o fenômeno que ele representa."
Jaime Luiz Leitão
Rodrigues
Rio Claro, SP
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Silvio Santos
Indescritível a satisfação
que tive ao ver nas páginas de VEJA a excelente reportagem
sobre Silvio Santos ("Silvio ao vivo", 17 de maio). Pragmático,
inteligente e um exemplo de carisma, Silvio é o mais
original e insubstituível ícone da televisão
brasileira.
Emerson Rinaldi
Itápolis, SP
A reportagem é um primor de bom jornalismo:
tanto na amplitude da cobertura como na forma sensível
como foi retratado o entrevistado. É por causa desse
estilo que sou leitor de VEJA desde o primeiro número.
Parabéns.
Claudio Janowitzer
Rio de Janeiro, RJ
A reportagem com o apresentador e empresário
Silvio Santos é sem dúvida uma grande oportunidade
para os leitores de VEJA ficarem conhecendo a trajetória
desse grande personagem da história da TV.
Marcos Roberto Dias
oliveiramrd@uol.com.br
Santo André, SP
A sinceridade de Silvio Santos é de
nos deixar atônitos. Ao assumir que sem os pobres
nada seria, pagar os impostos que paga e dizer que o problema
social é a parte do governo, ele mostra que alguém
neste país é inteligente, coerente e justo.
Maria Angela Valle Burkert
angela@burtec.com.br
Não me admira que o SBT mantenha no
ar programas como o de Carla Perez. Depois de ler a entrevista
do senhor Silvio Santos, nunca mais vou esperar qualidade
de uma emissora cujo "dono" só se preocupa com cifras.
Maria Helena B. Viveiro
Curitiba, PR
Andrew Meltzoff
Como professora universitária trabalhando
também na área de educação infantil
em pós-graduação, achei muito interessante
a entrevista com o professor Andrew Meltzoff (Amarelas,
17 de maio) pela margem que nos oferece para discussão
do tema. Gostaria de discordar do que o professor considera
positivo no que chama de palavras amorosas e melodiosas
na fase de desenvolvimento da linguagem como "mamanhês".
Vários pesquisadores e estudiosos não aceitam
isso, por considerar que o desenvolvimento da linguagem
infantil desde a mais tenra idade deve dar-se com os conceitos
corretos: "mamãe", "papai" e muitos outros.
Onelice de Medeiros Borges
João Pessoa, PB
Internet
Sem dúvida, é muito importante
para a pessoa com deficiência ter a oportunidade de
fazer compras por computador, mas só isso não
basta ("Asas da liberdade", 17 de maio). A rede muitas vezes
é a única saída para quem deseja driblar
a falta de adequação das cidades. É
cômodo utilizar a internet, mas o fato de nos beneficiarmos
dela não deve impedir que continuemos nossa luta
pela eliminação das barreiras arquitetônicas
e pelo direito dos portadores de deficiência de ser
cidadãos.
Tânea Maria de Aguiar
Associação dos Deficientes Físicos
de Goiás
Goiânia, GO
Cartas
A Constituição, em seu artigo
5.º, inciso IV, proíbe o anonimato. O panfleto
apócrifo com calúnias contra nossa revista
merece o repúdio da sociedade democrática!
("Panfleto apócrifo", Cartas, 17 de maio).
Bension Coslovsky
São Paulo, SP
História
Insinua a reportagem "Preconceito oficial"
(22 de março) que Gustavo Capanema questionara, por
um ofício, a mudança do dia de uma prova em
razão do feriado judeu do Yom Kipur, no Colégio
Pedro II do Rio de Janeiro, estabelecimento oficial de ensino,
e que isso "é um traço de anti-semitismo comum
aos integrantes do Estado Novo". Ora, o referido questionamento,
se de fato existiu, não constituiu, por si, nenhuma
prática de anti-semitismo. É muito importante
esclarecer que o Colégio Pedro II era o estabelecimento
oficial padrão de ensino, para efeito da implantação
da profunda reforma de ensino no Brasil consubstanciada
na Lei de Diretrizes e Bases da Educação,
de autoria do então ministro da Educação,
Gustavo Capanema. Capanema, sempre que lhe foi possível,
protegeu e amparou refugiados do nazismo e judeus. Durante
a II Grande Guerra, na ditadura Vargas, foi enorme o êxodo
de judeus para o Brasil. Não pode deixar de ser dito
que Gustavo Capanema, junto com os demais ministros daquela
época, entre eles Oswaldo Aranha, assinou a declaração
de guerra do Brasil aos países do Eixo, especialmente
a Alemanha nazista de Hitler.
