Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 714 - 22 de agosto de 2001
Geral Arqueologia
 

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
  Pacotes incluem casamento em lugares exóticos
A peteca vira diversão em parques e clubes da França
Biólogos soltam peixes-boi de cativeiro no mar
A musculação é boa para o ego, o coração e o esqueleto
Droga promete diminuir o risco da reposição hormonal
A exploração da Floresta Amazônica pode dar lucro
Presos torturam colega de cela por ser gay
Cursos rápidos, mas sem garantia de diploma
Raves gigantescas viram moda em todo o mundo
Escolas americanas proíbem calça de cintura baixa
Fazendas argentinas oferecem animais para caça
Tumba de Gêngis Khan pode ter sido encontrada
Cento e três animais morrem de fome em zoológico carioca
Homem, esse herói fragilizado
   
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
VEJA on-line
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Digite uma ou mais palavras:

Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Reportagens de capa 2000 | 2001
Entrevistas
2000 | 2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 

Fim do mistério

Arqueólogos acreditam ter achado
túmulo secreto do conquistador
mongol Gêngis Khan

 

Reprodução/Enc. mirador

Gêngis Khan com falcão: conquistador implacável

Um grupo de arqueólogos americanos e mongóis acredita ter posto fim a um segredo de oito séculos: a localização da tumba do imperador mongol Gêngis Khan, que conquistou um dos maiores impérios da história no século XIII. O complexo com vinte túmulos de pedra foi localizado numa colina a 321 quilômetros de Ulan Bator, capital da Mongólia. Fica perto do local de nascimento de Khan, em 1162, e também do lugar onde foi proclamado imperador dos mongóis, em 1206. Acredita-se que a sepultura de Gêngis esteja repleta de tesouros, na maior parte peças pilhadas nas conquistas. Ao morrer, o imperador legou a seus herdeiros um território que ia do Mar Cáspio à costa da China. A localização dessa tumba é uma obsessão entre os arqueólogos. No ano passado, pesquisadores chineses anunciaram ter encontrado o sepulcro na região de Xinjiang, no noroeste da China, mas até agora não foram capazes de comprovar o achado. Desta vez, a possibilidade de que se tenha encontrado a tumba certa é reforçada por inúmeras referências biográficas. "É uma descoberta intrigante, porque o sítio é bem próximo de lugares marcantes da vida de Gêngis", disse o diretor científico da expedição, o americano John Woods, da Universidade de Chicago.

Reza a lenda que Gêngis Khan morreu na China em agosto de 1227, não se sabe se em combate ou numa queda do cavalo. Seu corpo foi levado para a Mongólia e sepultado perto de uma montanha. Quarenta virgens e igual número de cavalos foram sacrificados para acompanhá-lo na outra vida. Também teriam sido mortos os operários e os soldados que participaram do sepultamento, para que o local exato nunca fosse revelado. O objetivo era impedir que a tumba fosse violada. Os mongóis acreditavam que a alma dos mortos seria destruída se seus restos mortais fossem exumados. O problema é que muita gente ainda acredita nisso na Mongólia de hoje, o que pode prejudicar bastante o andamento das escavações. Até agora, o governo mongol não autorizou a abertura dos túmulos.

   
 
   
  voltar
   
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS