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Edição 1 760 - 17 de julho de 2002
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"Com o horário eleitoral e o amadurecimento das campanhas, o segundo turno tende a ser disputado por Serra e Ciro, e não pela esquerda."
Eduardo Sabedotti Breda
Curitiba, PR

Crise

Só espero que o pessoal que despendeu tanto esforço e dinheiro para enfeitar ruas, comprar camisetas, pintar muros e calçadas e acordar cedo para ver os jogos canalize agora essa energia para adquirir informações sobre os candidatos à Presidência e ver o que cada um de nós pode fazer para melhorar o país ("É hora de torcer de novo", 10 de julho).
Teresa Ciravegna
Betim, MG

Enquanto os governantes brasileiros não adotarem a mesma política econômica que se adota na iniciativa privada, não chegaremos a lugar nenhum. Se o próximo presidente conseguir implantar 50% das medidas sugeridas na reportagem "O rosto vai mudar. Os desafios, não" (10 de julho), um grande passo será dado. Caso contrário, nosso futuro a Deus pertence.
Francisco Rodrigues Neto
Paulo Afonso, BA

 

Joël Robuchon

A frase "(...) Não há restaurante que agrade a todos. Acidentes acontecem (...)", do chef Joël Robuchon (Amarelas, 10 de julho), infelizmente não é aceitável para a maioria das pessoas. Tenho restaurante e às vezes passo por dissabores. Sabemos que em nossa casa acidentes podem ocorrer, só que em um restaurante eles tomam uma proporção muitíssimo grande. Parece que os restaurantes também não podem errar. Ah, se essas pessoas fossem chef por um único dia, com certeza esse ponto de vista mudaria.
Tatiana Cristina Costa Silva
Catalão, GO

 

Claudio de Moura Castro

Concordo com Claudio de Moura Castro sobre a necessidade dos testes para avaliação da qualidade de ensino ("Quem tem medo da avaliação?", Ponto de vista, 10 de julho). Mas, como estudante de uma universidade federal, percebo que nada de efetivo foi realizado desde sua implantação. Os maus professores, por exemplo, continuam ligados a seus cargos, um poder quase vitalício, visto que para ser afastados é necessário um processo burocrático quase infinito. Isso excluindo a proteção que a classe confere aos colegas menos dispostos ao trabalho.
Rosane Coutinho
Belo Horizonte, MG

 

Eleições

Será crescente a candidatura de Ciro Gomes para presidente. Considero-o um político sério e valente. Ciro não amealhou fortunas em sua trajetória política como outros que construíram verdadeiros impérios nos Estados onde fizeram carreira. Daí a grande diferença ("Ciro alcança José Serra", 10 de julho).
Hélio Bezerra
Juazeiro do Norte, CE

Impressionante o crescimento da candidatura de Ciro Gomes nas últimas semanas. O fenômeno deve ser creditado em grande parte ao desempenho charmoso e marcante de Patrícia Pillar, a nova musa da eleição presidencial. Depois da truculência da Polícia Federal no episódio Lunus, o eleitor não digeriu bem a beleza de Rita, que tem a difícil tarefa de carregar a mala sem alça do candidato oficial, o genérico Serra. Faltam ainda três meses, mas a hipótese de um segundo turno sem o tucanato começa a ficar provável, o que seria muito interessante. E o PT perdeu a oportunidade de utilizar o charme seringueiro de Marina Silva em troca de um pesado empresário liberal. No mais, viva a mulher brasileira!
Rodrigo França
Belo Horizonte, MG

 

Especial Turismo

Se VEJA traduzisse a edição especial Turismo (julho de 2002) para o inglês e distribuísse nas agências de turismo do lado de cá do oceano, certamente iria atrair mais visitantes ao Brasil, pois muita gente por aqui não sabe dessa enorme variedade de opções que o país tem a oferecer. A edição está excelente.
Graça Berger de Oliveira
Amsterdã, Holanda

 

Especial É Penta!

É simplesmente sensacional ser assinante de VEJA e ter fôlego suficiente para ler a magnífica edição histórica (É Penta!, julho de 2002). A seleção é penta, mas é gratificante ter uma equipe de reportagem que nos leva ao delírio e nos transporta aos gramados com garra. Parabéns, VEJA! Tenho orgulho de ser assinante.
Manoel Delmo de Souza
Campina Grande, PB

Com a edição histórica É Penta!, VEJA marcou um verdadeiro gol de placa. Parabéns!
Francisco Barreto Filho
Salvador, BA

 

Sucessão

Não posso deixar de cumprimentar VEJA pela reportagem "Para o Brasil não sair dos trilhos" (3 de julho). Entendo que o programa fundamental apresentado na reportagem, nos quadros que definem as prioridades do novo governo, deveria ter maior divulgação pública para que a população soubesse de forma clara o que é que deve esperar do próximo presidente, bem como uma divulgação ainda maior dos quadros relativos às promessas de que o povo deve desconfiar.
Ângelo Calmon de Sá
Salvador, BA

 

Eleições II

Na reportagem "Ciro alcança José Serra" consta que "Ciro Gomes, 44 anos, foi prefeito de Fortaleza aos 31, tornando-se o mais jovem prefeito de uma capital". Fernando Inácio dos Santos aos 28 anos foi prefeito de Rio Branco, Acre, no período de 1977 a 1983.
Raquel Braga dos Santos
Campo Grande, MS

 