Gustavo A. Capanema
Rio de Janeiro, RJ
Cinema
Além de ator e roteiro excepcionais, as imagens que Ridley
Scott criou da Roma antiga são incríveis. Gladiador é a
prova de que é possível utilizar efeitos especiais a serviço
do realismo máximo nos filmes. As cenas são tão convincentes
que o espectador se sente como se estivesse sentado em um
dos assentos do Coliseu, torcendo para o herói Maximus ("Gladiador
-- O império renasce", 17 de maio).
Hélcio Bueno da Silva Jr.
hjr@osite.com.br
Santo André, SP
Narcisa Tamborindeguy
Não me surpreendi tanto com essa história de "pó delivery".
É como se estivessem me dizendo que existem poodles na França.
O que realmente me fixou nessa matéria foi o belo par de
pernas que a Narcisa possui. Será que também não existe
um serviço "socialite-delivery" ("Chegou o pó da madame",
17 de maio)?
Rafael Rico Torres de Araujo Goes
Brasília, DF
Guia
Sobre a reportagem "Meu emprego é verde" (17 de maio),
gostaria de acrescentar que o ecólogo está capacitado para
atuar em avaliações de risco e impacto ambiental, desenvolvimento
de projetos para controle e gerenciamento ambiental, recuperação
de áreas degradadas, diagnósticos ambientais, serviços de
consultoria e auditoria, além de participar em programas
de educação ambiental.
Flavio Henrique M. Schlittler
Rio Claro, SP
Amazônia
Achei um absurdo o deputado Moacir Michelleto permitir
o desmatamento de mais de 50% da Floresta Amazônica. As
áreas de preservação vão diminuir muito, e isso afetará
a natureza ("Licença para cortar", 17 de maio).
Leticia Hermanny,
11 anos
hermanny@escelsa.com.br
Genética
Bip, bip! O amigo Arc deve estar tão horrorizado quanto
eu com certas guerras entre terráqueos. Não tem jeito. Agora
vão ter de mudar a desculpa. Essa de guerra étnica não cola
mais. Taí, são todos irmãos! ("Irmãos de sangue", 17 de
maio). Desligo. Bip, bip!
Silvio "marciano" Sam
São Paulo, SP
Arc
Sou formada em letras, tenho 23 anos e acho geniais os
episódios do Arc, o marciano. Gostaria de saber mais sobre
ele e seu autor e, se possível, receber uma coletânea dos
episódios publicados até agora.
Ana Paula Trevisani
Maringá, PR
Bancos
A Panamco Brasil, o maior fabricante brasileiro de Coca-Cola,
recolhe todos os impostos devidos, inclusive o ICMS, dentro
dos prazos e das condições legais. Diferentemente do que
foi publicado por VEJA na reportagem "No olho do furacão"
(17 de maio), o que existe é uma divergência no entendimento
do cálculo da correção monetária do imposto recolhido em
períodos alternados, entre 1991 e 1996, feito pela Secretaria
da Fazenda paulista. A questão está sendo apreciada pelo
Poder Judiciário, sem decisão definitiva até o momento.
Os valores envolvidos nessa ação são estimados pelo Fisco
paulista em 150 milhões de reais, muito aquém dos números
apresentados pela fonte da revista.
Marco Aurélio Éboli
Diretor jurídico
São Paulo, SP

