| Fale conosco |
| Ajuda |
| Mapa do site |
![]() |
|
Crie seu grupo |
Parabéns pela reportagem "A candidata que virou pó" (17
de abril). VEJA contribuiu para um futuro promissor e com mais esperança
para nossa nação. Em
sua matéria de capa, VEJA informa que "escalei" o prefeito Rosalino
Lima e Silva como doador de 100.000 reais à
campanha da pré-candidata presidencial Roseana Sarney. Equívoco.
Sou amigo, há muitos anos, do prefeito Rosalino, mas não
tive com ele conversa alguma nesse sentido. Tomei conhecimento da contribuição
que ele fizera à campanha quando a lista de doadores foi divulgada
pelo advogado. A
capa da edição 1 747 dispensaria o desdobramento da respectiva
matéria. Magistral! Cortante! A síntese de um sentimento
em escala nacional. Parabéns à equipe da redação! Espetacular
a reportagem "A candidata que virou pó". Mostra que a sociedade
brasileira está amadurecendo, aprendendo a separar o joio do trigo.
Essa é uma vitória da democracia, da justiça e da
imprensa livre e imparcial. Se
conseguirmos fazer com que a multidão caminhe na direção
certa, os políticos não terão alternativa a não
ser sair da frente, pois correm o risco de ser atropelados. Um
absurdo! Sou nordestino, assim como meus irmãos maranhenses, e
fiquei indignado ao ver a capa da edição 1 747. Isso também
ocorria nos tempos de Collor, generalizando os alagoanos na "República
de Alagoas". Por que a imprensa "sulista" não trata assim os paulistas
e os cariocas? Garanto que em todo o Brasil existem tanto políticos
corruptos quanto honestos. Gostaria
de manifestar o meu repúdio ao modo desdenhoso e desrespeitoso
com que foi tratado o povo maranhense na reportagem "A candidata que virou
pó". A capa, por si só, já é uma afronta aos
padrões éticos de qualquer sociedade aculturada. O Maranhão
não é nenhum "curral". Aqui, ao contrário do que
muitos pensam, há pessoas politizadas e um povo trabalhador que
merece respeito. Quero
parabenizar a revista VEJA pelas palavras perfeitas usadas na reportagem
sobre a ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney, e seu marido.
Às vezes me pergunto: meu Deus, até onde vai o limite da
ganância pelo dinheiro e pelo poder? Que
belíssima capa! Com muita satisfação tive a informação
da desistência da pré-candidatura à Presidência
daquela que se autoproclama mulher forte e sensível. Que as pesquisas
e o excelente trabalho desenvolvido por VEJA persistam e continuem nos
mostrando mazelas e contribuindo para o enriquecimento de nosso senso
crítico.
Emanuel Tov (Amarelas, 17 de abril) fez comparações tão
pueris quanto medíocres da Bíblia, utilizando livros
que não são considerados canônicos para confrontar
a validade dos escritos bíblicos. Ficou devendo, e muito. Não
se deu nem ao luxo de citar os massoretas, que são considerados
os textos-padrão para compilações da Bíblia
hebraica e da Stuttgartensia. É lamentável também
quando diz que não viu textos que falassem de Jesus. Talvez seja
porque não leu os capítulos 52 e 53 de Isaías, livro
encontrado na íntegra naquelas cavernas e praticamente idêntico
aos compilados pelos massoretas em meados do século VIII. Será
que esse homem se dignou a fazer comparações dos escritos
bíblicos com a Septuaginta, ou os Targuns Aramaicos ou ainda a
Versão Siríaca designada de Peshita? A
Bíblia não passou por mutações. Os
manuscritos de Qumran não contêm todo o texto bíblico.
Por isso, o livro de Jeremias, por exemplo, é 15% menor. Os escribas
eram tão fiéis na cópia que até uma mancha
no texto era copiada.
Hoje, 80% dos serviços prestados pelo Detran do Paraná podem
ser realizados diretamente pela internet, desde sua solicitação
até o pagamento de taxas, sem a necessidade de o usuário
sair de casa. ("Burrice informatizada", Ponto de vista, 17 de abril).
Apreciei bastante o artigo "Burrice informatizada", com cujos termos concordo
plenamente em gênero, número e grau. Sou docente há
cerca de trinta anos e uma das causas da minha pressão arterial
cronicamente alta é a eterna guerra que venho travando contra a
burocracia.
