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Cartas
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"Não se admite que o presidente
seja o último a saber o que traduz incompetência,
omissão, falta de controle e de fiscalização."
José Maria Barbosa
Maceió, AL |
Crise
Primeiro, o ex-ministro José Dirceu
disse que não sabia das ações de seu assessor
Waldomiro Diniz. Exonerou o companheiro e deu o caso por encerrado.
Depois, o presidente Lula não sabia das ações
de seu ministro da Casa Civil. Na semana passada, o presidente do
PT, José Genoíno, disse que não sabia das ações
de seu tesoureiro, mas assinou embaixo. Agora, José Nobre
Guimarães, irmão de Genoíno, diz não
ter a menor idéia do que seu assessor estava fazendo com
100.000 dólares escondidos na cueca. Por mais deslumbrado
que se esteja, é necessário governar o país.
E uma boa administração começa por saber o
que os subordinados estão fazendo ("A maioria acha que ele
sabia", 13 de julho).
Adelson José Fontes Santos
São Paulo, SP
Acredito que o presidente Lula não
tinha conhecimento. Assim como numa grande empresa se descobre posteriormente
que esse ou aquele empregado estava dando o golpe, aconteceu, acontece
e acontecerá nos governos. Não considero o PT ou qualquer
outro partido desonesto. O que existe são pessoas desonestas,
que ingressam nas empresas, nos partidos e nos governos. Vamos nos
lembrar de que o deputado Roberto Jefferson afirmou na CPI que todos
ali presentes não eram coerentes com as declarações
de gastos em campanhas. E todos baixaram a cabeça: direita,
centro e esquerda.
Joaquim Rêgo
Manaus, AM
Se ele não sabia, nós, leitores
de VEJA, certamente já sabíamos. Basta nos lembrarmos
de que, desde que o PT assumiu o governo, a revista vem nos alertando
para o loteamento que o PT estava fazendo nos cargos públicos
com a intenção de gerar caixa para o partido com a
contribuição do dízimo. Um partido que age
dessa forma com a máquina pública não deve
surpreender ninguém.
Marcos Vinicius S. Machado
Sapucaia do Sul, RS
Essa história de que o Lula nada sabia
é igual à do marido traído. Sabia que era enganado,
só não queria admitir, imaginando que os outros não
tinham percebido.
Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP
Acho legal os meios de comunicação
no Brasil denunciarem a corrupção, mas tenho percebido
que vocês estão indo muito além da denúncia.
Não sou petista nem de esquerda, somente um brasileiro que
mora fora e que torce muito pelo Brasil, mas esta última
capa é demais da conta.
Marcelo Lemes
Corona, Califórnia, EUA
VEJA atribui minha saída da vice-presidência
de varejo e distribuição à "suspeita de beneficiar
o PT na concessão de empréstimos de 20,6 milhões
de reais sem exigir avalista". Minha carreira, construída
ao longo dos 31 anos de serviços prestados ao banco, exercendo
cargo de confiança desde o segundo ano após a posse,
sempre foi pautada pela ética e pelo compromisso para com
a organização. Nunca me prevaleci de indicação
política para quaisquer dos cargos que exerci. Sempre fui
técnico qualificado, reconhecido pela empresa e pelo mercado.
A operação de leasing de 20,6 milhões de reais,
contratada com o cliente PT em 2004, observou todos os critérios
previstos nas políticas de crédito do BB, foi aprovada
pelo comitê de operações, integrado por diretores
estatutários. O relacionamento com o cliente se dá
através do Pilar Atacado Diretoria Comercial, Agência
Empresarial centro-SP, fora, portanto, do âmbito em que eu
atuava ("O efeito benéfico da crise", 13 de julho).
Edson Machado Monteiro
Brasília, DF
O Banco do Brasil considera absurda a vinculação
da substituição de dois executivos com a operação
de leasing com o PT. Atendendo a uma representação
encaminhada ao Tribunal de Contas da União, o Banco do Brasil
enviou todas as informações sobre a operação
de leasing àquele órgão, em 17 de setembro
de 2004. O TCU julgou improcedentes os questionamentos sobre a operação
e decidiu pelo seu arquivamento. Edson Monteiro, técnico
de carreira, é funcionário do BB há 31 anos
e havia comunicado sua intenção de se aposentar dois
meses atrás. Atendendo à solicitação
do presidente do BB, Rossano Maranhão, permaneceu na vice-presidência
até o encerramento do semestre. Ocupou cargos de confiança
em toda a sua vida funcional. Foi consultor técnico da presidência,
diretor da área comercial, diretor da Brasilcap, tendo ocupado
por último o cargo de vice-presidente de varejo e distribuição.
