
Dinheiro compra felicidade?
A
maioria das pessoas certamente responderia "não"
à pergunta do título. Ainda assim, pesquisadores
do Dartmouth College, nos Estados Unidos, e da Warwick University,
na Inglaterra, resolveram medir a que quantia equivaleria
um casamento feliz se pudesse ser trocado por dinheiro.
Eles acompanharam milhares de pessoas durante quase trinta
anos, avaliando o grau de satisfação no ambiente
familiar e até que ponto o dinheiro influencia a
felicidade em família. O resultado: só uma
renda extra de 100.000 dólares
por ano poderia produzir tanta satisfação
quanto um casamento bem-sucedido.
Banho de inglês
A moda nas escolas de idioma são os chamados "programas
de imersão". A proposta é passar dois ou três
dias numa chácara ou hotel só ouvindo e falando
inglês, por exemplo. A diária sai por 200 reais.
As escolas garantem que dá resultado, principalmente
para quem vai viajar, já sabe o básico do
idioma e só precisa soltar a língua.
Ouro para quem acessar
Ivson
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A internet não demorou a aderir a uma das mais antigas
manias nacionais: a loteria. No ar há duas semanas,
o site www.sortesolidaria.com.br
apela à atração do brasileiro pelos
sorteios para ganhar público e, ao mesmo tempo, fazer
caridade. O internauta se cadastra no endereço. A
partir daí, toda vez que acessar a rede verá
uma pequena janela com anúncios. Enquanto mantiver
a janela aberta, com os nomes dos patrocinadores do site
piscando em sua tela, o participante acumula números
para concorrer pela Loteria Federal a barras de ouro de
50 gramas. Cada peça vale cerca de 900 reais no mercado.
Um décimo da renda com os anúncios é
doado a programas como a Ação da Cidadania
contra a Miséria e pela Vida e entidades como a Associação
de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).
Seguro animal
Ninguém faz seguro com o objetivo de usar o serviço,
mas como prevenção. É o caso de um
plano novo oferecido por algumas seguradoras, feito para
donos de cães bravos. Por 150 reais ao ano, a apólice
cobre danos de até 20.000
reais que possam ser causados a terceiros pelo cão.
Mesmo que o animal não morda, o seguro cobre as despesas
com o tratamento da vítima em caso de tombo ao correr
dos latidos.
Direções opostas
Um estudo da Universidade de Ulm, na Alemanha, concluiu
que homens e mulheres utilizam partes distintas do cérebro
para se localizar em lugares estranhos. Os pesquisadores
monitoraram os cérebros de pessoas de ambos os sexos
durante um teste em que elas tentavam sair de um labirinto
virtual em três dimensões. Os homens recorreram
a noções geométricas para realizar
a tarefa. As mulheres preferiram usar a memória.

Não há nada pior para uma menina do
que a chegada precoce da puberdade. Elas, mais do
que os meninos, precisam estar preparadas para encarar
essa fase de mudanças físicas e intensa
agitação emocional. Um estudo realizado
por psicólogos americanos revela que o ambiente
familiar equilibrado é fundamental para que
uma menina se desenvolva normalmente. A pesquisa detectou
dois fatores que apressariam os sintomas da adolescência
nas mulheres: um comportamento depressivo da mãe
e a presença de um homem estranho à
casa, um padrasto, por exemplo.
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Boa
notícia
Ouvir para aprender
Liane Neves
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Os ministérios da Educação e
da Saúde, em parceria com entidades médicas,
resolveram encarar um dos vilões do baixo rendimento
escolar: a deficiência auditiva não diagnosticada.
Está em curso uma investigação
sobre o tamanho do problema no país. Numa primeira
etapa, mais de 260.000
alunos foram submetidos a testes com um vídeo
distribuído às escolas. As rianças
com suspeita de deficiência serão agora
examinadas.
Má
notícia
A praga da automedicação
Marcio Capovila
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Comprar remédios e tomá-los por conta
própria, sem o acompanhamento de um médico,
é prática disseminada entre os brasileiros.
Um levantamento do Ministério da Saúde
revela que 80% dos medicamentos vendidos no país
não têm prescrição médica.
Os riscos são altos: segundo a pesquisa, cerca
de 24.000 das 80.000
mortes por algum tipo de intoxicação
registradas anualmente no Brasil podem estar ligadas
à auto-medicação.
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Um novo começo
A
mais recente demanda verificada nas consultorias de
recursos humanos não é pela recolocação
de executivos desempregados com a onda de fusões
entre empresas. Muitos profissionais na casa dos 50
anos, bem empregados e com o futuro garantido financeiramente,
têm procurado os consultores com outro tipo
de angústia: como se ocupar depois da aposentadoria?
Os especialistas os orientam no planejamento de um
negócio próprio, em geral ligado a um
hobby do cliente. A intenção é
que o executivo aposentado possa trabalhar se divertindo
em sua "segunda carreira".
Preconceito declarado
Mais uma contra os fumantes: agora, parar de fumar
pode ser pré-requisito para conseguir um emprego.
Uma enquete com mais de 500 executivos realizada pela
Manager, uma consultoria de São Paulo, revelou
que 11% deles não contratariam um candidato
que fosse adepto do cigarro. Mais da metade justificou-se
dizendo simplesmente que os fumantes poluem demais
o ambiente de trabalho. Outra parte dos antitabagistas
alegou que funcionários que fumam apresentam
baixa produtividade porque perdem tempo com o vício.
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