Edição 1807 . 18 de junho de 2003

Índice
Brasil
Internacional
Geral
Economia e negócios
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Artes e Espetáculos
Claudio de Moura Castro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
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Datas
VEJA Recomenda
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Cartas

"Prazeres com moderação, aliados a cuidados precoces
com a saúde física e mental, constituem a fórmula para uma juventude prolongada."

Hugo Lins Coelho
Recife, PE

 

Rejuvenescimento

Como especialista em geriatria e gerontologia, cumprimento VEJA pela seriedade com que tratou o envelhecimento humano, desfazendo logo de início alguns mitos que envolvem esse tema, como a fonte da juventude ou uma pílula milagrosa ("Jovem dos 30 aos 60 anos", 11 de junho). O envelhecimento definitivamente não é doença. É um processo universal, intrínseco a todos os seres biológicos. Espero que a reportagem sirva para alertar as pessoas que buscam tratamentos milagrosos sem fundamento científico, levando-as a adquirir hábitos mais saudáveis, mantendo mente e corpo mais ativos.
Doutor Alex Miranda Ramos
Florianópolis, SC

Envelhecer é sinônimo de viver. Até a morte, o processo de envelhecimento é dinâmico, marcado por transformações contínuas. As pessoas vivem com medo da transformação porque ainda acreditam na estabilidade da vida. Enquanto existir vida, ela será repleta de incertezas e instabilidades. Não somos máquinas que enferrujam pela devastação do tempo. Somos seres complexos porque somos humanos. Portanto, o mais importante não é a idade que contamos, porque o que é humano não se pode medir, e sim a reflexão que podemos fazer sobre nossa existência como seres no mundo.
Pedro Paulo Monteiro
Mestre em gerontologia e autor do livro Envelhecer: Histórias, Encontros e Transformações
Petrópolis, RJ

VEJA mais uma vez atingiu nossas expectativas. Abordou a beleza de forma clara, simples e muito precisa. Soube usar uma linguagem que mulheres dos 8 aos 80 anos compreendem. Obrigada.
Eliane Amaral
Belo Horizonte, MG

Tenho 25 anos e fiquei muito feliz com a reportagem sobre rejuvenescimento. Principalmente porque durante vinte anos fui criticada por minhas altas gargalhadas e por meu jeito extrovertido. Mas nunca encontrei solução melhor para acabar com o stress do dia-a-dia que uma sessão extra de risadas. Apaixono-me e faço mais amizades com os homens que me fazem rir do que com os que se limitam a apenas falar. Perguntam-me o que faço para ter a pele que tenho. A resposta é muito simples: sorria!
Michelle Gomes Lelis
Viçosa, MG

Interessantes duas entrevistas contidas na edição 1806. Na foto de Flavio de Andrade (Amarelas, 11 de junho), notamos que, aos 54 anos, ele parece bem mais velho, talvez graças aos vinte cigarros diários que consome, enquanto Michael Roizen ("É possível prolongar a juventude", 11 de junho), de 57 anos, parece ter bem menos. Quem será que está certo? Quem tem melhor forma física? Quem viverá mais? Fica com o público a resposta.
Carlos Alberto de Oliveira e Silva
Belo Horizonte, MG

Não gostei da chamada de capa sobre a manutenção da juventude aos 30, 40, 50... e 60 anos. Como ficamos eu, minha mulher e muita gente que já passou dos 70 e não está nem aí para a velhice?
Carlos R. Cabral
Rio de Janeiro, RJ

 

