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Cartas
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"Agradeço
a VEJA por me ajudar a
controlar o stress que venho sofrendo
com o vestibular. Com as dicas, posso
estudar mais sem tanta tensão."
Letícia
Anderson, 17 anos
Cianorte,
PR
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Stress
Muito
oportuna e preocupante a reportagem especial sobre o stress ("Stress",
11 de fevereiro). O que se esperava com o avanço da tecnologia,
ou seja, mais tempo para o ócio, não se concretizou,
caindo por terra, soando como um iminente alarme para revermos nossos
conceitos, nossos hábitos e costumes. Enfim, devemos passar
a limpo nossa vida, caso contrário nos tornaremos cada vez
mais reféns desse mal que acomete a humanidade.
Fábio Nielsen
Vitória, ES
As
pessoas andam estressadas porque querem tudo ao mesmo tempo para
ontem. Existe uma ansiedade coletiva para conquistar fama, fortuna
e poder, como se isso fosse sinônimo de bem-estar e felicidade.
Sandro Ferreira
Ponta Grossa, PR
Riquíssima
a reportagem sobre stress. Pena que, apesar de esse ser um mal moderno,
os médicos não estejam aptos a diagnosticá-lo,
talvez por estarem também infectados.
Crísciam Duarte
Cachoeiro de Itapemirim, ES
Como
médica neurologista, percebo como as pessoas andam estressadas.
A maioria dos que vêm ao meu consultório apresenta
sintomas variados, como tonturas, cefaléia, insônia,
entre outros. Na verdade, o que eles têm é puro stress.
Chegam pensando que sofrem de alguma doença e à procura
de um remédio e saem com orientações de como
vencer o stress.
Doutora Lilian Regina Gonçalves
São Paulo, SP
Tenho
17 anos e sou estressada. Vestibular, escolha de profissão,
conciliar horários, tempo para estudar... Tudo isso é
cada vez mais comum entre jovens da minha idade, que ainda não
sabem se são crianças ou adultos. De qual lado estou?
O stress responde.
Caroline Xavier
Contagem, MG
Sou
vestibulanda para o curso de medicina e conheço como ninguém
os efeitos do stress. Minha mãe disse que vocês se
esqueceram de uma "profissão" que não é remunerada
nem reconhecida entre as campeãs do stress: dona-de-casa.
Jamais mexam com uma dona-de-casa estressada! Bem, é isso
aí! Continuem arrasando!
Nádia Calvo M. Okuyama
Londrina, PR
Robert
Meeropol
Muito
interessante a entrevista com Robert Meeropol (Amarelas, 11 de fevereiro).
O julgamento e a condenação do casal Rosenberg foram
muitas vezes dramatizados por Hollywood como um marco da brutalidade
do macarthismo. No início dos anos 90 foram finalmente liberadas
para o público provas de que os Rosenberg espionavam para
a então União Soviética. Só não
foram divulgadas antes, segundo o serviço secreto americano,
porque a liberação da informação denunciaria
alguns informantes ainda ativos. É curioso ler nessa entrevista
que o próprio filho tem dúvidas sobre se o pai estaria
ou não envolvido com espionagem para a União Soviética.
Que tal Hollywood fazer uma versão revisada do fato? Ah,
se os Rosenberg fossem muçulmanos!
Hélio Higuchi
São Paulo, SP
A entrevista
foi, sem dúvida, belíssima, uma das melhores que já
li. A lição de vida que Robert Meeropol passa em seu
depoimento é inspiradora e emocionante. A revista está
de parabéns.
Marli da Penha Venturim
Por e-mail
Aécio
Neves
Fiquei
indignado e chocado com a declaração do governador
Aécio Neves na reportagem "O governador estilo garotão"
(11 de fevereiro). Ao dizer que "Em Belo Horizonte, não tem
mesmo muita coisa para fazer, além de um futebolzinho", o
neto de Tancredo Neves apenas constatou que, durante todo o seu
mandato, ainda não investiu nenhum recurso na cultura. Se
ele acha o Rio de Janeiro mais agitado e um melhor lugar para viver,
que vá disputar as próximas eleições
para prefeito. Rosinha Matheus no governo do Estado e Aécio
Neves na prefeitura. Não, o povo carioca não merece
tamanha crueldade!
