Edição 1841 . 18 de fevereiro de 2004

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Premiada e exibida

Reuters
AP

Beyoncé, no Grammy: cinco prêmios e vestidos de arrasar

Foi-se o tempo em que uma única roupa arrasa-quarteirão era suficiente para atrair os flashes nas entregas de prêmio. Agora, a lista aumentou: um vestido para chegar, outro para se apresentar no palco caso haja show, mais um para ir embora, quem sabe outro para esticar na festa pós-premiação. No Grammy deste ano, a cantora Beyoncé Knowles bateu recordes: levou cinco troféus e usou quatro roupas. Todas comportadíssimas, para seus padrões (era ressaca do "episódio do seio" de Janet Jackson). Mesmo coberta, Beyoncé mostrou a parte mais proeminente de seu talento no longo de cetim dourado colado no corpo, acompanhado de uma gargantilha que descia até o umbigo.

 

Operação Barcelona

Cleomir Tavares
Angélica e Huck, o casal: flagrados e assumidos


Operação Anaconda perde. Na tentativa de esconder o que todo mundo já sabia, os apresentadores Angélica e Luciano Huck armaram um intrincado plano de fuga para Barcelona para poder passear de mãozinhas dadas na santa paz. A megaoperação envolveu, além de um jato particular e de um helicóptero, o uso intensivo de óculos escuros e a tática de deslocamento não-simultâneo do casal, que circulou na Espanha acompanhado pelo amigo Nelson Piquet (dono do jatinho) e família. Fotografados, tiveram de assumir a contragosto. A causa do despiste é nobre: não magoar a ex dele, Astrid Monteiro de Carvalho. Para o ex dela, Maurício Mattar, já devidamente enrabichado em Portugal, ninguém liga.

 

Brasil faz bem a Donna

 
Greg Salibian

A embaixadora e o novo amor: será que ela vai ficar?

As relações bilaterais não são resplandescentes, mas o Brasil tem feito muito bem à embaixadora americana Donna Hrinak. Depois de sucumbir à tentação dos cirurgiões plásticos nacionais (já corrigiu o nariz e preencheu lábios e sulcos), ela está de companhia nova. Separada há pouco mais de um ano do ex-marido, um empresário mexicano, Donna tem circulado discretamente com o paulistano Raul Revkolevsky, de 54 anos. "Sou o namorado dela, sim", assume ele. Em junho, a simpática embaixadora deixa sua casa e seu cargo em Brasília rumo à iniciativa privada. Mas está planejando deixar uma porta bem aberta por aqui.

 

Quem é essa garota de 45 aninhos?

AP
Madonna: "Sou totalmente contra ter de falar sobre isso"


Cirurgia plástica é como infidelidade conjugal: quem não quer assumir tem de negar, negar até o fim, mesmo diante das evidências mais patentes. É o que está fazendo Madonna, diante da curiosidade geral sobre o que aconteceu com sua aparência. Especialistas explicam como, aos 45 anos, ela mantém a fronte impávida (Botox), as pálpebras de menina (blefarosplastia), o queixo retinho e as faces recém-encovadas (lifting, aparentemente a última novidade). Há alguns meses, perguntada a respeito, a cantora se saiu com uma frase divertida e reveladora: "Eu certamente não sou contra cirurgia plástica. Mas sou totalmente contra ter de falar sobre isso".

 

Tem Nobel no samba

Em temporada de caça às musas, a Unidos da Tijuca veio com presa inusitada: escalou como estrela de seu desfile um Nobel de Química. O cientista Roald Hoffman, de 66 anos, ganhador do prêmio em 1981, vai sacudir na avenida ao som de um samba-enredo baseado na história da ciência. Não sairá fantasiado de molécula de carbono (a roupa ainda é segredo), mas nem por isso dará trégua aos neurônios. "A partir da reação das pessoas, posso aprender algo sobre o ensino da ciência", diz. Ruim da cabeça o polonês naturalizado americano já mostrou que não é. Resta a mais complicada comprovação de que também não é doente do pé.

 

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui
e Roberta Salomone

 
 
 
 
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