Não é verdade, como afirma a revista VEJA ("Dinheiro sem
origem. Ainda", Radar, 27 de março), que eu tenha recebido a "missão
de procurar grandes empreiteiros para assumir a paternidade" do que quer
que seja em relação ao resultado da invasão armada
e arbitrária, de evidente motivação política,
do escritório da ex-governadora Roseana Sarney.
Após o fechamento da edição 1 747 de VEJA ocorreu
mais uma reviravolta na situação política da Venezuela,
culminando com o retorno do presidente deposto Hugo Chávez. Já
prevejo um grande número de protestos por parte da míope
esquerda brasileira, pela forma com que esta revista tratou o episódio,
lamentando o ocorrido sem, no entanto, apoiar o presidente deposto. Não
me iludo, porém. Creio ser tão nefasta para a América
Latina a influência do populismo barato do senhor Chávez
que acredito que o sucesso do golpe teria sido um mal menor ("O falastrão
caiu", 17 de abril). Não
comungo das posições políticas do presidente Chávez.
No entanto, não existe prática mais perversa para a democracia
que a intromissão da força militar objetivando derrubar
governos democraticamente eleitos.
Sou deficiente auditiva de nascença, bibliotecária e trabalho
há mais de 27 anos. Comunico-me bem com os outros por ter recebido
uma educação apropriada e um grande apoio da família.
Tenho dois filhos, de 25 e 21 anos, ouvintes, com quem me comunico muito
bem oralmente e por leitura labial. Acho um absurdo e puro egoísmo,
criminoso mesmo, escolher o tipo de criança que vai nascer, e mais
ainda com a deficiência, visando somente a facilitar a "comunicação"
com os pais. ("Os filhos do silêncio", 17 de abril). É
um espanto a que ponto chega a demência "modernosa" do casal Sharon
e Candace ao escolher a anomalia genética de seus filhos. Como
se não bastasse haver no mundo crianças que não tiveram
a sorte de nascer normais e estão por aí jogadas em um orfanato
à espera de adoção. Cruéis e egoístas,
essas donas do mundo. Não
concordo com o título da matéria nem com a tese atualmente
defendida pela universidade para deficientes auditivos Gallaudet de que
os surdos devem se constituir numa sociedade à parte, vivendo num
mundo de silêncio, em que a comunicação é feita
exclusivamente por meio da linguagem de sinais. Considero essa orientação
pedagógica totalmente errada e preconceituosa, que leva os surdos
a viver segregados como num gueto. Digo tudo isso porque meu filho Ricardo,
de 45 anos, é surdo de nascença e foi inteiramente recuperado
socialmente.
Os governantes brasileiros deveriam ter o hábito de ler as colunas
semanais do excelente Diogo Mainardi. A que falou sobre o episódio
de Os Simpsons ("Viva o Rio dos Simpsons", 17 de abril) foi simplesmente
perfeita e dilacerante. Parabéns a ele, por sua lucidez e perspicácia,
e a VEJA, por ter um colunista desse calibre. Resolvi
não contar para ninguém que sou brasileira. Quem dera eu
ser satirizada pelos Simpsons. Só os melhores são, e, pelo
visto, o Brasil não merecia essa honra. Gostaria
de parabenizar o colunista Diogo Mainardi por sua coluna. É, sem
dúvida, a primeira coisa que leio quando chega a minha VEJA em
casa. Nos dias mais inspirados do colunista, eu e meu marido chegamos
a chorar de rir das situações por ele descritas. É
bem verdade que às vezes Mainardi exagera nas críticas e
fantasia um pouco as situações, mas sempre com muita inteligência
e humor.
Em casos em que é evidente que o relacionamento pode ser caracterizado
de "duradouro, público e contínuo" ou tem grandes chances
de ser assim classificado, o melhor seria reconhecer a união estável
e estipular, desde logo, um regime de bens para regê-la. Isso pode
e tem sido feito sistematicamente através de instrumento público,
em qualquer tabelionato. O "contrato escrito", estipulando desde logo
o regime de bens, pode vir a ser muito mais seguro e juridicamente aceitável
que uma mera declaração de namoro, que, se existe, já
deixa antever a importância da relação. É apenas
mais uma sugestão aos leitores! ("Amor S/A", 10 de abril)
|
|
|