Edição 1 632 -19/1/2000

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e negócios
Guia
Como lidar com os gêmeos
O filtro solar certo e a melhor forma de usá-lo
Você é cabeça quente?
Para usar
O que estou lendo

Artes e Espetáculos
Colunas
Stephen Kanitz
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Veja recomenda

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


 

O truque funciona

 

Falso desconto:
o consumidor gosta

O expediente parece tão simples, todo mundo conhece, mas um estudo feito recentemente nos Estados Unidos comprova que o consumidor de fato se sente beneficiado diante do falso desconto do nove – aquele que se vê nas lojas para vender produtos a 4,99 ou 9,99 reais. A pesquisa concluiu que a estratégia funciona não apenas para valores quebrados nos centavos mas também para preços inteiros terminados em nove, como 39 ou 49. Os pesquisadores americanos produziram e distribuíram três versões de um mesmo catálogo de produtos – com o detalhe de que um dos itens apresentava, em cada versão do prospecto, preço diferente (44, 49 e 54 dólares). O resultado foi que os "clientes" que receberam o catálogo com o preço de 49 dólares fizeram 50% mais pedidos do produto.

 

Carreira

Qual é o melhor chefe: o homem ou a mulher? Não há discussão mais inconclusiva e divertida do que essa. Os homens não gostam quando mulheres ascendem aos postos de comando. As mulheres não contêm a raiva quando escutam na roda de amigos que o lugar delas é na cozinha. Uma pesquisa do Grupo Catho, consultoria de recursos humanos, ajuda a esquentar a discussão. Ouvidos mais de 600 executivos, a maior parte afirmou que chefes homens centralizam menos o poder e permitem mais participação da equipe nas decisões, o que se considera uma virtude.

 

A falsa velhice dos cães

Se seu cachorro de 3 a 8 anos anda cansado, encolhido de frio nos cantos, tem engordado muito e vem perdendo os pêlos já brancos, atenção: os sintomas podem não ser de envelhecimento, como se costuma pensar. É bom verificar se o caso não é de hipotireoidismo, doença glandular que atinge quase 10% dos cães, em especial os de grande porte. Beagles e cockers, apesar de menores, também são propensos à doença.

 

Aprenda com ele

Marcos Issa
O empresário José Carlos Brunoro é dono de uma marca impressionante: no ano passado realizou 210 viagens aéreas. Brunoro gerencia a carreira do piloto de Fórmula 1 Pedro Paulo Diniz e corre o mundo atrás do circo da velocidade. O empresário tem bons conselhos para quem vai viajar. "As pessoas em geral não usam metade das roupas que levam", diz. Para uma viagem de até dez dias, ele indica um terno, duas camisas e uma calça social, mais um jeans, que pode ser usado com as camisas. Tênis, bermuda e duas camisetas completam a mala de Brunoro. "Outro cuidado que tomo é exercitar-me no dia da viagem. Ajuda a ter sono no avião."

 

Confusão no provador

 
Arthur Cavaliere/ Strana
Fernando Lemos/Strana
 

Você entra na loja de roupas e o vendedor diz a frase inevitável: "Que tamanho deseja?" Nos Estados Unidos, onde a indústria trabalha com padrões bem definidos, a resposta é simples. Mas, no Brasil, responder à questão é complicado. A situação torna-se mais embaraçosa quando a roupa é um presente. Se compra o tamanho certinho, mas a peça fica um pouco grande, você corre o risco de ouvir: "Está me achando gorda?" Não é difícil encontrar quem colecione calças com duas ou três numerações diferentes. Ou, misturadas, camisas tamanho M e tamanho G. E o mais incrível é que as peças todas servem direitinho no corpo do dono, tal a falta de padrão das confecções. Para tentar acabar com essa história, a Associação Brasileira do Vestuário, Abravest, promete anunciar em breve a unificação das medidas, assunto que vem sendo debatido desde o ano passado. Seria, esta sim, uma medida de bom tamanho.

 

Vitória do consumidor

Em 1999, o Procon de São Paulo registrou um recorde quase imbatível: as recém-privatizadas empresas de telefonia do Estado foram responsáveis por 48% das reclamações ao órgão de defesa do consumidor. Entre junho e julho – o auge da ira dos consumidores contra as telefônicas – eram mais de 1.200 chamadas por mês reclamando do serviço. As empresas se conscientizaram e firmaram um compromisso de melhorar o atendimento. Deu resultado: as reclamações caíram para uma média mensal de 200 no final do ano.

 

Saúde

Teste: você é cabeça-quente?

Segundo um estudo da Escola de Medicina da Universidade Harvard, ser esquentado faz mal à saúde. Clique aqui, responda verdadeiro ou falso e saiba se é o seu caso.

 

 

Família

Cuidado com a boca, papai

Claudio Pinheiro
Muitas vezes, os pais vão dar bronca nos filhos e descuidam das palavras. Acabam recorrendo a expressões fortes demais e a conseqüência pode ser o surgimento de um trauma. Com base em entrevistas com pais e especialistas, o professor e psicólogo americano Charles Schaefer, da Fairleigh Dickinson University, preparou uma lista de frases que não devem ser ditas às crianças.

1. "Você é um mau menino."
2. "Eu preferiria que você não tivesse nascido."
3. "Você nunca vai ser nada na vida."
4. "Seu pai (sua mãe) e eu estamos nos separando por sua causa."
5. "Quando eu era da sua idade, voltava da escola a pé e ainda ajudava minha mãe a fazer o almoço."
6. "Por que você não pode
ser como seu irmão?"
7. "Você está agindo como
um bebê. Devia se envergonhar disso."
8. "Se fizer isso de novo, chamo a polícia para prender você."
9. "Faço tudo por você e não recebo nada em troca."
10. "Eu não acredito que você esteja com medo desse cachorrinho manso."

 

Editado por Christian Schwartz