Luiz Eduardo Franco de Abreu, oriundo do mercado financeiro, foi
presidente do Banco Regional de Brasília e membro do conselho
fiscal da Itausa. Estava há dois anos e meio no BB, atuando
como vice-presidente nas áreas de finanças, de mercado
de capitais e de relações com investidores. Os dois
executivos estão formalmente convidados a permanecer trabalhando
no conglomerado Banco do Brasil.
Carlos Alberto Barretto de Carvalho
Assessor de imprensa do Banco do Brasil
Brasília, DF
A gestão da Previ tem se pautado pelo
profissionalismo e pela transparência. Nos últimos
três anos, reestruturamos empreendimentos e criamos mecanismos
de controle que conferiram mais segurança e transparência
à gestão. Por isso, julgamos injusta nossa inclusão
no rol de instituições que passaram por "escândalos
recentemente", conforme publicado na matéria "Chave para
entender a crise" (6 de julho).
Sérgio Rosa
Presidente da Previ
Rio de Janeiro, RJ
Na semana passada, VEJA e outros órgãos
de imprensa divulgaram que a empresa Globalprev registrou um aumento
no seu faturamento da ordem de 600%, desde 2003. A notícia
se baseava em dados fiscais da prefeitura municipal de Indaiatuba,
São Paulo. Lamentavelmente, essas informações
não são verdadeiras. No último dia 11 de julho,
o próprio secretário municipal de Fazenda, Francisco
Carlos Vicentin, divulgou declaração admitindo que
a informação "não condiz com a realidade dos
fatos". Em sua declaração, a prefeitura de Indaiatuba
também lamenta "profundamente que as informações
falsas tenham prejudicado diretamente" minha reputação.
Reitero que, desde 30 de outubro de 2002, deixei de ser sócio
proprietário da empresa Gushiken & Associados Ltda.,
empresa que foi sucedida pela Globalprev. Na época, transferi
minha participação a seus atuais proprietários.
A alteração contratual foi arquivada em 6 de dezembro
de 2002, na Junta Comercial de São Paulo, onde está
disponível a todos os interessados.
Luiz Gushiken
Secretário de Comunicação de Governo e Gestão
Estratégica
Brasília, DF
Lulinha
Mais uma vez esta revista presta um serviço
incomensurável à nação brasileira nos
trazendo a reportagem sobre as relações do filho de
Lula com a Telemar. Depois dessa esclarecedora matéria, alguém
duvida que Lula sabia e sabe de coisas do arco-da-velha? Bem feito
para aqueles que sempre louvaram o PT como símbolo de mudança
e ética. Lula e o PT deveriam enfiar a viola no saco, fazer
um grande mea-culpa e cair fora.
Glauco Sanson Silva
Curitiba, PR
Só há uma forma de o presidente
Lula sair dignamente dessa crise e, ainda, passar para a história
como grande benfeitor deste país: é desistir de reeleger-se
e jogar todas as fichas numa reforma constitucional que amplie o
mandato para seis anos, tempo suficiente para um governo dizer a
que veio e, ao mesmo tempo, acabar de vez com esse cancro da reeleição,
que vira a cabeça de todo grupo político que assume
o poder, atrapalha o mandato em vigor e favorece a corrupção.
Wilson S. Jacques
Porto Alegre, RS
É inaceitável a alusão
feita a mim, na página 68 de VEJA nº 1.913, acompanhada
de vistosa foto. A reportagem, a cujo tema sou absolutamente estranho,
lembra a minha condição de filho de ex-presidente
da República, diz que fui alvo de infundada suspeita de ajuda
a certa companhia, mas que os meus hábitos de vida são
"considerados incompatíveis com seus [meus] rendimentos".