Flavimar Guilherme Diniz Fonseca
Santa Luzia, MG
São
Paulo
Excelente
a reportagem "Perua na lama" (11 de fevereiro). É extremamente
lamentável a postura da senhora prefeita Marta Suplicy, a
quem parece faltar um pouco de sensibilidade. A forma pedante como
vai encontrar a população sofrida pelas enchentes
só poderia mesmo resultar naquilo que resultou: hostilidade
por parte dos munícipes que estão cansados dessa maratona
populista em cima da desgraça alheia.
Vicente Azevedo Sampaio
São Paulo, SP
Veja
essa
Presidente
Lula: "Está nervoso o mercado? Eu não estou, estou
calmo!" (Veja essa, 11 de fevereiro). Ele tá calminho porque
aqui não há desemprego, não há miséria,
não há fome, não há filas nos hospitais
públicos, não há desabrigados, não há
sem-terra, não há invasões de propriedades
e prédios públicos, não há juros altos,
não há empresas falindo, não há falcatrua
nas múltis, não há remessa de dólares
para os "paraísos", não há contrabando nem
tráfico de drogas, não há injustiças
sociais, não há nepotismo, pistolões e corrupção
no governo -- que também não faz viagens fantásticas
e inúteis.
Ozires Mourao
Londrina, PR
Congresso
Minha
mudança de partido foi em conseqüência de meu
apoiamento ao candidato Lula desde o primeiro turno da eleição
presidencial. Fiquei treze anos no PFL. Não pulei de partido
e nunca fiz política para beneficiar-me de benesses governamentais
("Deputados cangurus", 11 de fevereiro).
Deputado Roberto Pessoa
Brasília, DF
Polícia
Federal
Sentir
orgulho da Seleção Brasileira de Futebol ou de Gustavo
Kuerten não é um fato estranho. Agora, orgulho da
Polícia Federal é um sentimento completamente novo
e inesperado que sua gestão atual está propiciando
a muitos brasileiros como eu. Parabéns à corporação
pela sua renovação, pelos novos métodos de
ação e, principalmente, pelos resultados obtidos.
Isso deveria servir de exemplo a outras esferas da polícia,
ainda permeadas pela ineficiência e pela corrupção
("Aprendendo a dar o bote", 11 de fevereiro).
Rodrigo de Castro Freitas
São Paulo, SP
Anorexia
Sobre
a reportagem "Doença grave incentivada na internet" (11 de
fevereiro), gostaria de dizer que, enquanto o número de sites
disponíveis relacionados ao tema aumenta de maneira assustadora,
o mesmo não acontece com sites ou programas que deveriam
combater esse tipo de informação. Nosso grupo realiza
palestras gratuitas em escolas e mesmo assim encontra resistência
por parte de alguns estabelecimentos de ensino que consideram esse
assunto pouco relevante.
Valéria Lemos Palazzo
Psicóloga coordenadora do Grupo de Apoio
e Tratamento dos Distúrbios Alimentares
gatda@uol.com.br
São Paulo, SP
Admira-me
muito ver uma estudante de direito dizer que a anorexia é
um estilo de vida. A questão do incentivo na internet chega
a apavorar, pois anorexia e bulimia são doenças. A
internet deveria ser utilizada para fazer campanhas contra elas,
e não para incentivar mais gente a perder a vida.
Thayse Catherine Purnhagen, 13
anos
Agrolândia, SC
Fiquei
horrorizada ao saber que meninas da minha idade, que deveriam curtir
a vida, estão se preocupando em fazer dietas impossíveis
para parecer magérrimas e lindas como as modelos (que a mídia
impôs como padrão mundial de beleza). Será que
essas meninas não percebem que isso as levará à
morte?
