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Cartas
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"O
sucesso de Daiane dos Santos nos enche de esperança
nas novas gerações, que não se deixam
abater pelas dificuldades e lutam por seus sonhos."
Jorge Schweitzer
Rio de Janeiro, RJ
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Daiane dos Santos
Minutos
antes de apresentar uma aula sobre ginástica olímpica,
na qual a Daiane estampava o primeiro slide de sua apresentação,
em nosso curso de pós-graduação em medicina
do esporte, uma amiga contou com entusiasmo que havia pouco tinha
visto, ao som de Brasileirinho, a apresentação
da Daiane na Copa do Mundo do Rio e que tinha sido de arrepiar,
emocionante. E, para minha surpresa, no dia seguinte, lá
estava ela ilustrando também a capa de VEJA. Ao terminar
de ler a bela reportagem, também fui movido pela emoção.
Meus olhos brilharam, cheios de lágrimas. Não precisamos
de mais medalhas, Daiane. Sua história e seus feitos já
nos enchem de orgulho e nos fazem acreditar que cada brasileiro
pode vencer e, quem sabe um dia, ter um país mais justo e
igual ("A brasileirinha que voa", 7 de abril).
Tarcis Sawaia El Messane
Florianópolis,
SC
Nós,
gaúchos, sempre acostumados a nos orgulhar de nossas lindas
mulheres loiras e altas, conquistando o mundo nas passarelas, rendemo-nos
a menos de 1,5 metro de uma rara beleza negra. Daiane, mais do que
vencedora, você é linda!
Antônio de Oliveira Filho
Campo
Bom, RS
Lendo
a reportagem sobre Daiane dos Santos, fico imaginando minha filha,
que tem apenas 6 anos e está começando na ginástica
artística. Há pouco mais de um mês ela ingressou
na Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp) e está
cada dia mais apaixonada. Mas não só ela. Eu também,
principalmente pelo excelente trabalho que o pessoal tem feito com
as futuras atletas, que desde o começo contam com acompanhamento
psicológico para aprender a lidar com as agruras do esporte
e a não ir para o mau caminho (Christy Heinrich).
Joice
Kozlowski
Ribeirão
Preto, SP
Quem
disse que apenas ao Super-Homem é dado o dom de voar? Que
o digam Daiane, Daniele e Diego! Eles são muito melhores
que um certo time de futebol!
Maria Lúcia Benevides da Silva
Natal,
RN
Governo
Não
são verdadeiras as insinuações acolhidas por
VEJA de que eu teria inspirado investigações do subprocurador-geral
da República José Roberto Santoro. Não inspirei
e não tive sequer conhecimento prévio delas. A reportagem
"Mais perguntas e nenhuma resposta" (7 de abril) misturou fatos
acontecidos com suposições, boatos e inverdades. Algumas
inverdades foram mantidas, mesmo após o desmentido de alguns
entrevistados, como foi meu caso. Devo dizer que, tivesse eu tido
conhecimento prévio das roubalheiras praticadas por um alto
funcionário do governo, como o senhor Waldomiro Diniz, não
hesitaria em denunciá-las imediatamente. Não partilho
da idéia atual do PT de que denunciar um crime com provas
é mais grave do que praticá-lo. Somente a CPI, que
o PT teima em obstruir, poderá separar falsas insinuações
de fatos comprovados. A falta de transparência é um
desserviço ao esclarecimento da opinião pública.
José Serra
Presidente
do PSDB
São Paulo, SP
É
mentirosa a informação fornecida aos autores da reportagem
de que eu tenha sido acusado pelo senador Tasso Jereissati, em jantar
no Palácio da Alvorada, de ter "por safadeza e molecagem"
colocado "agentes federais em seu encalço", quando Sua Excelência
disputava a candidatura presidencial pelo PSDB. Os senhores Pimenta
da Veiga e Almir Gabriel, que, além do presidente, participaram
do episódio, podem testemunhar que as críticas ali
formuladas se situaram no terreno da política e nada tiveram
a ver com a fábula da "espionagem". Dissemos palavras duras,
mas em nenhum momento foram proferidos os insultos mencionados:
não há hipótese de que eu permita que alguém
se dirija a mim nesses termos. Tampouco acredito que reclamação
por emprego faccioso da Polícia Federal em prejuízo
de um governador, quando eu era ministro da Justiça, tenha
sido levada ao presidente Fernando Henrique. Tivesse isso ocorrido,
eu teria sido demitido incontinente. Na mesma reportagem, o senador
Sarney deplora pela milésima vez a suposta ilegalidade da
ação do Ministério Público e da Polícia
Federal na operação de busca e apreensão levada
a efeito no escritório da empresa Lunus. Lanço um
repto ao senador: por que Sua Excelência em vez de abafar
CPIs não patrocina uma, a CPI da Lunus, para apurar, no caso,
quem violou a lei e os deveres funcionais? Seria uma ótima
oportunidade para colocar de vez a questão em pratos limpos.
