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Guia
Entre 2007 e 2008, o número de brasileiros com mais de 40 anos que estudam fora do país cresceu 40%. Aprender uma nova língua, conhecer lugares diferentes e fazer novas amizades é o que motiva esse pessoal a arrumar as malas rumo à universidade ou a uma casa de família. Os programas não são fixos podem ser montados de acordo com as necessidades de cada um. Aqui, algumas opções. Onde
ficar Aluguel de apartamento – é a opção para quem quer privacidade e está disposto a pagar até 1 000 dólares a mais do que se optasse por acomodar-se em uma casa de família durante um mês Residência estudantil – não há refeições incluídas e nem todos os quartos têm banheiro individual. O risco, aqui, é ficar muito próximo dos colegas brasileiros e se pegar falando português na maior parte do tempo Residência executiva – recebe somente alunos de mais de 30 anos e está disponível em poucos destinos, como Boston, nos Estados Unidos. Todos os quartos são individuais. Para quem quer fazer amigos de sua faixa etária, é a melhor opção
Tipos
de curso Aulas de idioma associadas a um curso de escolha – a opção é 50% mais cara do que o pacote de aulas-padrão. Entre os cursos livres, há desde aulas de culinária, no sul da Espanha, até o aprendizado de perfumaria, na França Cursos de especialização – em geral, duram de uma a quatro semanas. Só é possível para quem já está em um nível intermediário ou avançado de proficiência na língua. A opção chega a ser 1 000 dólares mais cara do que o curso-padrão Ano acadêmico – é o pacote mais procurado por aqueles que têm disponibilidade de tempo (e de dinheiro) para tirar um período sabático. Escolhem-se três destinos, em geral na Europa, para estudar línguas e fazer cursos variados a permanência é de três meses em cada país. Os cursos e os tipos de acomodação são determinados pelo aluno
Com reportagem de Camilla Costa
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