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"Mais
do que vencer, as mulheres conquistaram por méritos
próprios os direitos que lhes foram negados ao longo
da História."
Rodrigo Otávio da Silva
Dracena, SP |
Mulheres
Nós, mulheres, estamos mesmo chegando lá. Sou diretora
da área internacional do único banco árabe
no Brasil e faz parte de minha rotina visitar instituições
parceiras mundo afora. Setembro de 2000 teve um gosto diferente
para mim, pois fui a primeira executiva a visitar bancos na Arábia
Saudita, país em que mulheres não transitam sozinhas.
Apesar da tensão provocada por regras de comportamento
rígidas impostas às mulheres, eu me senti vitoriosa
("Elas venceram", 8 de novembro).
Angela Martins
Santo André, SP
Não me sinto nem um pouco intimidado com o notável
avanço das mulheres na conquista de seu lugar ao sol. É
mais que merecido. Hoje, temos mulheres executivas, mulheres prefeitas,
uma mulher governadora, todas ases da competência, além
de grandes mães e ótimas esposas. Magnífica
reportagem.
Gustavo Henrique Freire
Recife, PE
Sobre
a reportagem de capa, achei interessante a mulher ocupar posição
de igualdade com o homem. Só não entendi por que
a mulher se aposenta cinco anos mais cedo que o homem, se a vida
média dela é até maior.
Raimundo Costa
São Paulo, SP
Radar
VEJA trouxe a notícia, na coluna Radar de 25 de outubro,
de que nosso domínio iG.Com estaria à venda, o que
não é verdade. Tanto nós como a revista fomos
vítimas do terrorismo irresponsável de pessoas que,
não podendo deter o crescimento do iG no mercado, tentam
desestabilizá-lo de todas as formas. Nosso departamento
jurídico exigiu, no mesmo dia, a retirada da falsa oferta
do domínio iG.Com, que nos pertence e é muito caro,
do site de leilões GreatDomains.com. Vale alertar VEJA
e todo o mercado de internet de que qualquer domínio brasileiro
pode ser incluído no site GreatDomains.com, que não
verifica a origem da oferta, por qualquer hacker irresponsável,
sem conhecimento nem autorização do proprietário
do endereço.
Nizan Guanaes
Presidente do iG Internet Group do Brasil
São Paulo, SP
Polícia
Quando
você estáincêndio, é
fácil dizer como apagá-lo. Entre o início
e o fim do motim da PM mineira, em 1997, passaram-se dez dias
durante os quais houve negociação, punição,
expulsão, convocação do Exército,
troca de comando. Na segunda passeata, um PM foi morto por um
colega durante a tentativa de invasão do prédio
do Comando da PM. Buscamos então a opinião do comandante
da Polícia Militar e do comandante do Exército em
Minas Gerais, ouvindo de ambos que "o enfrentamento levaria provavelmente
à tragédia com novas mortes e que, se o governo
pudesse ceder um pouco, seria a melhor alternativa". Com o trauma
da morte recente, tomamos a medida da solução negociada,
dando um reajuste salarial escalonado de 11% a 48%, o maior para
os soldados que ganhavam menos. Passado o conflito, o Comando
da PM teve toda a autonomia para, longe da política, conduzir
os inquéritos militares que levaram à expulsão
de cerca de 180 policiais. Na busca do voto fácil, o atual
governador prometeu demagogicamente a anistia, o que foi feito
no início do novo governo em detrimento da ordem e da disciplina,
deixando claros a impunidade e o uso político e até
eleitoral da Polícia Militar mineira ("Baderna no Recife",
1º de novembro).
Eduardo Azeredo
Ex-governador
de Minas Gerais
Belo Horizonte, MG
Mário
Covas
Quanto
à reportagem "Outra batalha" (8 de novembro), solicito
que seja reparado um lapso cometido quanto à autoria da
angioplastia e da colocação de stent no excelentíssimo
governador Mário Covas Júnior. VEJA atribuiu a autoria
dos procedimentos ao cardiologista Wady Hueb, sendo que foram
por mim realizados, com a ajuda do doutor Luiz J. Kajita.
Antonio Esteves Filho
São
Paulo, SP
Televisão
Escrevo
a fim de parabenizar esta revista pela rapidez e agilidade exibidas
ao noticiar o "trote" de que fui vítima há cinco
anos ou, reproduzindo vossas palavras, "no longínquo
ano de 1995". São evidentes e louváveis as boas
intenções da revista ao expor os erros a que estão
sujeitos os jornalistas. O artigo em questão ganharia em
riqueza de informações se mencionasse também
que a mesma "esparrela", citando mais uma vez um vocábulo
escolhido por vossa redação, sucedeu às televisões
britânicas BBC 1 e 2, ITV (Independent Television) e Channel
Four. Os jornais mais importantes da imprensa britânica,
além dos tablóides, também veicularam a falsa
terapia. VEJA está em posição incomparável
para tratar do assunto. A revista entrou para a história
do jornalismo brasileiro ao destacar a criação da
fruta "boimate", então anunciada como uma nova e maravilhosa
arma contra a fome. A criação do tomate com genes
bovinos se revelou uma piada servida como brinde aos leitores
de uma revista estrangeira, por ocasião do Dia dos Bobos,
o 1º de abril. VEJA traduziu o texto e o publicou, com a
"pompa habitual", antecipando, em cerca de vinte anos, um feito
que só ferramentas futuras da tecnologia transgênica
irão talvez tornar possível. Ao que parece, eu e
VEJA temos isso em comum: não temos medo do ridículo
("Humor felino", 8 de novembro).
Pedro Bial
Rio
de Janeiro, RJ
CORREÇÕES:
O anúncio "Não clique", citado no quadro "Propaganda
que funciona", pertence à Abril Assinaturas e não
ao UOL ("A radiografia da internet brasileira", 25 de outubro).
A Vale do Rio Doce é uma mineradora
e não uma siderúrgica, como foi citado em Sobe (1º
de novembro).
Os dados publicados na seção
Holofote ("Quanto vale o IPVA", 8 de novembro) são do Detran
de São Paulo.
Gil de Ferran foi campeão da
Fórmula Mundial, antiga Fórmula Indy ("O azarado
chegou lá", 8 de novembro).