É a segunda vez que VEJA me atinge, requentando agora parte
de matéria da edição de 29 de novembro de 2000,
contra a qual reagi veementemente em carta publicada por V. Sas.
em 6 de dezembro do mesmo ano. Lamento que VEJA faça menção
ao meu nome, de forma ofensiva, por meio da divulgação
de uma suposição que ela própria diz infundada,
e de uma cogitação absolutamente vaga.
Paulo Henrique Cardoso
São Paulo, SP
NOTA DA REDAÇÃO: VEJA
lamenta ter retornado à questão por ela própria
dada como infundada.
Roberto Pompeu de Toledo
Um primor o ensaio "Nhô Lula e a tentativa
do último milagre" (13 de junho), de Roberto Pompeu de Toledo,
sobre a letargia de nosso presidente após ter ganho as eleições.
O conto de fadas em que vive é o de quem não precisa
fazer mais nada, após o milagre de passar de operário
a presidente da República. O castelo de cartas está
desabando e ele continua passeando pelo exterior como se nada estivesse
acontecendo.
Carlos Alberto Dantas Moura
Rio de Janeiro, RJ
Roberto Pompeu de Toledo mostrou com maestria
e clareza a verdadeira situação em que se encontra
nosso presidente. Um rei perdendo os encantos de sua majestade.
Sonia Bichir
Bertioga, SP
Diogo Mainardi
Lula não só deve renunciar como
também pedir perdão pela administração
calamitosa de seu governo. Tenho dois filhos, e outros pais também
têm filhos tentando ingressar no mercado de trabalho. São
jovens com curso superior, estudiosos e competentes que, com a situação
criada (sem concurso público), não vêem perspectivas
de futuro com a quantidade de cargos comissionados, conseguidos
pela apadrinhagem do PT. Como disse Mainardi, "eles deviam ter remorsos
do que fazem" ("Sai, Lula, sai", 13 de julho).
Enedino Corrêa da Silva
Brasília, DF
Lula tem de sair rápido, de preferência
voando em seu novo avião. Mas antes digam a ele e aos outros
petistas que, segundo o dicionário, as palavras errar e roubar
têm significados diferentes. Hoje o discurso deles é
o seguinte: "Quem errou tem de pagar". Quem errou fomos nós
quando votamos neles. Roubar, subtrair coisa alheia é o que
eles estão fazendo com o dinheiro público. O correto
é "quem roubou tem de pagar".
Álvaro Vasconcelos
Ribeirão Pires, SP
Ao propor a dissolução do Congresso
Nacional e dizer que falta revanchismo à democracia brasileira,
o senhor Mainardi se esquece de todos os brasileiros que foram presos,
torturados, exilados e assassinados "lutando" para que no Brasil
todos os cidadãos pudessem expressar suas idéias.
Até as dele.
Lilian Glauce Rossi
Bela Vista de Goiás, GO
Sobre o artigo "Um país detestável"
(6 de julho), gostaríamos de informar que a Maricic Eventos
é criadora, promotora, organizadora e detentora dos direitos
de utilização do Parque Villa-Lobos para o desenvolvimento
do Aberto de São Paulo. A Cobra Tecnologia foi patrocinadora
nos dois últimos anos do Aberto, e no último ano o
patrocínio cobriu 30% do custo total do evento os
outros 70% foram buscados pelo departamento comercial de nossa empresa,
e com muito esforço conseguimos obter um saldo positivo.
Apesar do grande sucesso do Cobra Classic Aberto de São Paulo
2005, recebemos comunicado do novo presidente, o senhor Leandro
Vergara, informando que o controlador, Banco do Brasil, não
se interessa por esse tipo de evento.
Simone Maricir
Maricic Eventos
São Paulo, SP
Assédio moral no trabalho
Ao ler a reportagem "Assédio moral.
O lado sombrio do trabalho" (13 de julho), eu me senti o próprio.
Nos últimos sete meses, passei pela maioria dos itens relacionados
na página 105 da referida matéria. No dia 10 de junho
entramos num acordo e fui demitido. Eu não suportava mais.
Estava justamente lendo a matéria no domingo à noite
quando recebi uma ligação de um ex-colega de trabalho,
que ficava indignado quando ouvia ou presenciava as humilhações
e os constrangimentos, perguntando se eu havia lido VEJA. A reportagem
aguçou a intenção de buscar justiça.
