
estasemana
colunas
seções
arquivoVEJA
 |
 |
| (conteúdo
exclusivo para assinantes VEJA ou UOL) |
 |
Crie
seu grupo

|
|
Intercâmbio
deve ser validado
Sergio Saraiva
 |
Programas de intercâmbio no exterior estão nos planos de
muitos adolescentes. Antes de sair do Brasil, contudo, é importante
verificar como as aulas fora do país poderão ser validadas
na volta. O primeiro passo é informar-se na escola brasileira sobre
as matérias que devem ser obrigatoriamente cursadas, lista a ser
apresentada à escola no exterior para a montagem de uma grade curricular
equivalente. No fim do período, é necessário um certificado
detalhado da escola. "O documento precisa ser autenticado no consulado
brasileiro", adverte Alfredo Spínola, presidente da Belta, associação
de empresas de educação internacional.

 |
|

Se
perder o carro, salve o IPVA
Todo
início de ano, os motoristas são obrigados a pagar
o imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA).
O que poucos sabem é que têm o direito de pedir a devolução
do dinheiro em caso de roubo ou acidente com perda total do veículo.
Nessa hipótese, fica retida apenas a parcela referente aos
meses em que o bem foi utilizado no ano. O direito à devolução
só prescreve após cinco anos. Segundo o advogado Eurivaldo
Bezerra, nem todos os Estados atendem aos pedidos feitos por meio
de recurso administrativo. Nesses casos, a saída é
a via judicial. É necessário apresentar documentos
do motorista e do veículo, boletim de ocorrência policial
e cópia do pedido indeferido para iniciar a ação.
O proprietário gasta pelo menos 250 reais nesse processo,
e os honorários dos advogados são de 20% sobre o valor
da causa. Ou seja, a iniciativa só compensa para os carros
mais caros. Mas há veículos, como o Omega CD, que
chegam a pagar mais de 3.000 reais de
IPVA.
Juro
zero pode ser ilusão
As
concessionárias de veículos voltaram a anunciar financiamentos
sem juros. Esse tipo de promoção exige atenção
por parte do comprador, pois nem sempre o preço à
vista é realmente igual ao cobrado no financiamento "sem
juros". A oferta vale para o consumidor que paga em torno de 65%
de entrada e financia o restante em no máximo doze vezes.
A taxa de cadastro varia de 150 a 300 reais. E ainda há o
pagamento do imposto sobre operações financeiras (IOF),
de cerca de 1,5% do valor financiado. Para carros como o Ford Focus
e o Chevrolet Astra, na faixa dos 30.000
reais, são comuns os descontos de 1 300 a 1.700
reais no pagamento à vista. Isso significa que o juro zero
é, na prática, enganoso. Às vezes os valores
são iguais, mas quem paga à vista recebe presentes
como CD-player, licenciamento pago, tanque cheio e pintura metálica.
Os juros para financiamentos em 36 parcelas são de 2,4% ao
mês.
|
|

BOA
NOTÍCIA
O
fim da picada
Cientistas
do Instituto de Pesquisas Nucleares da Rússia anunciaram
a criação de uma seringa que dispensa o uso de agulhas.
O aparelho, que utiliza raio laser, elimina a dor dos pacientes
que precisam tomar medicamentos injetáveis. Ele também
retira amostras de sangue de forma quase imperceptível. O
raio laser tem propriedades anti-sépticas e evita contaminações.
Não há informações sobre quando o produto
chegará ao mercado.
MÁ
NOTÍCIA
Prejuízo
do cigarro
Um
estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças,
nos Estados Unidos, constatou que cada maço de cigarros fumado
custa ao país cerca de 7 dólares em tratamento médico
e perda de produtividade nas empresas. A pesquisa avaliou o índice
de mortalidade, a redução da esperança de vida
e os custos econômicos do tabagismo. Entre 1995 e 1999, mais
de 440.000 americanos morreram em decorrência
do fumo. Cerca de 8% eram fumantes passivos.
|
|

Uma
forcinha do ex-patrão
Na
época do temido "bilhete azul", a notícia da demissão
costumava chegar aos funcionários das grandes companhias
com frieza. De uns tempos para cá, as empresas passaram a
demonstrar preocupação com o "dia seguinte" de quem
é dispensado, numa estratégia para preservar a imagem
de boas empregadoras até na pior hora. Surgiu o serviço
de outplacement, executado por consultores pagos por quem
demite para encaminhar o ex-funcionário na busca por nova
vaga no mercado. Inicialmente oferecido apenas a executivos, o serviço
começa a se espalhar para cargos médios e, em alguns
casos, já está chegando até ao pessoal menos
qualificado. "O foco do trabalho é mostrar ao profissional
como ele pode desenvolver novas competências e se tornar mais
atraente para o mercado", diz a gerente de projetos especiais da
Adecco, Denise Zimmermann, que nos últimos três meses
coordenou cinco projetos de recolocação em grande
escala. O atendimento, personalizado, inclui entrevista e análise
de afinidades, o que pode revelar alternativas como mudar de área,
tornar-se autônomo ou abrir um negócio. Outra consultoria
que atua no segmento, a BPI, alcançou índices superiores
a 80% de recolocação em projetos envolvendo centenas
de ex-funcionários de empresas como Volkswagen e Brasil Telecom.
|
Editado
por Cley Scholz. Colaboraram Cláudia Bredarioli, Demetrius Caesar
e Maurício Oliveira
e-mail: parausar@abril.com.br
|
|
 |