Eu prometo, desde já, a mais dedicada colaboração.
Aloysio Nunes Ferreira
Deputado
federal e vice-presidente do PSDB
São Paulo, SP
Santoro
também atuou em casos que ajudaram o PT, como no de Hidelbrando
Pascoal, do Acre, e Joaquim Roriz, do DF. Não creio que tenha
agido com motivação política. O fato, contudo,
é que ele não cometeu crime, mas tentou investigá-lo,
no máximo participou de investigação que caberia
a outro colega, o que será apurado. O importante é
que o Ministério Público tenha independência
para continuar investigando qualquer pessoa. Erros poderão
ocorrer, porque todo poder ou instituição é
formado por homens, portanto falível. Mas tenho a certeza
de que o MP ainda é uma das instituições mais
sérias deste país.
Yordan Moreira Delgado
Procurador
da República
Natal, RN
Henrique
Meirelles
O
homem certo no lugar certo, uma vez que o PT não tem quadros
para o cargo. Só faltou coragem para dizer que os juros estão
altos porque o governo gasta demais com a ineficiente máquina
estatal e precisa diminuir com urgência o tamanho do Estado,
que fica com 80% de todo o crédito disponível no mercado
para o pagamento da dívida interna. O "resto" é disputado
pelo comércio, pela indústria e por pessoas físicas,
e os juros vão para as alturas com as taxas de risco, margens
de lucro e todos os impostos que incidem numa operação
financeira (Amarelas, 7 de abril).
Diego Fernandes Lopes Coimbra
Salvador,
BA
A
entrevista do presidente do Banco Central mostra claramente que
ele está num patamar muito acima dos homens comuns do Brasil
inteiro. Os de nível mais baixo sentem na carne os juros
do cartão de crédito e do cheque especial, por volta
de 10% ao mês, enquanto na poupança estão recebendo
0,54% ao mês e no FGTS bem menos ainda. Tais distorções
são de desanimar cada um, e nem o ministro Palocci nem o
presidente do BC, e menos ainda o presidente Lula, dão a
mínima importância a tais distorções.
Será que não vão acordar nunca, ou somente
quando for tarde demais para o governo atual?
Georg
K.S. Fuchs
Belo
Horizonte, MG
Lya
Luft
Parabéns
à escritora Lya Luft pelo seu sensível e delicado
"Os imutáveis sentimentos" (Ponto de vista, 7 de abril).
Não há responsabilidade maior no mundo do que ser,
somente, um ser humano.
Rita de Cássia Stephani Bastos
Juiz
de Fora, MG
Fiquei
não só feliz, mas extremamente satisfeito com o artigo.
Já se vê porque tanto se fala sobre seus livros, pensamentos
e notas. É realmente maravilhosa essa situação
que comenta ter passado, mostrando que na verdade (contradizendo-a)
as palmas finais da reunião foram para ela, pois os aplausos
não são apenas de uma boa pergunta, mas, sim, de uma
excelente resposta!
Cláudio
Deodato de Almeida
Jaboatão
dos Guararapes, PE
Bela,
simples e sincera a reflexão da autora. Mas os meus aplausos
vão também para esse homem, que, com surpreendente
simplicidade, conseguiu expressar uma indagação às
vezes tão difícil de fazer a nós mesmos.
Queren Almeida Pires de Lima
Imperatriz,
MA
Como
alguém pode dizer tanto num texto tão curto. Belíssimo
artigo da senhora Lya Luft. Valeu por toda a edição
da revista.
Luiz Priori Jr.
Recife,
PE
VEJA
Especial Agronegócio
Muito
bonita a capa da Edição Especial Agronegócio
(abril de 2004). Um trabalho gráfico maravilhoso que conseguiu
sintetizar o que representa o campo para o Brasil. Na contramão
de recentes índices divulgados, que apontam um maior número
de pessoas em áreas urbanas que na zona rural, a reportagem
serve de alerta para mostrar a verdadeira vocação
de nosso país. Temos grande potencial a ser explorado, e
a qualidade de vida no interior é fantástica. A solução
está no campo. Parabéns!
Marcelo de Oliveira
Barretos,
SP
Há
muito tempo não víamos uma revista do porte de VEJA
dar um enfoque tão atualizado e completo das inúmeras
nuanças do agronegócio. Fora da imprensa especializada,
esse segmento tão importante da economia sempre foi tratado
como algo não relevante, levando o leitor a pensar erroneamente
num Brasil de monoculturas como a soja e o milho ou criador de boi
e, mais recentemente, de frango.