Marcus Teixeira
Jaboatão dos Guararapes, PE
Excelente a reportagem sobre assédio
moral no trabalho, pois, embora as falácias atuais girem
em torno de líderes mais habilitados para tratar com pessoas,
pouco se vê na prática isso ocorrendo. É preciso
mostrar cada vez mais à sociedade fatos como esses relatados,
para que os profissionais responsáveis pela condução
de processos humanísticos dentro das empresas saiam da omissão
e façam valer suas qualificações e salários.
O assédio moral é um problema muito sério,
que, além de muitas outras coisas, pode levar o funcionário
à morte. Não podemos nos calar diante de um mal tão
mascarado e assustador!
Cláudia M. de Carvalho
São José dos Campos, SP
Talvez o trauma psicológico provocado
por tal situação seja irreparável, mas deixo
aqui uma sugestão aos editores de VEJA: colocar estampados
os nomes dos empregadores responsáveis pelo constrangimento
profissional das testemunhas mencionadas naquele artigo, preferencialmente
na capa da revista, com suas respectivas fotos. Na posição
de constrangidos talvez entendam melhor os danos causados quando
na posição de constrangedores.
Marcelo Schüber Jr.
Recife, PE
Terrorismo
Infelizmente o 7 de Julho ficará marcado
como uma gota de sangue no calendário das atrocidades terroristas.
É mais uma data que nos atormenta em um mundo repleto de
ódio e lunáticos. Na véspera do atentado, Londres
celebrava a alegre notícia de que sediará os Jogos
Olímpicos de 2012. Um dia depois, a mesma cidade chorava
seus mortos, cuidava de seus feridos e tentava lidar com a barbárie.
De fato, um dia trágico não somente para os ingleses,
mas para todos nós ("A vez de Londres", 13 de julho).
Adriana Cunha Costa
Washington, DC, EUA
Depressão
Como distribuidores da empresa Cyberonics
e do produtos VNS (Vagus Nerve Stimulation) no Brasil, esclarecemos
que temos a aprovação da Anvisa para a comercialização
do produto quando indicado para o tratamento de epilepsia. Inúmeros
pacientes já se beneficiam dos resultados desse produto.
O VNS ainda aguarda aprovação do FDA (Food and Drug
Administration) para o tratamento da depressão. Após
essa aprovação e a conseqüente apreciação
e o consentimento da Anvisa, o produto estará disponível
no mercado brasileiro ("Tratamento de choque contra a depressão",
Guia, 6 de julho).
Claudio Rigamonti
Diretor da Politec Importação e Comércio Ltda.
Barueri, SP
Cartas
O esclarecimento prestado pelo senhor Thomas
Koch à redação dessa revista não guarda
nenhuma relação com a verdade ("O Koch é outro",
Cartas, 13 de julho). Com efeito, eu e ele constituímos em
outubro de 1972 a empresa denominada Koch Tavares Promoções
Esportivas Ltda. O senhor Thomas Koch integrou a referida sociedade
até fevereiro de 1979, quando dela se retirou recebendo todos
os seus haveres. A marca da Koch Tavares foi criada pelo publicitário
Ricardo Corte Real, em 1972, e continuou pertencendo à empresa,
encontrando-se devidamente registrada no INPI (documento anexo).
Assim, o expediente ali descrito não possui nenhum fundamento,
como facilmente poderá ser demonstrado pelos documentos societários
arquivados na Junta Comercial do Estado de São Paulo.
Luis Felipe Starace Tavares
São Paulo, SP
Beatriz Sarlo
Lúcidas, corajosas e eloqüentes
as palavras da professora Beatriz Sarlo (Amarelas, 13 de julho).
Em poucas palavras, um retrato conciso da história contemporânea
argentina, do nacionalismo peronista ao delírio militar das
Malvinas. Como contraponto, a literatura de Borges, Puig e Saer,
contra a barbárie e a insensatez que assolam não apenas
o país vizinho, mas grande parte da América Latina.