Thaís de Abreu Ferreira, 17
anos
Catanduva, SP
Meu
filho foi um anorético, na época em que só
as modelos tinham a doença. Foram três anos de tratamento
com psiquiatra, clínico e nutricionista, sendo que o primeiro
ano foi de muito sofrimento para ele e para o restante da família.
É uma doença séria, que mata, e são
poucos os que ficam curados. A maioria vai conviver a vida toda
com a doença. Meu filho, com muita força de vontade
e persistência, ficou curado. Hoje, quatro anos depois, ele
fala da doença com naturalidade e, juntos, tentamos ajudar
outras pessoas que não conseguiram superá-la.
Ivania Lins Caldas Sena
Recife, PE
Vinho
Permita-me
fazer algumas observações a respeito da matéria
"Tinto do sertão" (11 de fevereiro), sobre os vinhos do Vale
do São Francisco: o Brasil produz em torno de 350 milhões
de litros de vinhos por ano, sendo 35 milhões de vinhos finos,
dos quais o Vale do Rio São Francisco responde por 6 milhões.
Portanto, o vale produz 15% dos vinhos " finos", e não do
total de vinhos de mesa do país.
Vinicius Tumelero
Petrolina, PE
Cartas
Excelente
o destaque dado por VEJA à alegria da leitora Tatiana Leitenski,
resultante de sua tranqüilidade de poder parir porque quer,
no momento em que quer, e do homem que ama ("Estamos grávidos!",
Cartas, 11 de fevereiro). Sagrado direito o de decidir sobre o que
fazer da própria vida e do próprio corpo, determinando
o tempo certo de trazer uma criança ao mundo. Lutemos para
que chegue mais rápido o dia em que todas as mulheres e homens
deste país possam usufruir esse elementar direito, já
assegurado para a banda mais democrática da humanidade. Isso
para o bem geral de todos, em especial das crianças, que
chegarão a este mundo bem acolhidas e amadas, como Marco
Lúcio, filho de Tatiana e Marco. Parabéns, VEJA. Sublime!
Maria Helena Souza da Silva
Salvador, BA
Burocracia
Gostaria
de ver publicados os seguintes esclarecimentos em relação
à reportagem "O Brasil entre os piores do mundo" (28 de janeiro).
Para abertura de uma empresa e início de atividades, o registro
no INSS é necessário somente nos casos em que o contribuinte
é dispensado de CNPJ. Para encerrar a atividade, desde 31
de março de 2003, os contribuintes podem usar o "Baixa de
Empresas Web", no endereço www.previdenciasocial.gov.br.
Assim, podem conhecer o resultado do processamento on-line, obtendo
a respectiva certidão, ou recebendo informações
sobre as restrições ou impedimentos existentes, a
fim de regularizá-los.
Maria Flávia Magalhães
Coordenadora de Gerenciamento de Arrecadação INSS
Brasília, DF
Justiça
Com
relação à matéria "Emperrada há
mais de 40 anos" (11 de fevereiro), em que foi usada a construção
do Fórum do TRT de São Paulo como exemplo de corrupção,
gostaríamos de esclarecer que, desde a retomada das obras
de finalização, o prédio tem sido um exemplo
de transparência na utilização do dinheiro público.
Prestações de contas têm sido feitas mensalmente
com divulgação pela imprensa e em nosso site (http://www.trt02.gov.
br/geral/engenharia/index.htm), para que todo e qualquer
interessado tenha acesso ao passo-a-passo da construção.
Todo esse esforço nos rendeu frutos: o prédio não
está entre as obras irregulares listadas pelo Tribunal de
Contas da União e sua conclusão vem sendo acompanhada
de perto pelo Tribunal Superior do Trabalho, pelo próprio
TCU e ainda pelo Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (Confea).
Acreditamos que, a despeito de tudo o que já foi dito, o
prédio não poderia se tornar mais um esqueleto abandonado.
Perderia São Paulo, perderia o Judiciário, perderia
o cidadão.
