Edição 1862 . 14 de julho de 2004

Índice
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Lya Luft
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Auto-retrato
Datas
Gente
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Guia

Diversão para todos

Aproveitar as mordomias de um clube em qualquer local do Brasil e até mesmo no exterior. A vantagem é oferecida por algumas instituições que têm em suas sedes uma estrutura de lazer tão boa quanto a dos clubes convencionais a preços bem mais baixos.

Associação Cristã de Moços (ACM)
Tel.: (11) 3257-5867, www.ymca.org.br
São 12 000 unidades em 120 países. Oferece estrutura para esportes, com quadras e piscinas, colônias de férias, cursos de línguas e outras atividades. O usuário pode optar entre o plano que dá direito a usar apenas a sede na qual ele se inscreveu e o que permite a utilização de várias unidades de uma região. Independentemente do plano, o associado pode usar qualquer sede no Brasil por até trinta dias por ano. Para freqüentar a ACM no exterior ele deve pedir uma carta de autorização no Brasil e se submeter às regras da unidade estrangeira.
Quanto custa – 14 a 370 reais (mensalidade). Varia conforme o plano escolhido.

Serviço Social do Comércio (Sesc)
Tel.: 0800-118220, www.sesc.com.br
Tem 249 unidades em todos os Estados do Brasil. As sedes possuem área de lazer, biblioteca, espaço multimídia, teatro, quadras esportivas, entre outras estruturas. Trabalhadores do comércio e de bens e serviços têm descontos e sua inscrição vale para todas as unidades do país. Os outros sócios são chamados usuários e só podem freqüentar a sede na qual se inscreveram.
Quanto custa – Para trabalhadores: matrícula de 2 a 15 reais (depende da faixa salarial e do plano). Para usuários: taxa de 2 a 66 reais (varia conforme o Estado e a modalidade).


EXCLUSIVO ON-LINE
Mais informações

 

Qual lâmpada usar?

Os gastos com iluminação correspondem em média a 30% da energia usada em uma residência. Com a escolha certa da lâmpada é possível reduzir esse gasto. O consultor em iluminação Antônio Carlos Mingrone, professor da Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo, explica cada modelo.

Pedro Rubens


Incandescentes

Emitem um tom de luz mais amarelado, apropriado para criar um clima aconchegante, principalmente em salas de estar, de jantar e quartos. Consomem mais energia que as fluorescentes e podem ter sua potência diminuída utilizando-se um dimmer. As do tipo spot são muito usadas na iluminação de espelhos e de closets.
Vida útil: 750 a 1 000 horas (modelo clássico)



Fotos J. Miranda


Fluorescentes

Cerca de 80% mais econômicas do que as lâmpadas incandescentes. São indicadas para locais que precisem de iluminação constante: as de tom branco na cozinha, lavanderia e escritório e as de tom amarelado nas salas e quartos. Para obter melhor efeito de iluminação é recomendado usar os modelos compactos com uma luminária com refletor adequado.
Vida útil: 10 000 horas


Fotos Jorge Butsuem


Halógenas

Lâmpadas incandescentes que funcionam com gases, os quais aumentam a durabilidade em até três vezes em relação às incandescentes comuns. As halógenas refletoras servem para dar destaque a objetos e detalhes da arquitetura. As do tipo palito são muito utilizadas em arandelas e luminárias pequenas.
Vida útil: de 1 500 (bipino) a 3 000 horas (refletoras)

 

Dicróicas
Lâmpadas halógenas com facho de luz com abertura de 10 a 60 graus. Os ângulos menores são ideais para destacar objetos de arte. É revestida de um material refletor que reduz o calor excessivo produzido. Precisam de transformador para funcionar na tensão da rede.
Vida útil: 2 000 a 5 000 horas

 
EXCLUSIVO ON-LINE
Mais informações



Colaborou Helena Fruet

 
 
 
 
topo voltar