Lábios de mel
André
Gonçalves, que interpreta um índio em
A Muralha, é o Thiago Lacerda das atrizes
Roberta Paixão
Fernando Martinho
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"Para
conquistá-las, vou às festas que elas
freqüentam, mando caixas de bombons e flores.
Só não mando flores todos os dias
porque elas perderiam tempo molhando as pétalas."
André Gonçalves, sobre
sua técnica de sedução
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A vida é curiosa.
Thiago Lacerda é o galã do momento, tem todas
as mulheres do país a seus pés, mas não
é o homem mais invejado entre os atores da Globo.
Nos corredores da emissora, quem está na boca do
povo é André Gonçalves, 17 centímetros
mais baixo (1,76 metro) e dono de uma fuselagem bem menos
robusta do que a do Matteo de Terra Nostra. Por uma
razão simples: André é o galã
para consumo interno o que é muito melhor. Enquanto
Thiago Lacerda é alvo de uma adoração
na maior parte das vezes platônica, André Gonçalves
chega junto e namora várias das beldades mais desejadas
da televisão. Com apenas 24 anos, já tem uma
lista respeitável. Dela fazem parte Tereza Seiblitz,
aquela que virou a cabeça de um padre na novela Renascer;
Miriam Rios, ex-Roberto Carlos; Carol Machado, do time de
jovens atrizes da Globo; e a veterana Renata Sorrah. O curioso
é que ele iniciou a maior parte desses namoros quando
essas atrizes eram suas colegas de elenco. Atualmente fazendo
o papel do índio Apingorá, na ótima
minissérie A Muralha, André não
se fez de rogado. Iniciou um tórrido namoro com a
musa Alessandra Negrini, que na trama faz o papel de uma
bandeirante.
Ana
Paula Paiva

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Renato
Leal
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Alessandra:
promessa de altar
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Renata: conquista
no estúdio
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O que André Gonçalves
tem de tão especial? "Ele é cheio de vida,
maduro, nada egoísta e de uma simplicidade que emociona",
derrama-se Miriam Rios. "Apesar de jovem, tem responsabilidade
e, além de tudo, é um ótimo pai", elogia
Tereza Seiblitz, referindo-se ao fato de que saiu grávida
de um namoro relâmpago com o ator. Na Globo ele é
chamado de Don Juan, mas tem pouco em comum com o lendário
sedutor sevilhano de fala mansa que colecionava mulheres
num catálogo. Está mais para o personagem
do filme O Homem que Amava as Mulheres, aquele que,
no dizer de uma de suas namoradas, tinha sucesso porque
partia para as conquistas como se daquilo dependesse sua
vida. Faz o estilo apaixonado obsessivo. Não poupa
olhares, elogios e carinhos quando quer ganhar uma mulher.
Descobre que festas o alvo freqüenta para aparecer
como se fosse por acaso. Manda flores e bombons, como na
música de Roberto Carlos. Promete casamento. "Estou
de quatro pela Alê, quero levá-la para o altar",
diz, sobre a atual paixão. É discreto. Correm
boatos na emissora de que ele já teria freqüentado
as alcovas de Vera Fischer, Luana Piovani e Vivianne Pasmanter.
Ele nega. Diz não saber quantas namoradas teve até
agora. "Foram muitas, mas eu só abri meu coração
para quem realmente gosta de mim", despista.
Robson Moreira
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Paulo
Jares

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| Miriam: "Ele
tem maturidade" |
Tereza: "Ele
ém um bom pai"
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Michael Jackson
O curioso é que André nunca teve o papel de
galã numa novela. Seu personagem mais lembrado é
o homossexual Sandrinho, de A Próxima Vítima,
em 1995. Ele ainda batalha duro por um lugar ao sol, mas
acha que está no lucro. Nascido numa família
pobre, passou a infância numa favela e, quando era
criança, trabalhava como vendedor ambulante na rodoviária
do Rio de Janeiro. Mais tarde, na adolescência, idade
em que os hormônios entram em ebulição,
chegou a passar um ano em abstinência sexual voluntária.
Como era fã ardoroso de Michael Jackson, ouviu dizer
que o artista não fazia sexo e resolveu seguir seu
estilo de vida. O cantor de Thriller perdeu um fã.
Sorte das atrizes da Globo.