BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
REVISTAS
VEJA
Edição 2113

20 de maio de 2009
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
SEÇÕES
Carta ao Leitor
Entrevista
Lya Luft
Millôr
Leitor
Blogosfera
PANORAMA
Imagem da Semana
Holofote
Datas
SobeDesce
Conversa
Números
Radar
Veja Essa
 

Leitor

Assuntos mais comentados
Congresso — 33
Chuteira de ouro (capa) — 17
Elie Wiesel (Entrevista) — 16
Educação — 14
J.R. Guzzo — 13

Meninos de ouro do futebol

Fiquei impressionado com os relatos feitos na reportagem "Chuteiras que valem ouro" (13 de maio), pois eu não sabia de todo esse "esquema" de empresários, clubes, famílias e jogadores que existe hoje. Vejo, também, que os atletas são brasileiros, mas os melhores times são europeus.
Murilo Godoi Evangelista
Tapiratiba, SP

Excelente reportagem. Cumprimento também alguns clubes pelo trabalho que fazem, desenvolvendo o caráter dos atletas e dando educação a eles, preparando-os para serem cidadãos melhores. Mas sabemos que ainda é raro esse trabalho de excelência em formação do atleta, assim como são raros os empresários de caráter com compromissos sérios. Eu alerto aqueles jovens jogadores para que, na ânsia de se tornarem astros da bola, não comprem falsas promessas para não acabar como vítimas de aproveitadores.
Agnaldo Vignati
Master em gestão de futebol
São Paulo, SP

O futebol brasileiro está cada vez mais prejudicado, empobrecido. Os times do Brasil estão perdendo o prestígio. De todos os jogadores que vemos na seleção brasileira atual, no máximo dois ou três ainda jogam nos campeonatos nacionais. Será que nós ainda podemos chamar a seleção do nosso país de "brasileira"? As autoridades do futebol deveriam pôr um limite na venda de jogadores ao exterior.
Carlos Augusto Castrucci
São Paulo, SP

VEJA tocou, enfim, em um assunto que me afligia bastante: a questão da "realidade paralela" em que vivem os jogadores de futebol. Como estudante e filho de professores universitários, saber que um garoto de 18 anos pode, de uma hora para outra, ganhar milhares de dólares não me preocupava tanto até ler a reportagem. O que me deixa estarrecido é o fato de que a nova leva de jovens jogadores, além de não ter definido seus interesses (ganhar dinheiro ou viver bem, sendo reconhecidos como bons jogadores), simplesmente não se interessa em imergir na cultura do país onde joga e, muitas vezes, leva consigo uma falsa imagem do Brasil para a Europa e para outros continentes. Enquanto isso, outros jovens lutam consistentemente nas universidades na busca incansável por conhecimento, sem o apoio de instituições privadas e públicas.
Luiz Claver Pereira Grilo
Campina Grande, PB

Cumprimento VEJA e o "recém-chegado" Kalleo Coura pela fidelidade nas palavras que usou na reportagem, imparcial e fiel ao que foi relatado por mim. 
Guto Assumpção
Diretor do Departamento de Base do Santos Futebol Clube
Santos, SP

"Muito interessante a indústria que se formou em torno das crianças-prodígio do futebol. Ficarei mais otimista com relação ao futuro do nosso país quando esforço semelhante for feito na busca de engenheiros, médicos, biólogos, físicos, cientistas."
Antonio Cavalcanti da Matta Ribeiro
Bragança Paulista, SP

Lailson Santos
Nilson Belém Júnior "Quero ir para o exterior, ganhar mais dinheiro e ajudar a minha família"

Congresso

Constata-se que a declaração do deputado Sérgio Moraes, relator do caso Edmar "Castelo" Moreira ("Estou me lixando para a opinião pública"), é, infelizmente, um retrato do que pensa a maioria dos políticos. Em relação ao caso Edmar, a "opinião pública", tão desprezada por Sérgio Moraes, continua clamando por justiça e espera a punição, mas, assim como em outros casos, somente uma mobilização popular pode fazer essa "opinião pública" crescer e influenciar nas decisões. Do contrário, eles vão continuar se "lixando" para nós ("Verdades que envergonham", 13 de maio).
João Paulo Maia Mendonça
Salvador, BA

Nem tudo é desprezível na frase arrogante. Se ele está "se lixando", cabe à opinião pública usar o mesmo verbo nas próximas eleições, lixando pelo menos 70% dos "picaretas" com mandato. Um pouco mais do que dizia o então candidato Lula. O slogan será: Lixa neles!
João de Morais Batista
Recife, PE

É necessário que os cidadãos brasileiros aprendam a votar. Escolham de forma consciente, optando por alguém que de fato trabalhe pela melhoria das condições de vida da população. Analisem o histórico do candidato, para não se arrepender depois.
Valdomiro Nenevê
São José dos Pinhais, PR

A única forma de coibir a volta desses políticos ao poder é acabando com a obrigatoriedade do voto. Assim, creio que só votarão aqueles que acompanham os acontecimentos, que realmente se interessam e têm discernimento.
Mônica Delfraro David
Campinas, SP

O nobre deputado Sérgio Moraes tem razão ao dizer que não importam os desmandos e as canalhices praticados por ele e seus pares. Nós, eleitores omissos, covardes e cúmplices, continuaremos a votar nos mesmos corruptos de sempre. Um bom exemplo foram as eleições de 2006, em que saíram reeleitos mensaleiros, corruptos, estelionatários e mais uma infinidade de facínoras. Deveríamos escolher melhor, chances não faltam, a cada dois anos somos convocados para uma nova eleição. Cabe a nós fazer a depuração dos que vão dirigir este país.
Darcy B. Guedes
Londrina, PR