Flavio de Andrade

A entrevista com o senhor Flavio de Andrade, presidente da Souza Cruz, revela três detalhes curiosos: primeiro, sua fotografia, que mostra um rosto envelhecido, sugerindo muitos mais anos que os alegados 54, conseqüência do vício de fumar. Segundo, revela uma alma empedernida diante da consciência que já não lhe dói, mas pelas 200.000 mortes que o cigarro, produto que vende, causa anualmente no Brasil. Seria bom que se lembrasse dos órfãos e viúvas que o cigarro provoca. Finalmente, negar a existência do fumante passivo é uma "verdade" na qual nem mesmo ele acredita, pois estudos honestos estão aí para provar que quem convive com fumante sofre os mesmos males que o próprio (Amarelas, 11 de junho).
Adir de Castro
Presidente da Associação Nacional de Combate ao Tabagismo (Anacota)
Belo Horizonte, MG

Pesquisa realizada em São Paulo pelos professores doutores Ronaldo Laranjeira (Ph.D. da Universidade Federal de São Paulo) e Martin Raw (Ph.D. da Universidade de Londres) sobre o efeito do fumo passivo entre os garçons que trabalham em restaurantes da cidade de São Paulo concluiu que a concentração de cotinina na saliva deles ao fim do dia de trabalho indicava 9,1 nanogramas. Esses profissionais já começam o dia com resíduos da substância em sua saliva, aspirados em dias anteriores. Assim, o programa Convivência em Harmonia atende tão-somente às prerrogativas comerciais das indústrias tabaqueiras.
Mário Albanese
Presidente da Associação de Defesa da Saúde do Fumante (Adesf)
Por e-mail

Agradeço a VEJA a oportunidade de mostrar ao Brasil a prepotência da indústria do tabaco em todo o mundo, através da entrevista com o senhor Flavio de Andrade. Sabemos por inúmeros estudos científicos sérios, no mundo todo, a importância do consumo do tabaco na indução de doenças como o câncer, respiratórias e cardiovasculares. Fica muito fácil atribuir ao fumante a "livre escolha" entre fumar e não fumar, como se a indústria não fizesse nenhuma campanha para seu uso, não introduzisse substâncias que produzem dependência física e química. Durante décadas, a indústria do tabaco mostrou que é bonito fumar, que os melhores fumam, que prosperam e têm fortunas, que conquistam as mulheres mais bonitas e que todos os respeitam. Bem, essa imagem está sendo aos poucos esquecida, pois, como o senhor Flavio mesmo falou, 70% da população do Brasil escolheu não fumar, e deve ser respeitada por sua decisão.
Carmencita Lang
Presidente da Comissão Estadual de Políticas para o Controle do Câncer em Mato Grosso do Sul
Campo Grande, MS

A maioria dos fumantes não tem força de vontade necessária para agüentar as reações da síndrome de abstinência ao deixar o vício. O fumante precisa mais de ajuda e menos de repreensão. Aqueles fumantes motivados que querem largar o cigarro mas não têm força de vontade suficiente para isso podem beneficiar-se muito de algumas técnicas antitabagistas existentes. Principalmente daquelas que eliminam a dependência à nicotina (sem a reposição) e que não se utilizam de antidepressivos (que podem causar inúmeros efeitos colaterais indesejáveis).
Fage Marat
Instituto Marat
São Paulo, SP

 

Carta ao leitor

Sucinto, esclarecedor e didático, o texto "Crise sem conteúdo" (Carta ao leitor, 11 de junho) relembra as principais crises e mostra que as vaias artificiais ao presidente Lula só poderiam gerar uma crise artificial. Parabéns pela seriedade.
Rufino Almeida
Belém, PA

 

Veja essa

Seria de bom grado se o senhor Domenico De Masi passasse mais do que um dia na Bahia, para ver que "o ócio criativo" aqui, para muitas pessoas, pode ser denominado trabalho (Veja essa, 11 de junho).
Telma Sales
Salvador, BA

 

Juros

Num país onde a grande maioria das pessoas não é economista nem administradora, ou algo parecido, a reportagem "Um monumento aos juros" (11 de junho) serviu como uma aula de "economês" para muitos leigos que vêem nos noticiários intermináveis discussões sobre a alta ou a queda dos juros. Espero que depois dessa venham outras reportagens que nos expliquem esse mundo confuso e virtual que rege nossa economia atual, em que muitas vezes um boato faz com que uma série de cadeias produtivas virem pó.
Raphael Périco Dutra
Florianópolis, SC

