Gente

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Claudio de Moura Castro
Sérgio Abranches
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 

No palco, outra vez

Andre Luiz Mellpo
Yuka fala a estudantes: reconhecido na platéia


Três meses depois de levar seis tiros que o deixaram paraplégico, Marcelo Yuka, 35 anos, voltou a subir num palco. Foi na terça-feira, durante um show fechado de O Rappa no Rio de Janeiro, a que Yuka pretendia assistir anônimo. Reconhecido, o músico pegou o microfone e falou à platéia formada por calouros de uma faculdade carioca sobre a violência e sua recuperação. Yuka passou quinze dias no Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília, e acaba de iniciar um tratamento de fisioterapia com Nilton Petrone, o Filé – o mesmo que cuida da recuperação do jogador Ronaldinho.

 

O clique perfeito

Mario Testino/Vogue
Carmen por Mario Testino, a dupla perfeita: ele não erra, ela é fotogênica


Para seu próximo número, a revista Vogue chamou Mario Testino, o badalado fotógrafo peruano radicado em Nova York, e lhe deu a tarefa de clicar madames cariocas e paulistas em clima de festa no Copacabana Palace. Quem não poderia faltar num cenário desses, com um inevitável ar de decadência chique? Carmen Mayrink Veiga, claro. Vestindo um Guilherme Guimarães de seu próprio armário, com jóias de sua própria caixinha, Carmen chegou prontinha, penteada e maquiada. Na hora de posar, parecia profissional. "É difícil ele errar, e eu sou fotogênica. Não tinha como não ficar bom", explica, com a auto-estima a mil.



A deusa desafia os fofoqueiros

Gisele: de agora em diante, só anúncios e fotos para revistas

Na sua milionária passagem por São Paulo, para lançar uma campanha publicitária, a modelo Gisele Bündchen, 20 anos, massacrou com ira de deusa olímpica as tesouradas que vem recebendo do mundinho fashion local. Às fofocas externas de que passou seu momento de apogeu, responde com a pilha de trabalhos de primeira linha – incluindo a campanha dos produtores americanos de leite que já pôs um bigodinho branco numa porção de celebridades. A seguir, os principais assuntos que comentou com a editora Thaís Oyama:

A mágoa com a São Paulo Fashion Week: "O Paulo Borges (organizador da semana) teve a cara-de-pau de falar que eu não vim porque estava me sentindo uma 'star de Hollywood' e que o meu cachê é muito caro. Engraçado, estou sempre apoiando o Brasil e, uma única vez que não posso, viro a bruxa da história. Fico eu de maldosa e a (colega modelo) Ana Claudia Michels de boazinha. Essas pessoas perderam a minha confiança e isso não é nada bom para elas".

Leonardo DiCaprio: "Então, tá – é namorado. Nunca falei antes porque não queria que as pessoas entrassem no assunto. Ele é maravilhoso, inteligente, sabe tudo e me faz rir o tempo todo. Teve aquela fase galinha, mas não é mais, posso garantir. Às vezes corrige meu inglês, mas de um jeito bonitinho. Ele fala: 'Baby, não é assim, é assado'".

Aposentadoria: "Eu me aposentei dos desfiles. Só vou fazer Dolce & Gabbana, porque eles apostaram em mim quando eu não era nada. Daqui a cinco anos, também paro de ser modelo. Pulei minha vida dos 14 aos 20 anos, trabalhando feito uma condenada. Não vou pular mais".

O stress da carreira: "Há dois anos, em Milão, emendei um desfile atrás do outro e, quando chegou o último, estava fazia quatro horas querendo ir ao banheiro. Tinha cinco pessoas no meu cabelo, outra fazendo a maquiagem e o organizador já me chamando para a fila. Tive um ataque, gritei que não era um objeto, que precisava trocar o absorvente. Entrei soluçando na passarela, a maquiagem toda borrada".

 

>> Ouça a entrevista com a modelo brasileira

 

Colírio no olho dos outros

Ana Ottoni/Folha Imagem
Elza Soares socorre Mindlin: ajuda ao novo amigo


Recém-operado de catarata, o empresário e bibliófilo paulista José Mindlin, 86 anos, precisa que lhe apliquem um colírio de cinco em cinco horas. Convidado para a entrega do Grande Prêmio Cinema Brasil, em Petrópolis, Rio de Janeiro, e cercado de gente que não conhecia, Mindlin apelou para uma amiga bem recente: a cantora Elza Soares, a quem acabara de ser apresentado. "Pedi para ela fazer o favor", conta ele. "Pedir para marmanjo é que não ia ser engraçado, não é mesmo?", brinca o empresário, que entregou o prêmio de melhor roteiro (O Auto da Compadecida).

 

Cuidado com seu pescoço

Antonio Milena
Carla: a Vampira da meia-noite invade o horário nobre


Beber sangue (de mentirinha) ela já fazia havia tempos, de macacão de malha cor da pele, biquíni e capa, na função de apresentadora de filmes de terror na Rede Bandeirantes, aos sábados, à meia-noite. Agora, Carla Tenore, 27 anos, a Vampira, vai morder em outras freguesias: ganhou um quadro semanal no programa SuperPositivo, um promissor posto na cobertura do Carnaval e, de quebra, um figurino mais à vontade: shortinho e top moderníssimos, desenhados por Alexandre Herchcovitch. De doer, mesmo, só o discurso cheio de bons propósitos: "Quero ajudar a promover questões sociais, como convocar pessoas a doar sangue".

 

 

Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Bel Moherdaui,
Silvia Rogar e Thaís Oyama

 

Copyright 2001
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Curitiba
Veja BH | Veja Fortaleza | Veja Porto Alegre | Veja Recife
Edições especiais | Especiais on-line | Estação Veja
Arquivos | Próxima VEJA | Fale conosco