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Tragédia aérea (capa): 84
Claudio de Moura Castro: 28
James Heckman (Entrevista): 19
PAC: 18
Diogo Mainardi: 10

 

Tragédia do voo AF 447

Cumprimento toda a equipe de VEJA pela excelente reportagem especial "A dor, o medo... e os números" (10 de junho). VEJA tratou com muita classe e respeito um assunto delicado. A matéria foi bem sucinta e não deixou o leitor sem respostas. Enquanto VEJA esclarece a população, outras publicações se perdem nos clichês de sempre. Parabéns!
André Romano
Rio de Janeiro, RJ

Comovente a reportagem sobre a queda do Airbus da Air France, que ceifou de forma brutal os sonhos e as vidas de nossos semelhantes. Resta-nos elevar a Deus nossas preces pedindo que ele dê consolo aos familiares e amigos dos que se foram, para que possam suportar a inexplicável dor que invadiu suas vidas de forma tão repentina.
Luzia Teresa Oliveira de Albuquerque
Parnaíba, PI

VEJA conseguiu ser absolutamente técnica ao mostrar o que possivelmente aconteceu com o avião e, ao mesmo tempo, tratou da perturbadora questão da morte em desastres dessa natureza com grande sensibilidade.
Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP

Brasileira, residindo na Irlanda há mais de um ano, habituei-me a fazer a rota Rio-Paris pela Air France. Assim, fiquei muito abalada com a catástrofe ocorrida no último dia 31 de maio, envolvendo muitos de meus compatriotas, bem como cidadãos de diferentes nacionalidades. Que Deus abençoe todos os familiares e amigos das vítimas do voo AF 447 neste momento de luto internacional.
Hanna Beatriz Thomas de Sá Reilly
Westport, Irlanda

Primorosa a explanação de VEJA sobre a preferência dos franceses pelo computador se sobrepondo ao comandante na condução dos Airbus ("A tragédia com o mais moderno dos aviões"). Mas eu prefiro ficar com o modelo americano, em que o piloto tem a primazia das decisões. Prefiro o "fly-by-captain" ao "fly-by-wire". Dar a máquinas burras o controle de uma aeronave já é insensato desde 2001 – Uma Odisseia no Espaço, de Arthur Clarke.
Eduardo Câmara
Brasília, DF

 

PAC

Li a reportagem sobre o PAC ("Ele existe, é bom que exista, mas a maior parte ainda está no papel", 10 de junho) e creio que ela reflete de forma bastante clara o modo como as coisas acontecem neste país. Tudo é muito mais marketing com fins eleitoreiros ou em busca de benefícios pessoais do que propriamente a intenção de fato de edificar obras que tragam benefícios ao país.
Gabriel Trad Alberti
São Paulo, SP

O Brasil só sairá da classificação de país de Terceiro para a de Primeiro Mundo quando houver a universalização de energia elétrica, água tratada, saneamento e quando a logística de transporte interligar o país de norte a sul, de leste a oeste. Outro item imprescindível para sairmos do Terceiro Mundo é garantir a boa escola pública para todos os brasileiros, com ensino médio profissionalizante. Todos os brasileiros de boa escolaridade sabem disso, mas é necessário que a classe política, o presidente da República, governadores e prefeitos também saibam. Somente 3,5% do orçamento do PAC foi aplicado nas obras de infraestrutura, tão importantes para o Brasil. É preciso que VEJA se dedique a desvendar essa caixa-preta: para onde foi o trilhão e 60 bilhões que a população brasileira pagou de impostos em 2008?
Maria Elisa Salles
Belém, PA

"Não há estatística que possa atenuar a sensação de impotência diante de tragédias como a do voo 447 da Air France."
Helaine Póvoa Aires Rodrigues
Brasília, DF

AP
Medo de voar
Juan Vergara, piloto de Boeing: "Não é mesmo natural para o homem ficar suspenso a quilômetros de altura, dentro de uma estrutura enorme que exige o perfeito funcionamento de centenas de máquinas e dispositivos"

 

Diogo Mainardi

Sempre acho pertinente e audaz tudo o que o Diogo escreve, mas temos de dar um voto de confiança ao Obama, pois, mesmo tendo se preparado como "estudante de história na Universidade Colúmbia" e "copiado seu texto da Wikipédia", ele tenta de alguma forma se mostrar mais interessado e mais interessante do que Bush e nosso presidente ("Platitudes e asnices", 10 de junho)!
Ivone Trevisani
São Paulo, SP

 

Claudio de Moura Castro

Meus cumprimentos a Claudio de Moura Castro pelo seu belíssimo texto "Educar é contar histórias" (10 de junho). É de reflexões sérias como essa que a educação e os educadores brasileiros estão carentes, já que somos constantemente bombardeados por receitas mágicas e fórmulas importadas de sucesso.
José Nicolau Gregorin Filho
Professor doutor
São Paulo, SP

 

Lúcio Funaro

Apesar de tranquilo quanto à tentativa de me envolverem nesse episódio, pois nada fiz de errado e não tenho do que me envergonhar ou me arrepender, estou indignado com a vinculação de meu nome a um escândalo político com o qual não tenho nada a ver, a não ser o fato de, um dia, ter apresentado o deputado Valdemar Costa Neto ao corretor de câmbio Lúcio Funaro ("Revelações de um corretor", 3 de junho).
Henrique Borenstein
Mogi das Cruzes, SP

 

Ciro Gomes

Sobre a nota "Cadê o Ciro?" (Radar, 10 de junho), é necessário esclarecer que o deputado Ciro Gomes estava nos EUA em missão oficial sem ônus autorizada pela Mesa Diretora da Câmara para estudar a crise econômica onde ela começou. Ciro teve encontros de trabalho e estudo com professores renomados das universidades Harvard e Columbia, incluindo o prêmio Nobel de Economia em 2001, Joseph Stiglitz. Esses encontros são de fundamental importância para compreender os efeitos da crise no Brasil e para compartilhá-los com a Comissão Especial da Crise Econômico-Financeira, criada pela Câmara dos Deputados, da qual o deputado é membro titular.
Marina Gurgel
Assessora de imprensa do =deputado Ciro Gomes
Brasília, DF

 

Correção: na reportagem "A tragédia com o mais moderno dos aviões" (10 de junho), o correto é dizer que "encher um avião de novas tecnologias digitais torna as viagens mais arriscadas? (...) Com base (...) em estatísticas, a resposta só pode ser NÃO".

Hulton Archive/Getty Images
Fadiga de material e pressão aerodinâmica: as janelas retangulares dos primeiros Comet se rompiam

A escolha da foto de um jato Comet 4 da Havilland para ilustrar a reportagem "Na cauda do Comet" (10 de junho) foi equivocada. O Comet 4 já tinha janelas ovais e outras correções feitas no projeto original, responsável pela queda de cinco desses jatos. Eles foram vítimas de fadiga de material, ciclos alternados de compressão e descompressão da cabine, nos "cantos vivos" das janelas retangulares. Durante o voo, esses pontos cediam à pressão aerodinâmica e desintegravam o avião. Essa correção foi feita com a ajuda dos leitores Hugo Kreil, de Porto Alegre, e Giovanni Maselli Raimondo, de São Paulo.

 

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