Votei em Lula, mas sinto que o Fome Zero já está corroído em suas raízes pelos juros exorbitantes. A farinha e a rapadura, cardápio dos esquecidos, também subiram de cotação na feirinha local. Talvez o presidente já não se considere um sertanejo nordestino. Coisas do poder.
Amadeu Robson Machado Cordeiro
João Pessoa, PB

O vice-presidente José Alencar deu uma verdadeira demonstração de coragem para combater abertamente os oligopólios financeiros existentes no Brasil. Essa mesma coragem deveria contagiar o presidente Lula e estimulá-lo a combater os cartéis dos combustíveis. Viva o vice ("O inferno são os outros", 11 de junho)!
Fernando Augusto de Santana Jardim
Itaberaí, GO

Reduzir inflação com altas taxas de juros, inibindo o consumo e a produção, qualquer um faz. Baixar a inflação com produção e emprego, só com cabeça pensante, e não é o que temos há muito tempo.
Arlei Carlos da Costa
Por e-mail

A Selic é apenas uma taxa de referência. O que o governo tem de coibir são os abusos dos bancos, inclusive dos bancos oficiais. Por exemplo, a taxa de juros do banco do governo, o Banco do Brasil, pode chegar a 181,27% ao ano para o cartão de crédito rotativo. A taxa Selic no primeiro semestre de 2002 chegou a cair para 18%, e nem por isso as taxas do cheque especial, cartão de crédito e empréstimo caíram. Portanto, o problema não é do Copom, mas da Polícia Federal.
Ezequiel Pedrosa
Rio de Janeiro, RJ

 

Europa

Não me parece adequada a assertiva de que a população européia está envelhecida ("Aposentadoria só aos 67 anos", 11 de junho). Na verdade, o que envelheceu, no mundo inteiro, foi o conceito de velhice. Estão tratando como velhas as pessoas na mesma faixa etária há quase um século, sem levar em conta o significativo aumento da expectativa de vida.
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT

 

Televisão

É realmente uma falta de respeito com o telespectador a transmissão de programas de tão baixo nível, justamente num horário em que tantas crianças e adolescentes assistem à televisão. É muito bom saber que a imprensa se preocupa com a verdade e a honestidade ("Sangue, lágrimas e escândalo", 11 de junho).
Carolina Almeida de Paula, 16 anos
Curitiba, PR

Excelente a matéria de Ricardo Valladares a respeito da enxurrada de programas apelativos e sensacionalistas transmitidos nos fins de tarde. Em épocas de estatutos para as cidades, crianças, idosos e até mesmo para os torcedores de futebol, talvez seja oportuna a elaboração de um Estatuto do Telespectador, com a finalidade de garantir o direito de acesso à boa informação e controlar a inutilidade veiculada em tais programas. É preocupante observar que, diante das telas, inúmeras crianças presenciam diariamente a banalização da violência, o vexame público, dramas familiares fúteis, entre outras bizarrices.
Oliver N. Uber
Curitiba, PR

O sucesso da baixaria na TV só comprova quanto a sociedade brasileira é hipócrita. Todo mundo reclama, mas os programas dão muita audiência. Se todos deixassem de vê-los, eles simplesmente não existiriam.
Farlley Rodrigues
Por e-mail

 

VEJA

Sou assinante de VEJA e me sinto privilegiado em pertencer a esse grupo tão competente. Digo isso porque todas as vezes em que precisei de alguma ajuda da Editora Abril, como Passaporte Abril, assinatura de revista etc., sempre fui muito bem atendido e nenhuma vez fiquei sem resposta aos meus questionamentos. Isso sem falar do bom atendimento que recebo das atendentes via telefone, que são superatenciosas e educadas. Faço tal agradecimento por saber quanto somos maltratados em vários órgãos de nosso país, mesmo naqueles em que somos responsáveis pelo salário dos servidores e de seus superiores.
Marcelo Nogueira da Silva
Por e-mail