Tito Cassiano José Schmitt
União da Vitória, PR
Interessante: pensei que a história
do argentino com complexo de inferioridade fosse apenas piada. Pois
não é que a senhora Beatriz Sarlo reconheceu a baixa
estima dos argentinos (principalmente depois das copas América
e das Confederações)? Brincadeiras à parte,
o rumo tomado pela Argentina é justamente aquele que o governo
brasileiro evita a todo custo. Por isso, em que pesem as denúncias
de corrupção, parabéns ao governo Lula pela
sua política econômica.
Eduardo Goeldner Capella
Florianópolis, SC
Steven Spielberg
A curta entrevista com Steven Spielberg (Auto-retrato,
13 de julho) ajuda a entender por que ele é, há décadas,
um dos maiores nomes do cinema mundial. No Sopro do Ator, centro
de pesquisa em artes sediado em Copacabana, no Rio de Janeiro, obras-primas
como A Cor Púrpura são estudadas a fundo para
entender como a sensibilidade do cineasta faz a magia surgir dos
lugares menos óbvios. Aprendemos a importância de ouvir,
uma habilidade fundamental não só para artistas mas,
conforme diz Spielberg, para todos nós.
Hugo Dart
Rio de Janeiro, RJ
Lya Luft
Sou brasileira, mas moro por enquanto na Alemanha,
onde estudo arquitetura. Admiro muito Lya Luft e sempre leio as
reportagens pela VEJA on-line. O artigo "A revolução
da decência" (Ponto de vista, 13 de julho) reflete as falhas
que nosso Brasil precisa enfrentar para andar adiante. O maior buraco
é não investir nos jovens, pois eles são o
futuro! Lya Luft é uma pessoa fenomenal. Que continue nos
presenteando com seus pontos de vista!
Marianna Andrade Dörfler
Kaiserslautern, Alemanha
CORREÇÕES: A empresa
UST não é afiliada do Grupo Altria (www.altria.com),
do qual fazem parte a Philip Morris USA e a Philip Morris International
("Plano B para fumantes", 6 de julho).
O nome comercial do antidepressivo milnaciprano é Ixel, e
não Excell ("Cada caso tem seu remédio", Guia, 6 de
julho).
O cachê de 500 000 dólares de Gisele Bündchen
foi pago não apenas para um desfile na Fashion Rio, mas também
para uma campanha publicitária ("O caminho da passarela",
Guia, 13 de julho).
O nome do ator que interpreta o chefe de Dennis Quaid no filme Em
Boa Companhia é Topher Grace. Carter Duryea é,
na verdade, o nome do personagem de Grace no filme (Guerra no
Escritório, 13 de julho).
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A CHAVE DO COFRE
Duzentos
e sessenta e oito leitores comentaram por carta a reportagem
especial de capa da edição 1912 de VEJA
(6 de julho). Desses, 23 destacaram a qualidade do encarte
"Quem tem a chave do cofre", que ajuda o leitor a entender
onde o dinheiro dos impostos é gasto no governo
federal e nas empresas estatais. Em http://veja.abril.com.br/060705/
p_058.html, o leitor pode encontrar a versão
on-line do encarte que exibe os cinqüenta cargos
mais cobiçados da administração
federal.
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VAI ACABAR EM PIZZA?
De
Curitiba, o leitor Dalton Richard Packer, "indignado"
com a situação atual do país
especificamente com a crise provocada pela corrupção
em setores estratégicos da administração
pública , sugeriu à redação
a publicação desta curiosa capa (ao
lado).
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COMBATE AO ASSÉDIO MORAL
Ao
ler a reportagem "Assédio moral. O lado sombrio
do trabalho" (13 de julho), alguns leitores pediram
mais informações sobre como agir nesses
casos. "Qual o caminho jurídico para reivindicar
direitos? Existem órgãos que podem nos
ajudar?", perguntou Patrícia Pazzetti, de São
Paulo. O site www.assediomoral.org,
coordenado por especialistas como a médica do
trabalho Margarida Barreto que deve publicar
em breve a tese de doutorado com o estudo "Assédio
moral: a violência sutil", citado por VEJA ,
traz orientações para esses casos, além
de outras informações importantes sobre
o assunto. Outro estudo de Margarida voltado para o
tema ("Violência, saúde e trabalho
uma jornada de humilhações") pode ser
adquirido no site www.pucsp.br/educ/.
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