A bela
e as
feras
A
Índia adora concurso de miss (o clima é
de Copa do Mundo, como foi aqui até os anos
60). O país acaba de ganhar sua terceira
miss Mundo da década, Yukta Mookhey, 20 anos.
Nem por isso a moça está livre de
encrenca. Em 1996, quando o concurso foi realizado
no país, esquerdistas e feministas tentaram
acabar com o desfile com passeatas e bombas. Um
fanático até se imolou no protesto.
Sete
vidas
Nunca subestime
a capacidade de sobrevivência de um felino.
Na semana passada, oitenta dias após o terremoto
que causou estragos em Taiwan, o bichano da foto foi
encontrado embaixo dos escombros de um prédio
na cidade de Taichung. Ele sobreviveu por tanto tempo
comendo outro gato, cujos restos estavam a seu lado.
Como nos
maus
tempos
Parecia
que o relógio da história tinha dado
marcha a ré. Na semana passada, Boris Ieltsin
foi visitar Jiang Zemin em Pequim e os dois se puseram
a rosnar contra os Estados Unidos. Eles estão
zangados porque Bill Clinton insiste em cobrar respeito
aos direitos humanos. Com maus modos, o velho urso
advertiu que, visto que conserva seu arsenal nuclear,
a Rússia pode fazer o que quiser na Chechênia.
Ieltsin, que deixou o hospital na segunda-feira, anda
mal das pernas. Na quarta-feira, precisou ser amparado
por Alexander Lukashenko, presidente da Bielo-Rússia,
para não cair numa cerimônia.
Mais uma
vez, frente a frente
Quando
se trata de Oriente Médio, a experiência
recomenda ceticismo com qualquer negociação.
Mas, se Israel e Síria concordam em se sentar
e discutir a paz, é bom sinal. Nesta semana,
o premiê israelense, Ehud Barak, e o ministro
de Relações Exteriores sírio,
Farouq Al-Shara, se encontram em Washington para recomeçar
as conversações interrompidas há
quase quatro anos. O nó a ser desatado é
o futuro das Colinas do Golã, ocupadas por
Israel em 1967 e depois anexadas. Damasco garante
que o então premiê Yitzhak Rabin tinha
prometido devolver cada centímetro. Como Rabin
foi assassinado e Barak não assume as promessas,
voltou-se à estaca zero.
Assassino múltiplo global
Os badalados
são americanos, mas há serial killers
também em outros países. O paquistanês
Javed Iqbal, por exemplo, que confessou ter violentado,
matado e dissolvido em ácido 100 meninos. Roupas
e calçados foram as únicas pistas para
as mães identificarem as vítimas.

Editado
por Rogério Simões