Edição 1867 . 18 de agosto de 2004

Índice
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Claudio de Moura Castro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
VEJA on-line
Contexto
Veja essa
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Guia

A milhagem da mordomia

As grandes redes de hotel oferecem programas de vantagens para os clientes cativos. A maioria é semelhante ao sistema de milhagem adotado pelas companhias aéreas. Cada utilização dos serviços vale pontos que, acumulados, podem ser trocados por prêmios. Algumas redes oferecem uma espécie de título. É o caso do Club at the Hyatt, recém-lançado no Brasil pela rede Hyatt. O associado paga uma anuidade e tem direito a descontos e prêmios em todos os hotéis da rede no mundo. Confira como funcionam alguns desses programas de fidelidade:

Compliment from Accor Hotels
Rede: Accor
Cálculo: cada real gasto vale 2 pontos
Troca: por diárias e serviços
Diária em Nova York: 30 000 pontos

Hilton Hhonnors
Rede: Hilton
Cálculo: 10 pontos e 1 milha aérea para cada dólar gasto. Há promoções para acumular mais pontos e milhas
Troca: por diárias

Diária em Nova York: 30 000 pontos

MaS
Rede: Sol Meliá
Cálculo: cada dólar vale 10 pontos. Há promoções para ganhar mais pontos

Troca: por diárias
Diária em Nova York: 45 000 pontos

Marriott Rewards
Rede: Marriott
Cálculo: cada dólar gasto vale de 5 a 10 pontos, conforme a categoria do hotel. Há promoções para acumular mais pontos
Troca: por diárias, jantares, milhas aéreas, pacotes de viagem, entrada em parques temáticos, cruzeiros e passeios
Diária em Nova York: 15 000 pontos

Priority Club Rewards
Rede: InterContinental
Cálculo: cada dólar gasto vale 10 pontos. Em alguns hotéis da rede só a estadia já conta 2 000 pontos
Troca: por diária, milhas e prêmios
Diária em Nova York: 20 000 pontos

 

Sabor com tradição

Marcelo Tinoco

Azeite é um desses alimentos raros que fazem bem à saúde e têm sabor agradável. Isso acontece porque em sua composição há 83% de gordura monoinsaturada, o tipo que não apresenta riscos ao organismo. Assim como o sabor do vinho é determinado pelo tipo da uva e região de procedência, o azeite tem características peculiares conforme o local em que é produzido. As condições climáticas, o tipo de solo, a maneira de extração, o tempo entre a colheita e a produção e o grau de acidez também influenciam no sabor do produto. Veja a característica dos azeites de algumas regiões e para quais pratos eles são recomendados:

Português: é o azeite mais suave. O sabor, levemente adocicado, pode lembrar uma fruta. É o mais encontrado no Brasil e pode ser usado puro sobre pães ou na salada.

Espanhol: também suave, mas com um ligeiro toque picante. Pode ser usado em todos os tipos de prato.

Francês: também conhecido pela suavidade, tem sabor frutado e combina com peixes, batata e até mesmo na receita de alguns doces.

Italiano: é geralmente mais apimentado. Recomendado para pratos encorpados, como massas e risotos.

Grego: é bem forte – até um pouco amargo para o gosto brasileiro. Combina com carnes vermelhas.

Os tipos de azeite

A qualidade do azeite também depende muito de sua prensagem. Quanto menos vezes ele passa por esse processo, menor seu nível de acidez e melhor seu sabor. Veja os tipos:

Extravirgem: extraído da primeira prensagem da azeitona. É o mais puro e tem acidez de no máximo 1%.

Virgem: resultado da segunda e da terceira prensagens. O sabor é um pouco menos característico que o do extravirgem. Tem acidez de até 2%.

Refinado: passa por processos de descoloração e desodorização, após ser extraído das outras prensagens da azeitona. É o mais usado em frituras.

Puro: é a mistura de azeite refinado com azeite virgem. O preço geralmente é mais baixo, mas o valor nutritivo é o mesmo.

 
 
 
 
topovoltar