Lada

Como proprietário de um modelo Niva da Lada, não concordo com a nota sobre a montadora. A foto de um Niva sendo empurrado não faz parte do dia-a-dia de seu usuário (Contexto, "Que fim levou a Lada?", 10 de julho). Com certeza os usuários do Niva estão satisfeitos e dificilmente trocariam seu carro por outro. O Niva é um carro valente que não fica parado por falta de peças, tem uma legião de admiradores no Brasil e "chega onde outros não chegam". De 16 a 18 de agosto, os Camaradas do Niva estarão realizando seu primeiro Encontro Nacional, em Itamonte (MG), demonstrando que o "russo" ainda tem muito a oferecer por aqui.
Daniel Milke
Porto Alegre, RS

 

História

A história dos Einsatzgruppen, dos seus comandos e dos seus batalhões policiais não é novidade para os que conhecem um pouco mais acerca das terríveis atrocidades cometidas pelo povo alemão como um todo quando do holocausto. É fato que aqueles que perpetraram tal loucura não foram obrigados pelo Estado alemão a seguir adiante. Existem muitas provas documentais de que policiais e outros oficiais se recusaram a cometer tais barbaridades e nada sofreram, no máximo uma recolocação de posto ou envio de volta para casa – essa é uma das grandes provas de que os alemães não fizeram o que fizeram por imposição de quem quer que seja ou sob ameaças veladas. Leiam o fantástico livro Os Carrascos Voluntários de Hitler (Daniel J. Goldhagen, Cia. das Letras). E parabéns a VEJA por sempre nos presentear com leituras tão esclarecedoras ("O horror antes de Auschwitz", 10 de julho).
Sandro Moreira Rossi
Brasília, DF

 

Casamento

Parece que a maturidade emocional de pelo menos 70% dos homens se congela quando eles atingem os 37 anos. Isso explica por que quanto mais velhos eles ficam menos se interessam por mulheres com a mesma diferença de idade de quando eles se casam pela primeira vez ("Esse casal viverá feliz... por dez anos", 10 de julho).
Matilde Alves
Joinville, SC

Tenho onze anos de casada, apesar de estar com apenas 26 de idade, e nenhuma das crises apregoadas pelas estatísticas me afetou. Por que não mostrar que muitos relacionamentos podem dar certo?
Carolina Cattani Lopes
Curitiba, PR

 

Lazer

O desempenho do golfista melhora sensivelmente quanto melhor for o seu condicionamento. Calcula-se que mais de 80% dos praticantes não tenham conhecimento sequer das regras básicas. No entanto, o fator que impede a popularização do esporte é o custo de acesso aos clubes que têm campo de golfe – cerca de 75 no Brasil, contra mais de 70.000 nos Estados Unidos –, pois o material para um iniciante é bastante reduzido ("O meu campo de golfe", 10 de julho).
Roselaine G. Catarino
Curitiba, PR

 

Chico Xavier

Chico Xavier desencarnou com a mesma humildade com que viveu. No dia em que o Brasil foi pentacampeão, para que ninguém desse atenção ao fato. O legado que ele deixou por meio de seus livros servirá num futuro não muito distante para toda a humanidade (Datas, 10 de julho).
Sérgio Penido
Vitória, ES

 

Arc e as drogas

Arc mais uma vez tem razão. Se existe vendedor é porque existem consumidores. Muito se fala em descriminalizar o consumo, considerando os viciados como doentes. Se são doentes e alimentam o tráfico, que sejam devidamente punidos com a internação para tratamento.
Edmundo Laranja da Silva,
médico
Porto Alegre, RS

 

 

CORREÇÕES: A Kraft Foods não está vendendo o fermento Royal, e sim sua linha de fermentos Fleischmann (Radar, 10 de julho). Ao contrário do que informou a reportagem "Elvis, o retorno" (10 de julho), o francês Zidane não participa da propaganda da marca esportiva Nike.



O FUNDO DA AGULHA

Para o leitor Anderson Tadeu Garrido, de São Paulo, a expressão "é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no reino dos céus" (Lucas 18;25), publicada na reportagem "A força do Senhor" (3 de julho), não é correta. Em mensagem à redação, ele diz: "As versões da Bíblia que consultei não citam buraco, mas fundo de uma agulha". Segundo pesquisou, "fundo de agulha" era como o povo de Jerusalém chamava um portão baixo por onde os camelos não conseguiam sair, ficando protegidos dos ladrões. "A agulha em questão refere-se a uma passagem de 1,30 metro de altura que existia nas construções antigas para dificultar a entrada de animais de grande porte. Ainda hoje existem algumas em Israel", complementou Rogério Leal Campos, bombeiro da Polícia Militar, "historiador nas horas vagas". A Bíblia de Estudo Vida (Editora Vida, 1999) registra a interpretação dos leitores, mas observa que essa seria "uma maneira engenhosa" de ler o versículo bíblico. O mais provável, indica o comentador, é tratar-se de "hipérbole, figura de linguagem que exagera para ressaltar". Nesse caso o fundo – ou buraco – é mesmo o de uma agulha, mostrando quão difícil seria para alguém entregue às coisas mundanas entrar no reino do céu.



CHORO DE TORCEDOR

No quadro "O clube dos campeões", da edição especial É Penta! (julho de 2002), VEJA apresentou uma lista dos times brasileiros que mais cederam jogadores campeões mundiais de futebol pela seleção. Dezenas de leitores apontaram a falta de seus ídolos, que não apareceram na lista porque, na época da convocação para a seleção, já não estavam no Brasil. Confira o clube em que esses atletas atuavam:

 

 
Jogador Clube em que atuava
Raí Paris Saint-Germain (França)
Ronaldão Shimizu (Japão)
Taffarel Reggiana (Itália)
Dunga Stuttgart (Alemanha)
Romário Barcelona (Espanha)
Bebeto La Coruña (Espanha)
Márcio Santos Bordeaux (França)



 
 
   
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