BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 1995

14 de fevereiro de 2007
• ver capa
NESTA EDIÇÃO
• Νndice
• Brasil
• Internacional
• Geral
• Negócios
• Guia
• Artes e Espetáculos
COLUNAS
• André Petry
• Millôr
• Lya Luft
• Diogo Mainardi
• Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
• Carta ao leitor
• Entrevista
• Cartas
• Radar
• Holofote
• Contexto
• Datas
• Auto-retrato
• Gente
• Veja essa
• VEJA.com
• VEJA Recomenda
• Os livros mais vendidos
Publicidade
 

Holofote

Felipe Patury

• MINISTRO DA ECONOMIA

Beto Barata/AE


O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, quer revestir de austeridade a sua volta à advocacia. Para ter um escritório enxuto, firmou um acordo operacional com a banca Ráo, Cavalcanti e Pacheco, da qual era sócio. Eles serão vizinhos no mesmo prédio e compartilharão até a biblioteca. Econômico, Bastos orientou seus decoradores a negociar os preços dos móveis. Eles já conseguiram uma pechincha: o ministro pagou 11 000 reais por um tapete de 15 000.

 

• A CONTA DO GÁS

Em 2005, Belém cedeu a captação dos gases do seu aterro sanitário à Conestoga-Rovers, fornecedora canadense de gás natural. A empresa paga à prefeitura 50 centavos de dólar por tonelada de gás. Porto Alegre também tem um contrato com a Conestoga-Rovers, mas recebe 8 euros por tonelada. O Ministério Público e o Tribunal de Contas do Pará investigarão os contratos, firmados pelo prefeito Duciomar Costa.

 

• NÃO VALE UM SANDUÍCHE

Marcos Fernandes/Ag. Luz


Em setembro do ano passado, o McDonald's anunciou a venda de sua operação brasileira. Mas mesmo antes a companhia pediu à consultoria KPMG que avaliasse se a subsidiária poderia ser considerada desprovida de valor para efeito tributário. A medida é possível porque, ao longo da história, o McDonald's investiu mais do que lucrou no Brasil. Com isso, a McDonald's Brasil, dirigida por Sérgio Alonso, poderá render à matriz um benefício fiscal de 300 milhões de dólares.

 

• E ELE VAI ANDAR A PÉ?

Celso Junior/AE


Os procuradores decidiram atazanar o ex-deputado José Janene, do PP, processando sua mulher, Stael, a quem acusam de lavagem de dinheiro. Em maio do ano passado, eles conseguiram que a Justiça bloqueasse os bens de Stael, que concentra em seu nome o patrimônio da família Janene. A única coisa que escapou foi um Audi avaliado em 110 000 reais, que é usado pela família e está em nome de um segurança. Agora, a Justiça seqüestrou também esse bem.

 

Com reportagem de Fábio Portela, Heloisa Joly,
Leonardo Coutinho, Monica Weinberg e Victor De Martino

  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |