'
 


    

 
Edição 1969 . 16 de agosto de 2006

Índice
Millôr
Claudio de Moura Castro
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Gente
Veja.com
Veja essa
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Holofote

Felipe Patury

MAIS DINHEIRO PARA MORALES

Alaor Filho/AE


O governo Lula acenou para o presidente boliviano, Evo Morales, com novos investimentos da Petrobras, presidida por Sérgio Gabrielli. O Planalto acredita que isso animará Morales a ressarcir a estatal dos prejuízos causados pela perda de suas refinarias na Bolívia. Brasília mandou outro presente para Evo: acelerou as negociações para a construção do gasoduto que ligará sete países da América do Sul. A Bolívia depende da obra para vender gás a outros países além do Brasil. Pois é, caímos na chantagem do vizinho.

 

QUEM NÃO PAGA NÃO LEVA

Celso Junior /AE


A indústria de cigarros está entre as campeãs de sonegação. A Receita Federal estima as perdas causadas pelas fraudes em 1,5 bilhão de reais por ano. Para fechar o ralo, resolveu implantar nos maços um selo invisível que facilita a fiscalização dos impostos. Em fevereiro, o secretário Jorge Rachid firmou um contrato com a Casa da Moeda para que ela encomendasse os tais selos. O primeiro lote não foi entregue porque a Casa da Moeda ainda não pagou ao fabricante.

 

O BRECHÓ DA LU

Mario Rodrigues


Um dos episódios mais constrangedores da campanha a presidente do tucano Geraldo Alckmin foi a descoberta de que sua mulher, Lu, recebera de graça vestidos do estilista Rogério Figueiredo. Dez dessas peças foram vendidas em um bazar. Na loja, cada uma custaria cerca de 3.000 reais. Lá, a mais cara saiu por 600. A Fraternidade Irmã Clara ficou com o dinheiro. Ainda não se sabe o destino de outras dezenas de roupas que o estilista diz ter dado a dona Lu.

 

LEGÍTIMAS CAIXAS DOIS

Maurlo Clareto/AE


Os fiscais de impostos do Tocantins interceptaram na divisa com Goiás um carregamento de caixas com cartazes e santinhos da campanha a governador do tucano Siqueira Campos. Estranhamente, os pacotes com a propaganda política do PSDB estavam identificados na nota como máquinas para gráficas e papel de impressão. O Ministério Público Estadual afirma que essa divergência é sinal de que a despesa seria registrada em um caixa dois. Político não aprende...

 
Foto: Rafael Neddermeyer/AE

 


Foto Inacio Teixeira/Coperphoto

 

Com reportagem de Fábio Portela, Heloisa Joly, Leonardo Coutinho,
Sandra Brasil, Veridiana Sedeh e Victor Martino

 
 
 
 
topovoltar