Juarez
José de Santana
Chefe
regional Fiscais
Federais
Agropecuários de Londrina
Londrina, PR
VEJA
está de parabéns pela Edição Especial
Agronegócio. Só é uma pena que tão pouco
ou quase nada tenha sido comentado sobre a importância dos
trabalhos de Defesa Sanitária Animal e Vegetal realizados
no país. Sem o controle nem a erradicação de
doenças e pragas como a febre aftosa, a peste suína,
o cancro cítrico, entre outras, talvez a prosperidade do
campo, baseada na exportação, não fosse tão
fenomenal.
Eric Campanha Paolucci
Sacramento,
MG
O
Brasil tem remédio. Belíssimo caderno especial. A
solução do Brasil está no agronegócio.
O empresário de pequeno porte só voltará a
gerar emprego se realmente continuar o crescimento do produto primário.
Nossa solução está no campo.
Ronaldo Fernandes
Uberlândia,
MG
Governo
2
Gostaria
de externar meu repúdio e minha indignação
com relação à reportagem "Mais perguntas e
nenhuma resposta" (7 de abril), no trecho em que afirma que o ex-superintendente
da Polícia Federal no Ceará, atual secretário
de Segurança Pública daquele Estado, senhor Francisco
Wilson Vieira do Nascimento, teria dito que em 2001 eu estive no
"calcanhar", ou que "estava buscando indícios de envolvimento
de Tasso com lavagem de dinheiro", e que a investigação
foi encerrada sem que se descobrisse nenhuma novidade. O senhor
ex-governador do Ceará, atual senador Tasso Jereissati, nunca
foi alvo de investigações sob minha responsabilidade.
Estive em Fortaleza somente até a primeira semana de dezembro
de 2000, como o segundo delegado, em um número de sete, a
trabalhar em uma operação da Polícia Federal
que tinha por finalidade apurar a utilização de "laranjas"
e empresas "fantasmas" com sede em Santos/SP e Fortaleza/CE, em
um esquema de "lavagem" de dinheiro envolvendo vários doleiros
e casas de câmbio. Esclareço que o trabalho resultou
em inúmeras prisões, indiciações, denúncias,
condenações, e que estou interpelando judicialmente
o senhor Francisco Wilson V. do Nascimento, suposto autor das acusações
inverídicas veiculadas na matéria.
Paulo de Tarso Teixeira
Delegado de Polícia Federal
Brasília, DF
Radar
Informo
que a alegação de proibição, por parte
do diretor financeiro da Codesp, doutor Mauro Marques, de atracação
de navios causou surpresa, já que não condiz com a
realidade. Afinal, a operação do terminal marítimo
da Cosipa está em conformidade com as legislações
federal, estadual e municipal. O terminal da Cosipa é privativo
e localizado fora da área do Porto Organizado de Santos/SP,
razão pela qual não é utilizado o porto público
administrado pela Codesp. A Cosipa encontra-se rigorosamente adimplente
em relação aos pagamentos devidos à Codesp,
pela utilização do canal de acesso a seu terminal.
O que existe são pendências remanescentes de período
anterior à privatização da empresa, ocorrida
em agosto de 1993. Trata-se de questões de interpretação
quanto à cobrança de tarifas e demais encargos incidentes
em tabelas, as quais estão sendo objetivo de avaliações
judiciais ("Navios sem porto", Radar, 7 de abril).
Luiz Carlos Bezerra
Superintendente de comunicação da Cosipa
São Paulo, SP
Saúde
A
respeito da matéria "Faça o que eu digo..." (7 de
abril), reconhecemos seu elevado propósito para servir de
alerta a todos, médicos e pacientes, quanto à seriedade
da questão da obesidade e dos maus hábitos alimentares.
No entanto, algumas observações precisam ser feitas.
Nesses congressos, o médico passa horas acompanhando aulas
e palestras e quase nunca há intervalos adequados para as
refeições. Acaba consumindo os lanches oferecidos
pelos organizadores do evento, que não são profissionais
de saúde nem costumam consultar os endocrinologistas sobre
o cardápio. Vale lembrar que, nas recomendações
de reeducação alimentar para pacientes obesos, a palavra
de ordem não é restringir, mas moderar. A imagem da
matéria não espelha a regra, e sim a exceção.
Valéria Guimarães
Presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Por e-mail
Venezuela
A
reportagem resume muito bem a situação na Venezuela.