Juíza Maria Aparecida Pellegrina
Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região
São Paulo, SP
Justiça
A
morosidade dos julgamentos e alguns casos esporádicos de
corrupção são os argumentos mais citados como
alicerces à criação do controle externo do
Judiciário, como se vê na reportagem "Emperrada há
mais de 40 anos". A idéia da fiscalização por
si só não será suficiente para agilizar o Judiciário
e dar um pouco de alento à sociedade. Enquanto não
houver um aumento significativo do número de juízes,
varas, serventuários e comarcas, nada fará diferença.
Nenhum juiz, ainda que trabalhe 24 horas ininterruptamente, dará
conta de despachar, fazer audiência, fiscalizar e dirigir
o foro em qualquer comarca com mais de 1.000
processos.
Waldercy Ribeiro da Cunha
Minaçu, GO
Radar
Com
dezenove anos de atuação no mercado, a Voetur Turismo
é, como diz VEJA, uma das principais agências de viagem
que atendem ao setor público brasileiro ("Decolagens fantasmas",
Radar, 11 de fevereiro). Não procede a informação
de que nossa empresa se tenha envolvido em fraudes na venda de bilhetes
a organismos internacionais. Não é verdade que a Voetur
tenha recebido 15 milhões de reais pelo pagamento de bilhetes
que nunca foram utilizados. Durante o período em que prestou
serviços aos projetos administrados por organismos internacionais,
jamais emitiu um único bilhete de passagem aérea sem
a devida requisição de vôo.
Carlos Alberto de Sá
Diretor-presidente
Brasília, DF
Ambiente
A
propósito da reportagem "Tem gringo no mato" (11 de fevereiro),
por maior que seja a formação intelectual de estrangeiros
que vivem na região amazônica ou a freqüentam
regularmente, eles não nos parecem habilitados a governar
em nome dos brasileiros. A afirmação "generais que
chegam a recusar ajuda internacional para combater incêndios
florestais" é imprecisa, incompleta e tendenciosa. A decisão
de aceitar ou não apoio internacional em casos semelhantes
compete ao governo federal, e não aos "generais". Temos certeza
de que concessões à biopirataria e submissão
a interesses escusos não devem ser, jamais, moedas de troca
pela "lista de pesquisas relevantes realizadas na região"
por grupos estrangeiros. Só a ingenuidade na melhor
das hipóteses faz imaginar que o publicado pela imprensa
mundial acerca dos interesses internacionais sobre a Amazônia
é uma obra de ficção.
Augusto Heleno Ribeiro Pereira
Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército
Brasília, DF
Seu Jorge
Na
excelente reportagem sobre o Brasil no Oscar 2004, escreveu-se que
Seu Jorge, o Mané Galinha de Cidade de Deus, interpretará
"ninguém menos" que Pelé no filme The Life Aquatic.
Na verdade, o nome do personagem de Seu Jorge é Pelé,
mas não tem nenhuma relação com o rei. Espero
ter ajudado.
João Nackle Urt
Diogo
Mainardi
Infelizmente
Diogo Mainardi conseguiu descrever o sofrimento de uma grande parcela
da população de São Paulo e também o
descaso das autoridades locais perante essa situação
que há tantos anos se repete. Precisamos de dirigentes competentes
que estejam dispostos a construir um país melhor e não
de políticos demagogos que nada fazem para reverter situações
caóticas.
Márcia Cristina de Andrade Jorge
São Paulo, SP
A prefeita
Marta Suplicy está no cargo errado. Ela deveria ser embaixatriz.
Os terninhos de alta-costura, sapatos de grife italiana, tudo a
ver com gente do alto escalão. Lama, chuva, fonte de coliformes,
bate-boca? Nada a ver.