Tanta safadeza praticada por tantos deputados e senadores nos faz acreditar que o documento principal para o registro da candidatura desses parlamentares tenha sido a certidão negativa de honestidade.
João Hélio Rocha
Nova Friburgo, RJ

 

Elie Wiesel

Que entrevista emocionante (Amarelas, 13 de maio)! Tive a oportunidade de visitar um museu em Praga em memória aos mortos no holocausto. Nunca mais me esquecerei de uma sala com as cartinhas escritas e desenhadas pelas crianças nos campos de concentração e, logo abaixo, a data de sua morte: todas morreram logo em seguida, pouco tempo após a data das cartas. Coisa mais horrível não presenciei.
Maína Olbertz Karam
Curitiba, PR

 

Educação

Li com orgulho a reportagem sobre a criação de uma escola de formação de professores. O governo está avançando e realmente se importa com o futuro da educação brasileira.
Luiz Fernando Ferreira
Estudante
São Paulo, SP

Só quem teve o privilégio de frequentar o curso normal ou o curso de formação de professores sabe que não será um "reforço" de quatro meses que dará ao formando em pedagogia os requisitos para que ele exerça a função de professor com uma eficaz e suficiente metodologia e prática de ensino. A falta de professores bem formados está diretamente ligada à extinção dos referidos cursos, que ensinavam a ensinar.
Sandra Luzia Chináglia Moraes de Campos
Professora
Piracicaba, SP

 

J.R. Guzzo

O sensato artigo "É proibido proibir" (13 de maio), do eminente J.R. Guzzo, é uma prova inconteste de que, se o presidente Lula quisesse mudar o Brasil para melhor, o teria feito do alto dos seus milhões de votos, quando da primeira eleição.
Edna Trindade de Araújo
Natal, RN

Lula especializou-se nesses tipos de comentário que relativizam todas as práticas funestas que, se não foram introduzidas por ele e seus aliados neste país, foram por eles acentuadas.
Zulma Jacinto Garcia
Curitiba, PR

 

Diogo Mainardi

As obras italianas ficam para a eternidade; já as brasileiras, além da farofada, são banquete de formigas e vermes. Tem gente que enche os bolsos fácil, fácil. Temos ótimos artistas brasileiros e com dificuldade de projeção por falta de padrinhos. Não entendo de arte, somente gosto ou não gosto. Vik Muniz é apenas um lúdico e irreverente, só isso. Uma heresia primitiva contra os grandes artistas ("Mister Maker", 13 de maio).
Terezinha Abreu
São Paulo, SP

Eu gostaria de agradecer a Diogo Mainardi pelo interesse e tradicional eloquência com que criticou (ou elogiou, até agora não sei) o meu trabalho ("Mister Maker", 13 de maio). Agradeço, pois, ao Diogo, que, apesar de pessoalmente ser uma pessoa formidável, intelectualmente é um gabiru recalcado cuja única contribuição para a cultura local tem sido uma constante e enfadonha reinvenção da demagogia como forma de entretenimento. Muito obrigado por me comparar com Mister Maker. Adoro e recomendo o programa, especialmente para o Diogo, que, como crítico de arte, demonstrou ser confuso e não enxergar um palmo além de parcos estereótipos.
Vik Muniz
Rio de Janeiro, RJ

A propósito do artigo "Mais e menos inteiros" (6 de maio), do jornalista Diogo Mainardi, informamos que no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), após exaustiva discussão científica, e mesmo considerando as limitações financeiras e a insuficiência de repasses pelo sistema público, desde abril de 2008 o Rituximab foi incluído na seleção de medicamentos do hospital, vindo a ser usado como parte do protocolo de tratamento quimioterápico em todos os casos atendidos pelo SUS que preenchem critérios clínicos (linfoma difuso de grandes células B). Reconhecemos que, infelizmente, essa é uma realidade de poucos hospitais públicos, sendo, no caso em questão, viabilizado no HCPA por particularidades orçamentárias e gerenciais da instituição, que envolvem o aporte de outras fontes de recursos, além daqueles repassados pelo SUS (10% de atendimento de convênios e particulares).
Leila Beltrami Moreira
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Porto Alegre, RS

 

Pete Earley

Sempre que um órgão de imprensa sério traz reportagem sobre doenças mentais, está contribuindo sobremaneira para desvendar a aura negativa que paira sobre os portadores de tais patologias. Ao publicar a reportagem "Quando o amor de pai já não basta" (13 de maio), VEJA nos traz a vivência do pai de um rapaz psicótico. Pete Earley, escritor americano, especialista no sistema judiciário de seu país, nos deu uma verdadeira aula a respeito do drama vivido pela família de portadores dessas doenças. Certamente fomos todos brindados por uma visão mais íntima do problema, desta vez dada por alguém que sofre muito com ele. Parabéns pela publicação.
José Elias Aiex Neto
Médico psiquiatra
Foz do Iguaçu, PR

Obrigado por escreverem sobre meu livro e contarem minha história como pai. A revista foi publicada no dia em que parti deste maravilhoso país, e me emocionei ao lê-la. A reportagem registrou bem o impacto emocional e as dificuldades que eu enfrentei. Já recebi dúzias de e-mails de pessoas no Brasil que têm uma doença mental ou de parentes com o problema. Todos leram a entrevista. Eu não imaginava, até chegar ao Brasil, que o ministro da Saúde estivesse sob a influência de pessoas do movimento antipsiquiatria, que não acreditam que as doenças mentais sejam, de fato, doenças. Isso me deixa muito triste. Eu me envolvi num debate com algumas delas em Brasília. É uma tristeza, um engano mortal que meu país cometeu nos anos 60.
Pete Earley
Por e-mail

 

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP;
Fax:
(11) 3037-5638; e-mail: veja@abril.com.br.

Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |