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Guia Um
personal para chamar de seu O profissional que
tem a árdua missão de não deixar que o aluno sucumba
à preguiça agora dá aulas de outros estilos: ioga,
corrida, bicicleta e danças de salão  Camila
Antunes
Primeiro o personal trainer era exclusividade de
quem tinha muito dinheiro. Depois se tornou acessível à classe média
e foi incorporado ao dia-a-dia da academia cobrando em média 50
reais por hora de aula. A novidade agora é que professores ensinam outras
atividades, como a ioga, prometendo o mesmo benefício comprovado pelos
treinos de musculação: 30% a mais de rendimento, comparado ao resultado
da aula em grupo. Movimento semelhante à
popularização dos instrutores de educação física
ocorre com os equipamentos de ginástica segmento cujas vendas cresceram
30% no ano passado. Hoje, ter uma academia particular ainda é um luxo.
Mas a queda dos preços pela metade nos últimos cinco anos indica
que a sala de ginástica em casa vai ficar viável e arrebatar a preferência
dos que adiam a prática de atividades físicas com a desculpa de
faltar tempo. Fabiano
Accorsi
 | Personal
dancer O que ensina: danças
de salão Quem faz: Hortência Marcari,
47 anos, empresária e ex-jogadora de basquete Por quê:
"Em uma aula individual não é preciso acompanhar o ritmo do grupo.
A evolução só depende de meu empenho", diz O que aprendeu
com seu personal: a ter um gingado mais solto Onde pratica: na academia
onde também faz musculação |
Personal
ioga O que ensina: ioga Quem
faz: Zeca Bittencourt, 40 anos, diretor de teatro Por
quê: a agenda atribulada o impede de ter horários fixos. Além
disso, prefere o acompanhamento individual da professora O que aprendeu
com seu personal: técnicas de respiração, concentração,
relaxamento e correção da postura Onde pratica: em casa Preço
da aula: 180 reais | Roberto Setton
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Fabiano
Accorsi
 | Personal
runner O que ensina: corrida Quem
faz: Adriana Mangabeira, 33 anos, advogada
Por quê: ela sofria de insônia e o médico recomendou
a prática de uma atividade física. "Correr com um treinador dá
mais ânimo. Eu não falto ao treino à toa", diz O que
aprendeu com seu personal: a dar ritmo à corrida. Ele controla a freqüência
cardíaca e ela corre dentro de seu limite Onde pratica: na academia
e no parque Preço da aula: 70 reais |
Espaço
para malhação Esteiras e bicicletas correm
o risco de virar cabide se colocadas num canto do quarto. A pedido de VEJA, a
arquiteta Patricia Totaro, especialista em projetos de academia, sugeriu algumas
alterações que transformam um cômodo qualquer num lugar adequado
para malhar. O custo das mudanças foi calculado para uma sala de 9 metros
quadrados e incluiu o valor da mão-de-obra 
1 - Luz Ideal: sancas de gesso para
refletir a luz indireta. Lâmpadas no teto incomodam quando se faz algum
exercício deitado Quanto custa: 570 reais Solução
alternativa: luminária com luz indireta Quanto custa: 230
reais 2 - Piso
Ideal: emborrachado. Evita marcas no chão feitas pelos halteres
e também abafa um pouco o barulho da esteira Quanto custa: 540
reais Solução alternativa: forração de
madeira Quanto custa: 400 reais 3
- Ventilação Ideal: sistema de ar-condicionado
com renovação de ar do ambiente, sem abrir a janela Quanto
custa: 1 500 reais Solução alternativa: instalar
um ventilador de teto Quanto custa: 230 reais
4 - Parede Ideal: tons quentes, como
vermelho, terra ou amarelo, que estimulam a prática esportiva Quanto
custa: 450 reais Solução alternativa: pintar a parede
por conta própria (80% do valor acima refere-se à mão-de-obra)
Quanto custa: 90 reais Os aparelhos
estão mais baratos A tecnologia avançou
a ponto de derrubar pela metade o preço dos equipamentos esportivos que
há cinco anos eram top de linha. Eis alguns exemplos Fotos
divulgação
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