 

Desce

Sobre o projeto de minha autoria, que obriga a União a divulgar pela internet sempre a versão em português dos textos divulgados, informo que o objetivo é permitir que brasileiros que desconhecem línguas estrangeiras – ou que queiram lê-los em sua língua – possam ler o que o governo divulga (Desce, 11 de junho).
Senador Aloizio Mercadante
Brasília, DF

 

Joaquim Roriz

Sobre a reportagem "Capítulos finais" (11 de junho), esclareço que o governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz, jamais foi proprietário de 200 lotes em nenhum condomínio no DF, como pode dar a entender a legenda "Vista geral de área perto do Palácio da Alvorada: 200 lotes para Roriz".
Paulo Fona
Secretário de Comunicação do GDF
Brasília, DF

 

Diogo Mainardi

VEJA tem o melhor time de colunistas. Diogo Mainardi foi simplesmente "divino" em suas colocações ("Menos deus, por favor", 11 de junho).
Luiz Antonio de Campos
Porto Velho, RO

Esses "atletas de Cristo" deveriam tratar de jogar mais e falar menos.
Marcelo Melgaço
Goiânia, GO

Mainardi é fantástico! Também torço contra os fanáticos "atletas de Cristo". A propósito, por que será que tantas pessoas que dizem acreditar piamente em Deus e usam imagens ou adesivos de Jesus no veículo utilizam os serviços de companhias seguradoras para proteger seus bens?
Francisco Daniel Imhof
Jaraguá do Sul, SC

Congratulo a associação dos Atletas de Cristo pelo fato de a única objeção levantada contra o grupo ter sido a de os atletas expressarem publicamente algo que lhes é importante. Não existem evidências de que a fé em Jesus seja nociva à saúde, apesar de provocar alguns franzimentos de testa em círculos de intelectuais.
Emanuel Kohlscheen
Estocolmo, Suécia

Esse homem é um caso sério! Um dia, meu caro, o senhor terá de se apresentar perante o Todo-Poderoso, e aí não haverá mais oportunidade de arrependimento. Não esqueça que o senhor foi avisado.
Angelica Pileggi
Vinhedo, SP

A Opus Dei pertence à estrutura hierárquica da Igreja Católica, e nunca foi qualificada de seita pelo governo belga. Em 30 de abril de 1997, no final de um relatório de 670 páginas elaborado por uma comissão parlamentar sobre seitas, relacionavam-se numerosas organizações, entre elas diversas instituições católicas. Esses fatos geraram veementes protestos da Conferência Episcopal Belga, bem como do cardeal Danneels. O Parlamento belga, em 7 de maio do mesmo ano, decidiu por ampla maioria não incluir essa relação em suas conclusões.
Ricardo Cunha
Escritório de Informações do Opus Dei no Brasil
http://www.opusdei.org.br
São Paulo, SP

 

Beleza

O fato de os homens estarem mais vaidosos é uma boa forma de dizer que estamos evoluindo e "quebrando" alguns tabus. É certo que ainda há muito o que melhorar, mas chegarão lá. É ótimo ter alguém por perto que esteja bem-arrumado, com a pele lisa e cheirosa. As mulheres estão procurando isso nos homens ("O triunfo da vaidade masculina", 11 de junho).
Thais Macedo
São Paulo, SP

 

Livros

Fiquei muito feliz ao abrir a revista e ser tocado por um tema tão especial, escrito de forma a suscitar a grande admiração por este amigo: o livro ("Um livro amigo é...", 11 de junho). Feliz daquele que descobre o prazer da leitura. Livro depois de lido, na estante, é um troféu que deve ser compartilhado. Meus heróis não são jogadores de futebol nem pilotos de Fórmula 1. Meus heróis são os escritores!
Marcelo de Oliveira
Barretos, SP

