BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
REVISTAS
VEJA
Edição 2095

14 de janeiro de 2009
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
SEÇÕES
Carta ao Leitor
Entrevista
Lya Luft
Leitor
Millôr
Blogosfera
PANORAMA
Imagem da Semana
Holofote
Datas
SobeDesce
Conversa
Números
Radar
Veja Essa
 

Gente


Euforia pós-parto

Sorriso de felicidade pura, cabelo e maquiagem impecáveis e o habitual salto agulha, a ministra da Justiça da França, RACHIDA DATI, 43 anos, apresentou-se ao trabalho cinco dias depois de dar à luz a filha Zoha (mesmo nome da avó, imigrante argelina), de cesariana, dispensando solenemente a licença-maternidade de quatro meses. Como agora existe até gravidez de direita (ela é do governo Sarkozy), o pessoal da outra banda desceu a língua na ministra, como se a maternidade eliminasse também a livre escolha. Ainda por cima, a volta a jato de Rachida foi para tocar a reforma do Judiciário, outro ponto que faz o pessoal de gauche xingar até uma nova mamãe. Mandona e exibida, a ministra insufla os humanos direitos à fofoca ao não revelar de jeito nenhum quem é o pai da criança. O mais recente candidato é François Sarkozy, 47, irmão do presidente, que 1) a visitou na maternidade e 2) antes disso levou-a para passar o Natal na casa da mãe. Muito suspeito.

 

Rebelde enquadrado

Após meses de vai-não-vai recheado de comentários no mundo do tênis sobre uma propalada mudança no visual, o tenista espanhol RAFAEL NADAL, 22 anos, o número 1 do mundo, conformou-se: em seu primeiro torneio oficial de 2009, em Doha, Qatar, jogou de bermuda branca e camiseta com gola e manga, renegando o visual "rebelde" (short largão e mais comprido, bíceps à mostra, vermelho à vontade) que sempre exibiu. A transformação é obra do patrocinador, a Nike, que quer dar a sua estrela "uma aparência mais sóbria, sem renunciar aos rasgos apaixonados de um tenista genuinamente mediterrâneo". Talvez massacrado pelos clichês, Nadal foi eliminado na terceira partida pelo francês Gael Monfils, 13º no ranking oficial.

Julian Finney/Getty Images

 

De azul para a Casa Branca

Divulgação/Vogue

Enquanto o varejo americano anuncia queda de 2,2% em plena temporada de vendas de Natal, a bolsa (não, não a da Prada; não, não a de valores) de apostas da moda se agita em torno de qual será o estilista escolhido por MICHELLE OBAMA para vesti-la na posse de seu marido, no dia 20. A Vogue americana vai além: põe nos elegantes ombros da mulher do presidente a missão de recuperar a combalida indústria do vestuário. Para provar como está à altura da tarefa, mostrou-a chiquérrima, de cabelo preso e farfalhante vestido azul de Narciso Rodriguez, em foto de 2007. Afastada da linha de frente desde a eleição, Michelle se prepara. Se em tempos normais levanta às 4h30 da manhã para enfrentar uma hora e meia de exercícios, agora então...

 

Saiam deste corpo que não lhes pertence

Alexandre Brum/Ag. O Dia/AE

Aposentada da avenida há três anos e "2 quilos" mais gorda ("Sei que parece mais") por causa de uma lesão muscular, LUMA DE OLIVEIRA, 44 anos, teve de rebolar para mostrar que ainda tem material para reinar sobre a bateria, agora na Portela. Nenhum sacrifício foi poupado: cortou doces e frituras, mergulhou em massagens, contratou um professor de ginástica com quem se exercita (e troca olhares) todo dia, de manhã e à tarde, e assim embasbacou 10 000 portelenses na apresentação oficial, num microvestido coberto de cristais. "Aqueles quilos não me pertenciam", comemora, aliviada de "voltar aos 64".

 

Editado por Lizia Bydlowski colaboraram Bel Moherdaui e Marcelo Bortoloti

 



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |