| Fale conosco |
| Ajuda |
| Mapa do site |
![]() |
|
Crie seu grupo |
Olhe bem: são iguaizinhas, não?
Os músculos esculpidos em milhares de horas-malhação estão todos lá. Quanto ao resto, bem, o artista Peter Howson garante que se trata de um retrato de Madonna. Exposto numa galeria escocesa, o quadro, segundo o autor, pretende mostrar "todo o carisma e o poder" da cantora, sua amiga e cliente. Embora a obra tenha sido concebida sem o aval da popstar, e com toda a liberdade que o neofigurativismo permite, Howson disse acreditar que ela deixará a musa "lisonjeada e contente". Madonna, que se pretende entendida em arte (quer dizer, chegou até Frida Kahlo), respondeu com um solene silêncio e mandou avisar que ficará bem longe da exposição. Compreensivelmente.
Preto, pérolas e Botox A monarquia britânica sabe fazer duas coisas magnificamente bem: casamentos e enterros. O enterro de Elizabeth, a rainha-mãe, que se foi depois de quase intermináveis 101 anos, ofereceu a prova cabal. Tudo no lugar, perfeito, impecável. A nobreza européia em peso baixou em Londres. A ocasião serviu também para demonstrar o que se usa num enterro de cerimônia: preto, desde o chapéu até as luvas, e pérolas, a única jóia permitida em tais momentos. Abaixo, uma seleção dos destaques em matéria de estilo fúnebre.
A última (?) filha de Pelé A fisioterapeuta Flávia Kurtz Vieira de Carvalho, 32 anos, desafia todos os clichês: não é infeliz, nem traumatizada, nem interessada em altas pensões. Nem sequer quer aparecer. Mas apareceu, como a sétima filha de Pelé, depois de catorze anos preservando a identidade do pai famoso. Fruto de um breve romance do atleta com uma então estudante de Porto Alegre, só conheceu Pelé aos 20 anos. Hoje, profissional firmada, casada com um executivo de multinacional, mantém contatos apenas esporádicos com o rei, cujo sobrenome não carrega. "Tenho o carinho dele, não preciso de mais nada", diz.
A atriz que virou coco Aos 12 anos, Narjara Turetta ficou conhecida em todo o país como a filha de Regina Duarte no seriado Malu Mulher. De lá para cá, nunca mais conseguiu um papel de projeção. Aos 35 anos, cansada de esperar por convites que nunca chegam e de se ver sem dinheiro para pagar o aluguel, decidiu mudar de ramo: virou vendedora de água-de-coco. Hoje, pode ser vista diariamente empurrando seu carrinho nas calçadas de Copacabana. O papel de coitadinha ela dispensa com o maior alto-astral: "Vender coco não tem nada de mais. Sou reconhecida na rua, dou tchauzinho e estou feliz".
A casa
dos bonecos
Lá
vem a
Shalana
Editado
por Thaís Oyama. Colaboraram Bel Moherdaui, |
|
|