Edição 1867 . 18 de agosto de 2004

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Quando mudar de escola

A decisão de mudar o filho de escola antes da conclusão de uma fase dos estudos é muito difícil. Significa geralmente uma ruptura na vida social da criança e pode trazer problemas. A psicopedagoga Maria Irene Maluf e a psicóloga e orientadora educacional Maria José Sauandag apontam razões que levam à mudança de escola e explicam o que deve ser observado em cada caso.

Razão a criança não gosta dos colegas
Um aluno que não está integrado à turma pode ter um rendimento escolar abaixo de seu potencial. Se nenhuma tentativa de reverter essa situação surtir efeito, deve-se analisar, primeiro, a possibilidade de mudá-lo de turma ou de período. Mudar de escola é a última alternativa, mas válida em alguns casos.

Razão baixo rendimento nas notas
Quando o aluno muda em busca de uma escola mais "fácil", geralmente fracassa. Os pais costumam achar que o filho pode evitar a retenção, mas no fundo o aluno saberá que só passou por essa razão e pode sentir-se fracassado. O ideal é lutar pela recuperação nas notas.

Razão a criança não gosta do professor
Os pais devem ensinar os filhos a conviver desde cedo com pessoas que pensam de forma diferente deles. Isso não obriga ninguém a gostar do professor, mas ensina a lidar com esse sentimento.

Razão a criança não gosta do horário
Há de fato quem tenha um biorritmo que não permite bom rendimento de manhã. Por outro lado, adequar-se a um horário incentiva a autodisciplina. A criança só deve mudar de escola se seu rendimento estiver muito ruim ou se a família não conseguir fazê-la cumprir o horário.

Razão os pais buscam um ensino mais forte
O ideal é fazer uma avaliação pedagógica e psicológica para saber se a criança está preparada para a mudança para um lugar que exigirá mais dela. Buscar reforço durante as férias que antecedem o início do período também é indicado. Os pais podem pedir o programa da nova escola e preparar a criança para acompanhá-lo. A mudança no meio do período só é aconselhada se a criança estiver desmotivada por achar a escola atual fraca.

 

Espaço de sobra

Para ganhar mais clientes, os provedores gratuitos entraram numa briga ferrenha. O Google lançou uma conta de e-mail com espaço para armazenar dados de 1 gigabyte – 1 000 vezes mais do que é oferecido por alguns provedores brasileiros. O serviço ainda está em fase experimental, mas a estratégia já causou um rebuliço no mercado. O Yahoo, por exemplo, multiplicou por quase 17 a quantidade de memória oferecida aos usuários. Conheça detalhes de alguns serviços gratuitos.  

Katatudo
O site brasileiro oferece e-mail com memória ilimitada. Há um serviço que lista links no final do e-mail relacionados com a mensagem. Limita anexos enviados a 3 megabytes e recebidos a 5 megabytes.

Hotmail
Oferece uma caixa de 2 megabytes. Com as alterações nos outros serviços, a empresa promete aumentar para 250 megabytes.

Rediff
Oferece 1 gigabyte de espaço e cada e-mail pode ter até 10 megabytes – às vezes até mais, dependendo das condições do servidor no momento. Se a pessoa não visitar a conta em três meses, ela é cancelada.

Walla
Oferece 1 gigabyte de espaço. Há possibilidade de organizar as mensagens pelo remetente – pessoas conhecidas e desconhecidas. O design simples facilita o uso.

Yahoo
Além da conta de e-mail, com 100 megabytes, oferece porta-arquivos com 30 megabytes. É possível compartilhar arquivos com outras pessoas e criar pastas para organização. Cada mensagem recebida ou enviada pode ter, no máximo, 10 megabytes.

 

Editado por Eduardo Burckhardt. Colaborou Helena Fruet

 
 
 
 
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