Daniela da Silva
Serrinha, BA
Na
última edição de VEJA ("Coliformes acrobatas",
11 de fevereiro) Diogo Mainardi afirma que a prefeita Marta Suplicy
ergueu uma fonte multimídia no lago do Ibirapuera, onde as
águas são um acúmulo de lodo e esgoto. A fonte
foi aprovada por todos os órgãos ambientais. Quanto
à água do lago, sua balneabilidade é igual
ou superior à de muitas praias do litoral brasileiro. Ela
apenas não é potável. A Sabesp mantém
uma estação de tratamento dentro do Ibirapuera e monitora
a qualidade da água diariamente. A fonte não foi instalada
com dinheiro público, trata-se de um presente do grupo Pão
de Açúcar à cidade.
Adriano Diogo
Secretário do Verde e Meio Ambiente do município de
São Paulo
Roberto Pompeu de Toledo
Muito
bom o Ensaio da última semana ("Ao cruel ritmo da natureza",
11 de fevereiro). Considerando uma expectativa de vida de 80 anos
para um homem e levando-se em conta que um governo tem quatro anos,
o governo Lula já tem pouco mais de vinte anos, ou seja,
está mais do que na hora de começar a mostrar maturidade,
responsabilidade e sobretudo o espírito empreendedor tão
comum aos jovens dessa idade.
Carolina Lourenço Defilippi
Gonçalves
Campinas, SP
CORREÇÕES:
Na reportagem "A
Índia que o Brasil deveria ver" (4 de fevereiro),
sobre a economia daquele país, em vez da expressão
"software e serviços prestados via internet já equivalem
em volume a 60% do americano", o correto seria dizer que serviços
de telemarketing e serviços de informática prestados
remotamente equivalem a 60% do volume do setor nos Estados Unidos.
* Na reportagem "O
mercador de bombas H" (11 de fevereiro), o correto seria
dizer bombas A.
| NÍVEIS
DE TENSÃO |
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O
quadro publicado nas páginas 70 e 71 ("Os
níveis de tensão") da última
edição de VEJA, dentro da reportagem de
capa sobre o stress, despertou grande interesse nos
leitores. A versão integral do teste, de autoria
do psiquiatra americano Richard Rahe, pode ser encontrada
na internet no site da International Stress Management
Association, Isma-BR (www.ismabrasil.com.br).
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| NAYA
PODE RECEBER UM SOBE? |
De
Utsunomya-shi, no Japão, o leitor Claudio Goya
escreveu: "O senhor Sergio Naya aparece na coluna Sobe
(11 de fevereiro), mas acho que ele deveria aparecer
é na coluna Desce e lá ficar, em um buraco,
junto com o sonho das famílias que seus prédios
enterraram". Goya foi um dos muitos leitores que reclamaram
da presença do empresário da construção
e ex-deputado na coluna Sobe. Com tantas acusações
pesando contra ele, como pode Naya estar na coluna Sobe
se ali aparecem apenas os nomes de pessoas e instituições
que na semana anterior tiveram algum êxito notável?
A explicação: Naya obteve na Justiça
o desbloqueio de parte de seus bens. A notícia
foi revoltante para quem foi lesado pelo empresário,
mas certamente foi uma vitória pessoal dele.
Sua situação melhorou e a coluna registrou
isso, já que não faz uma avaliação
integral do mérito da pessoa, empresa ou instituição
ali classificada. A coluna apenas aponta a variação
para cima ou para baixo da situação delas
na semana precedente.
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| PADRASTO,
COM ORGULHO |
A
reportagem "O
pior país do mundo" (28 de janeiro)
sobre a ex-república soviética do Turcomenistão
informou que seu presidente, Saparmurad Niazov, gosta
de ser chamado de Turkmenbashi, o Grande, Pai dos Turcomenos.
O texto conclui que Turkmenbashi na verdade não
tem sido pai, mas padrasto de seu povo. O leitor Valber
Fernandes, padrasto de duas crianças, não
gostou da comparação: "Muitas crianças
e adolescentes que lerem a reportagem vão pensar
o quê de seus padrastos? Que eles são iguais
ao ditador? Temos feito de tudo para que nossas crianças
nos tratem com dignidade e respeito, tendo carinho, compreensão
e, principalmente, amor, sentimento que muitas vezes não
existe no pai biológico!". |
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