 

Carreira

Com relação à reportagem "Ficou mais difícil" (4 de junho), gostaria de dizer que a Poli tem orgulho de ter participação direta nas transformações ocorridas no Brasil durante as últimas décadas e desde o ano passado se preocupa em estimular o espírito empreendedor em seus alunos, por meio do Programa Minerva de Engenharia Empreendedora, que procura disseminar essa cultura entre os seus alunos e os de toda a Universidade de São Paulo. Atualmente, já existem disciplinas optativas de graduação com conteúdo relacionado com o empreendedorismo. Entretanto, sabemos que a capacidade empreendedora não depende somente do contato com ferramentas, técnicas e procedimentos, área confortável para os engenheiros, mas, principalmente, da introjeção dos valores éticos fundamentais, de atitudes e de comportamentos. Esse é o grande desafio que temos pela frente.
Vahan Agopyan
Diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
São Paulo, SP

 

Içami Tiba

Excelente a entrevista com o doutor Içami Tiba (Amarelas, 4 de junho). Tenho certeza de que é uma verdadeira aula para pais e professores. Orientação como a transmitida por ele contribui para dar um freio a este mal – as drogas. Se todos nos engajarmos nessa luta, alcançaremos resultados satisfatórios.
Ivone de Aguiar
Itaguaí, RJ

 

CORREÇÕES: A leitora Lana Danubia Ferreira Pimentel é de Goiânia, Goiás, e não de São Paulo ("Carreira e sucesso", Cartas, 11 de junho). Na reportagem "Com o paciente acordado" (11 de junho), onde estava escrito "anestésicos potentes", o correto seria "analgésicos potentes".

 

 
O triatlo


Na entrevista que concedeu a VEJA (Amarelas, 28 de maio), a atriz Suzana Vieira disse que seu pai, com 86 anos, foi um triatleta. A declaração chamou a atenção do leitor Rodrigo Xavier, de Porto Alegre, que escreveu: "Seria triatlo o que ele praticava? Afinal, esse é um esporte relativamente novo, que atrai pessoas com um perfil e idade diferenciados". O triatlo – competição que mistura natação, ciclismo e corrida – surgiu nos Estados Unidos, na década de 70. A versão olímpica da modalidade foi introduzida nos Jogos de Sydney, em 2000. Altamente competitivo e praticado por atletas com invejável preparo físico, o triatlo tem provas adequadas a pessoas de todas as faixas etárias, incluindo as da terceira idade. Saiba mais sobre o triatlo nos sites: www.olympic.org e www.triathlon.org.

 

O Concorde até outubro

No quadro "Fim de linha para o Concorde" (11 de junho), está dito que o jato de fabricação anglo-francesa foi o "primeiro avião comercial mais veloz do que o som" e que em 31 de maio deste ano ele realizou seu último vôo. O leitor Manoel Augusto do Rêgo Barros de Lima escreveu: "O soviético Tupolev (TU-144) inaugurou a fracassada era supersônica comercial em 31 de dezembro de 1968". Deu-se a polêmica. Quem veio antes: o Concorde ou o Tupolev? Depende. Por um lado, o TU 144 foi desenvolvido um ano antes do Concorde, em 1968. Acontece que a aeronave russa só voaria comercialmente com passageiros em 1977, um ano depois do Concorde. Alan M. Simon, dono de agência de viagens em São Paulo, também escreveu para a redação corrigindo uma informação da matéria: "A empresa aérea British Airways ainda mantém vôos regulares com o Concorde até outubro. O fim da linha foi somente para a Air France". Portanto, quem quiser voar, Nova York–Londres, com o supersônico anglo-francês ainda tem alguns meses.


 

 
 
 
 
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