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Gente
Na trilha de Shakespeare
Divulgação
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| Sheila e Marinara no palco: elenco afinado
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Imersa na personagem, uma ingênua cantora teen, a atriz principal
não erra uma fala nota-se que traz o texto decoradíssimo.
Já sua colega de palco repete basicamente uma única
e irreproduzível interjeição, enunciada com
muita garra. Estamos falando de Sheila Mello, 25 anos, a
ex-loira do Tchan, e de Marinara Costa, 37, que contracenam
em São Paulo na picante comédia 2/4 de Motel.
A estreante Sheila diz que está à vontade, tanto no
papel quanto no figurino (lingerie e chicotinho). "Quando me convidaram,
perguntei se teria de ficar nua. Isso eu não aceitaria",
diz. Marinara confessa: está artista, mas é política.
"Em 2006, volto a ser candidata a deputada." No final feliz, as
duas se beijam na boca.
Estrela em recuperação
Recuperando-se de um problema no joelho que
a o-bri-gou a interromper uma turnê, Britney Spears
tem aproveitado o tempo livre: comprou-se um anel de noivado de
50 000 dólares, pediu em casamento o bailarino Kevin Federline
(que, às vésperas de ter um segundo filho com outra
mulher, aceitou) e viajou em lua-de-mel antecipada para o Havaí.
De volta a Los Angeles, o casal foi flagrado fazendo um circuito
trash em três lojas. Numa, compraram hambúrguer. Em
outra, batata frita; da terceira, ela, despenteada e mal-ajambrada,
saiu entornando uma garrafinha de alguma coisa (uísque, sibilaram
os tablóides; ginseng, rebateu a cantora) com energético.
Deve ser parte da fisioterapia.
Com a palavra, a cunhada de Osama
O que você faria se tivesse o sobrenome
Bin Laden? "Nada, não adianta mudar; as pessoas sempre se
lembrariam", resigna-se Carmen bin Ladin (numa das grafias
do nome maldito). Ex-mulher do milionário Yeslam, irmão
mais velho de Osama, ela acaba de lançar seu livro, Reino
Velado, sobre os catorze anos que passou com o clã. Metade
suíça, metade iraniana, 50 anos bem operados, Carmen
mora em Genebra. No livro ela descreve a vida cada vez mais opressiva
que a levou a fugir da Arábia Saudita, fala de Osama (quando
ainda era apenas "meu cunhado incrivelmente devoto"), deplora a
sorte da esposa dele, Najwah "totalmente subserviente e sempre
grávida" , e, como toda mulher normal, critica a decoração
nas casas da família do ex, "cheia de torneiras douradas
e quadros horríveis".
Proibido
decorar a cela
AP
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| Martha: aniversário na cadeia |
Há lugares onde
rico não vai em cana de jeito nenhum; há outros em
que qualquer choque com a lei leva os milionários para a
cadeia mesmo que a culpa seja nebulosa. Alvo do efeito exemplaridade,
Martha Stewart, que construiu um império ensinando
pela TV as donas-de-casa americanas a redescobrir os encantos da
domesticidade (tradução: comida não congelada
e ambientes bem decorados), não escapou. Pegou cinco meses
de cadeia, mais cinco de prisão domiciliar, por ter mentido
ao dizer que não usou informação privilegiada
para vender ações que sabia estarem à beira
da desvalorização. "Eu voltarei", prometeu Martha,
em tom heróico. Ela apelou, mas não tem chance e deve
passar o aniversário de 64 anos, em agosto, numa penitenciária
light, em Connecticut. Regra carcerária: é proibido
decorar as paredes da cela.
Coleguinhas na televisão
Daniela Toviansky
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| Letícia: profissão repórter
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Do pai famoso, o apresentador José Luiz Datena, Letícia
não tem nem o peso nem o nome é Wiermann,
como a mãe, de quem Datena se separou antes de ela nascer.
"Acho que o formato do rosto lembra o dele, quando era mais jovem
e magro", arrisca. Mas foi graças a ele que Letícia,
18 anos, modelo em formação, fez sua estréia
na TV: depois de ver uma foto da jovem no escritório de Datena,
Marlene Mattos, atualmente na Bandeirantes, a convidou para ser
repórter na programação de inverno da emissora.
Ao saber, papai com que passou seis anos sem falar
deu um batidíssimo conselho: "Ele me disse para ser criativa,
não ser só mais uma na multidão".
Editado por
Lizia Bydlowski. Colaborou Bel Moherdaui
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