Gostaria de acrescentar que o presidente Chávez, com a ajuda
do Conselho Nacional Eleitoral, cuja maioria controla, está
tentando impedir o plebiscito revocatório que se encontra
na Constituição que ele mesmo fez, porque sabe que
perderia por grande margem. Milhares de servidores públicos
foram demitidos porque assinaram solicitando o plebiscito. Mas isso
não é o pior. O governo de Chávez está
acelerando na implantação de sua "revolução";
se nos cinco primeiros anos havia tentado guardar uma aparência
democrática, recentemente vem usando a perseguição
política, a repressão violenta das passeatas da oposição
e a prisão e tortura de opositores com uma freqüência
cada vez maior, com um saldo aproximado de vinte mortes nos últimos
dois meses. A máscara da democracia acabou de cair, e estamos
entrando na nova fase de ditadura de esquerda, no melhor estilo
cubano-castrista.
Claudio F. Simões
Caracas, Venezuela
Alexandra
Tavares
Lamentável
o palpite do leitor Ozires Mourão (Cartas, 7 de abril), de
Londrina, contribuindo ainda mais para o endeusamento de uma moça
fútil e imatura que não estava preparada para a função
que o destino lhe deu ("A imperatriz do Maranhão", 31 de
março). Nosso Estado tem sido motivo de galhofa pelas suas
deslumbradas atitudes e feitos à custa do erário,
expondo ao ridículo a terra que a acolheu e principalmente
o apaixonado marido.
Roberto Carvalhedo Rodrigues
São Luís, MA
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Filosofia
clínica no Brasil
Uma
dezena de leitores escreveu para a redação
de VEJA querendo saber se há no Brasil algo semelhante
ao trabalho dos filósofos clínicos americanos,
que oferecem serviços de aconselhamento ("Sócrates
no divã", 31 de março). Segundo Monica
Aiub, presidente da Associação Paulista
de Filosofia Clínica, "existe no Brasil um grande
movimento de profissionais que utilizam a filosofia
para um trabalho de psicoterapia, com método
e fundamentação construídos a partir
da filosofia acadêmica". No entanto, ela informa,
esse trabalho é muito diferente daquele proposto
pelo aconselhamento filosófico descrito no livro
Mais Platão, Menos Prozac, de Lou Marinoff,
citado na reportagem. Diante disso, ela sugere que os
interessados consultem o site www.filosofiaclinica.com.br/,
especializado no assunto.
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A
sogra do faraó
AP
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| A
máscara de Tuyu: sogra de Amenófis
III |
O leitor Guilherme Sodré, de São Paulo,
escreve: "Acredito que a foto apresentada na página
32 como sendo de Tutancâmon ("Celebração
dos faraós", 7 de abril) esteja errada, pois
apresenta uma máscara funerária que parece
ser de uma mulher". O professor Cássio de Araújo
Duarte, mestre em arqueologia egípcia pela USP,
confirma as suspeitas do leitor: "A foto, na verdade,
é da sogra do faraó Amenófis III,
Tuyu". A foto da máscara funerária de
Tuyu, mulher de Yuya, pais de Tiye e mulher do rei Amenófis
III foi encontrada na tumba de Yuya e Tuyu, no Vale
dos Reis, Egito, em 1905, e pode ser vista no Museu
de Antiguidades de Basel, na Suíça, onde
acontece desde a semana passada uma exposição
em homenagem a Tutancâmon, cuja imagem correta
da máscara mortuária publicamos neste
quadro. Mais informações sobre a tumba
de Yuya e Tuyu pode ser encontrada na internet: anubis4_2000.tripod.com/SpecialExhibits/YuyaTuyu.htm
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Olho
por olho
Gustavo
Cabrera Alvarez, de Jacarezinho, no Paraná, escreve
sobre a reportagem "Bilionário e showman" (7
de abril): "O bilionário Donald Trump diz: 'Como
já dizia a Bíblia, é
olho por olho, dente por dente. Sempre acreditei
nisso'. Pois ele sempre esteve errado, porque essa frase
não é da Bíblia nem corresponde
ao pensamento cristão. A frase é da Lei
do Talião ou Código de Hamurabi". Alvarez
acerta ao informar que a expressão se encontra
no conjunto de leis criado pelo rei Hamurabi, da Babilônia,
quase 2 000 anos antes de Cristo. O Código de
Hamurabi, como ficou conhecido, baseou-se na antiga
Lei de Talião, que já estabelecia a máxima
do olho por olho. Mas Trump não está errado,
uma vez que a Bíblia trata do assunto:
"Mas, se houver dano grave, então, darás
vida por vida" (Exodo 21:23); "olho por olho, dente
por dente, mão por mão, pé por
pé" (Exodo 21:24); "queimadura por queimadura,
ferimento por ferimento, golpe por golpe" (Exodo 21:25).
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