Edição 1884 . 15 de dezembro de 2004

Índice
Lya Luft
Millôr
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Gente

Estréia na tribo da Globo

 
Maria Di Andrea Hagge/Revista Oi
Baniwa posa na Amazônia: no Rio, saudade da farinha e da pimenta

É uma estréia de assustar veteranos: na próxima minissérie da Globo, Mad Maria, Fidellis Baniwa, 30 anos, disputará com Fábio Assunção o amor de Ana Paula Arósio. O bonitão, de origem indígena – Baniwa é o nome de sua etnia –, passou a infância e a juventude na selva amazônica, a 700 quilômetros do mais próximo centro urbano. Em 1997, mudou-se para Manaus, onde cursa a faculdade de história e atua no teatro, cinema e televisão locais. Ao ganhar o papel, concorrendo com quarenta candidatos, foi gravar em Rondônia e agora está instalado no Rio de Janeiro até fevereiro. Ainda estranha a vida na metrópole. "Meu mundo é outro. Sinto falta da minha farinha, da minha pimenta", diz.

 

Em 2005, uma pose por mês

Claudio Capri
Isabeli, nua no calendário: tudo por um país melhor

Borracheiros do Brasil, tremei: está em fase de montagem o primeiro calendário de nus da sensacional Isabeli Fontana. Fotografado em Búzios – "Na praia, à noite, para ninguém ver", conta –, sob supervisão do noivo, Henri Castelli ("Às vezes ele me dava dicas do que fazer"), virá recheado de fotos sensuais, porém sem exageros. "Não mostro peito, porque é muito pessoal", diz a modelo de 21 anos, que confessa ter dado uma levantadinha nos seios depois do nascimento do filho, Zion. "São fotos sexy porque quero que venda bastante, para ajudar as crianças, para termos um país melhor, sem corrupção, sem assassinatos", propõe Isabeli, que pretende doar a renda a crianças carentes.

 

Reuters
Beckham e Victoria no presépio: ela só falta falar


Quando a cera imita a vida

Com toda a sutileza e a elegância que só um museu de cera pode exibir, o Madame Tussaud, em Londres, montou um presépio em que David Beckham e sua mulher, Victoria, representam José e Maria, ela com expressão assustadoramente viva – a Victoria de verdade tem cara de estátua de cera –, inclinada sobre o ombro dele, diante do menino Jesus (não, o bebê não lembra os filhos do casal), ele de brincão e corrente de brilhantes. Todos os credos e denominações chiaram, a começar pelo Vaticano. "É pior que mau gosto. É aviltante", fustigou um porta-voz. O casal Beckham não tem culpa no presépio: foi eleito para o papel pelos visitantes do museu.

 

 

Adeus, minha pororoquinha

Claudio Andrade/Cia da Foto
O ex-casal, com Tom, em compromisso pós-separação: acabou

Foram dezenove anos de um casamento incomum. Começou quando o noivo tinha mais de 40, a noiva, 16, e nunca deixou de desafiar convenções. Agora, Caetano Veloso e Paula Lavigne estão separados. O motivo, segundo próximos, é que Caê cansou, principalmente, de ver sua ex-pororoquinha virar empresária de sucesso, produzindo discos e filmes, sem tempo para fazer aquilo que o baiano adora: ser paparicado. Mudou-se provisoriamente para o Copacabana Palace. Paula, de temperamento notoriamente tempestuoso, deixa a porta entreaberta. "Vamos ver como é morar separados, mas me desligar do Caetano não vai existir nunca. Nós temos filhos e construímos um império juntos", diz com a habitual modéstia zero.

 

Entre tapas e mordidas

Desta vez, o escândalo passa longe de contas secretas na Suíça, contrabando de armas ou outros assuntos relacionados ao patriarca, o ex-presidente argentino Carlos Menem. A confusão envolve a filha dele, Zulemita, e seu marido de pouco mais de um ano, o empresário italiano Paolo Bertoldi: os dois foram à polícia de Miami, onde moram, denunciar-se mutuamente por violência doméstica. Zulemita alega que apanhou do marido; ele a acusa de morder seu braço (compareceu à audiência de tipóia). Na semana passada, Zulemita desembarcou em Buenos Aires com o filho de 8 meses, falando poucas e más de Bertoldi: "É um homem violento, que me deixou sozinha na gravidez e no parto".


Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Marcelo Carneiro

 
 
 
 
topovoltar