Edição 1 637 - 23/2/2000

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e negócios
Guia
Nova família muda realidade dos tribunais
Para usar
Artes e Espetáculos
Colunas
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Veja recomenda

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


 

A parte do carro no orçamento

Faça as contas direito antes de comprar seu carro. Uma pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Fipe, mostra que um bom naco do orçamento familiar é consumido pelos gastos com o automóvel. Os pesquisadores da Fipe descobriram que, numa família com renda de 2.000 reais, quase 200 reais são destinados, todo mês, à oficina, ao combustível e a obrigações legais com o veículo, como impostos e pedágios. Os gastos com gasolina representam mais de um terço do total das despesas. Para quem precisa pagar aluguel, escola e supermercado, essa despesa extra não se mostra desprezível. É quase como um filho a mais dentro de casa.

 

Funcionários de grandes empresas devem estar atentos à política de premiações por produtividade de suas companhias. Uma tendência que vem ganhando espaço no Brasil é a de cortar recompensas em dinheiro. Nos Estados Unidos, uma pesquisa constatou que esse tipo de incentivo é mais facilmente esquecido do que prêmios como viagens, por exemplo. A idéia pode ser boa para as empresas, mas não para quem tem contas a pagar e prefere, evidentemente, uma remuneração extra.

 

Lei da compensação

Sergio de Diviitis


Embora a falta de sono esteja relacionada com uma redução geral das funções cerebrais, esse pode não ser um diagnóstico definitivo. É o que sugere um estudo recém-concluído na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Os pesquisadores testaram as habilidades verbais e de memória de um grupo de pessoas e descobriram que, com o sono atrasado, algumas áreas do cérebro se tornam hiperativas para compensar a baixa atividade de outras. Mas que ninguém use isso como desculpa para dirigir sem ter dormido direito.

 

 

Aprendizado difícil


Bia Albuquerque


Bebês que nascem prematuros estão mais propensos a apresentar problemas auditivos ou de visão, por exemplo. Também já era consenso entre os especialistas que essas crianças em geral têm problemas de aprendizado nos primeiros anos. Agora, médicos canadenses afirmam que as dificuldades na escola podem estender-se até a adolescência. Para chegar a essa conclusão, eles acompanharam 150 prematuros do nascimento à puberdade.


Um investimento de futuro

Claudio Rossi

Flavia: colegial nos Estados Unidos


A estudante Flavia Marques Boffino (foto), de 18 anos, gastou 5.000 dólares para cursar o equivalente ao 3º colegial nos Estados Unidos. A exemplo dela, outros 10.000 adolescentes brasileiros fizeram programas de intercâmbio no ano passado. O número é 30% superior ao registrado em 1998, apesar do dólar em alta. O investimento vale a pena porque:

  • um intercâmbio de seis meses custa o mesmo que um passeio à Disney para duas pessoas. Muitos pais estão preferindo pagar para que o filho estude fora a patrocinar-lhe uma viagem de turismo.
  • o benefício de aprender uma língua é incomparável. E gasta-se menos que numa escola de idiomas.
  • embora os Estados Unidos ainda representem o destino de 80% dos estudantes, países como Espanha e Nova Zelândia, com cultura peculiar, constituem opções cada vez mais comuns para quem vai viajar.

 

Currículo incompleto

Muitos executivos em busca de recolocação profissional têm se utilizado de um expediente que, segundo especialistas, não ajuda em nada. Ao contrário. O erro tem sido cometido por profissionais com mais de 40 anos de idade que, ao montar o currículo, escondem essa informação. Fazem isso por medo de ser preteridos liminarmente no processo de seleção. Os especialistas avisam: a experiência é, em muitos casos, decisiva para obter um emprego.

 

A cura do desanimado

Wander Mendes

Como o chefe deve lidar quando alguém de sua equipe está desmotivado? A pergunta costuma tirar o sono dos gerentes. Afinal, o trabalho de todos pode ficar comprometido quando um deles não vai bem. Apontar à pessoa desmotivada exemplos de performance abaixo do esperado e, em seguida, discutir com ela por que isso está acontecendo é o melhor caminho. Mas não sem antes certificar-se de que as tarefas estão sendo delegadas às pessoas certas.

Editado por Christian Schwartz
e-mail: parausar@abril.com.br