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Guia
A plástica tem hora
Digital Vision
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A rigor, cirurgia plástica
só deve ser realizada por adultos que estão muito
certos do que pretendem fazer com seu corpo. Há casos, porém,
em que a evidente desproporção de uma parte do corpo
pode ser corrigida previamente. Mesmo assim, cada cirurgia plástica
tem uma idade mínima para ser realizada. O limite está
quase sempre relacionado ao fim dos processos de formação
das partes do corpo. Os especialistas afirmam que idade mínima
não é sinônimo de idade ideal. O momento certo
varia de acordo com a pessoa e com as conseqüências da
falta de proporção em seu corpo. O histórico
do paciente deve ser considerado ao se avaliar a necessidade do
procedimento, qualquer que seja a idade.
Correção
da orelha de abano
Idade mínima: 7 anos
Nessa idade a criança já tem a orelha praticamente
do tamanho que conservará até a idade adulta e suporta
melhor o pós-operatório.
Redução
ou aumento dos seios
Idade mínima: 16 anos
A mama já atingiu 95% de seu crescimento e a pele está
com a elasticidade ideal para adaptar-se aos novos contornos. Em
alguns casos, quando há crescimento anormal dos seios e danos
à coluna, por exemplo, é possível adiantar
a cirurgia.
Lipoaspiração
Idade mínima: 17 anos
Até a pré-adolescência, o processo que leva
ao surgimento das células de gordura ainda não terminou.
Os resultados de uma lipoaspiração poderiam, assim,
ser revertidos. Aos 17 anos, o desenvolvimento está completo
e já dá para saber as proporções do
corpo. Mas a cirurgia é um recurso extremo. Antes, devem-se
tentar a educação alimentar e os exercícios.
Nariz
Idade mínima: 14 anos
Na pré-adolescência, o nariz cresce mais que o restante
da face, gerando certo desconforto. Esse processo se completa por
volta dos 14 anos.
Fontes: Oswaldo Saldanha, secretário
nacional da Sociedade
Brasileira de Cirurgia Plástica, e Américo Marques,
da Universidade Federal de São Paulo
Vídeo caseiro que
dá para assistir
Geralmente
os vídeos domésticos acabam sendo uma tortura para
os familiares, obrigados a assistir a horas de gravação
enfadonha. Para tornar os momentos inesquecíveis dignos de
ser vistos com prazer, eis alguns conselhos de Laís Bodansky,
diretora do premiado filme Bicho de Sete Cabeças.
Durante a gravação:
Antes de começar, é preciso acertar a posição
da câmera, estudar o enquadramento e ter em mente o foco de
ação que será filmado. Sem esse planejamento,
a edição fica mais difícil e perde-se tempo
gravando cenas sem importância.
Antes e depois de gravar cada cena, é aconselhável
dar um espaço de três segundos. Isso também
ajuda a edição.
Os planos devem ser objetivos e curtos. Quando não há
uma ação que segure a cena, cinco segundos são
suficientes para o registro.
Paisagens demais deixam o vídeo cansativo. É recomendável
filmá-las por alguns segundos, apenas para registro. Depois,
na edição, pode-se fazer um clipe ou acrescentar um
efeito que simule álbum de fotos.
O zoom deve ser usado com parcimônia. Na dúvida, é
melhor que ele fique aberto porque a imagem treme menos.
Durante a edição:
É preciso ter olhar crítico: manter apenas
os melhores momentos e jogar fora imagens que pouco acrescentam
ao resultado final. Geralmente descarta-se mais da metade do material.
Ter um roteiro facilita o trabalho. É recomendável
assistir ao vídeo anotando a ação e o tempo
em que ela ocorre para se ter uma idéia do conjunto.
Efeitos especiais, como planos girando, podem ser usados,
mas sem exagero.
Vale manter o som ambiente em algumas cenas, mas acrescentar música
em determinados momentos deixa o vídeo mais leve.
Editado por Eduardo Burckhardt.
Colaboraram Constança Tatsch e Tatiana Schibuola
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