Cartas

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 
"A virada do século vai ser muito boa devido ao aumento do emprego, à queda dos juros e às melhores festas de fim de ano desde 1994."
Bruno Ladorucki Meier
Joinville, SC

 

Natal do Real

Passeando pelos principais shoppings do país, nota-se facilmente que o brasileiro tem mesmo gastado um absurdo de dinheiro para o Natal e para o Ano-Novo, muitas das vezes endividando-se nos crediários e nos juros do cartão de crédito, sem necessidade. Os controladores dos grandes magazines estão radiantes. Os bancos, nem se fala, por causa do famigerado cheque especial. De fato, nunca antes se vendeu tanto. Depois, reclamam da crise. Que crise é essa, afinal? Crise em que todo mundo gasta o que tem e o que não tem? Crise com dinheiro circulando? Justiça seja feita ao governo Fernando Henrique: não fosse o Plano Real, um Natal como o deste ano jamais seria viável, a não ser em sonho. Boas festas, presidente ("O melhor Natal do Real", 6 de dezembro).
Gustavo Henrique de Brito Alves Freire
mmconsul@elogica.com.br

Apesar dos Lalaus, Sivans, Abins, parlamentares e outros assuntos desagradáveis e caríssimos, este extraordinário povo brasileiro consegue superar obstáculos quase intransponíveis.
Jorge Wagner
Ribeirão Preto, SP

Este será, certamente, o melhor Natal do Real. Mas para quem? Compare o efeito dos aumentos da gasolina no planejamento de uma família de classe média com o valor absoluto recebido em reais em junho.
Aldo Cosentino
ac@cse.ufsc.br

Quem dera o real estivesse no bolso do trabalhador tão sofrido e castigado. Quem dera o real fugisse do imaginário e viesse com o Papai Noel antecipado no salário mínimo tão almejado.
Isaac Soares de Lima
Maceió, AL

 

Justiça

Repudiamos o termo "disparatada" atribuído por VEJA a uma sentença da lavra da ilustre juíza de direito doutora Célia Regina Régis Ribeiro, na reportagem "Cada cabeça uma sentença" (29 de novembro). A sentença da magistrada, além de estar perfeitamente sintonizada com as mais consagradas posições doutrinárias e adequada com as substanciais interpretações da jurisprudência pátria, pauta-se pelo estrito respeito à ordem jurídica vigente. Se existe algum disparate no episódio, tal só deveria ser atribuído à lei, e não à sentença da culta julgadora, que agiu de forma correta e incensurável, cumprindo, aliás, uma obrigação que o Estado lhe imputou.
Helvécio de Brito Maia Neto
Palmas, TO

A respeito da reportagem "Cada cabeça uma sentença", tenho a dizer que, da mesma forma que quando não vemos uma pedra tropeçamos, quando não vemos uma palavra erramos na interpretação, como, por exemplo, a palavra "hermenêutica".
Cleonice Conceição do Nascimento
Juíza da Comarca
Imperatriz, MA

 

Veja essa

Esta carta é para esclarecer um mal-entendido causado por um comentário que fiz durante minha visita ao Brasil, há alguns dias. Durante a coletiva de imprensa, fui perguntado por um jornalista sobre uma jovem atriz chamada Ana Paula Arosio, a quem não conhecia, e dei uma resposta que pretendia ser uma observação divertida, mas se transformou numa frase infeliz (Veja essa, 29 de novembro). Quero deixar claro que em nenhum momento pretendi ser desrespeitoso ou grosseiro. Eu sei agora que Ana Paula é uma jovem atriz brasileira linda, talentosa e querida, uma das estrelas mais brilhantes do Brasil, e tenho profundo respeito por ela e por seu trabalho.
Eros Ramazzotti
Miami Beach, Flórida, EUA

 

Mário Covas

Apesar dos acidentes de percurso em sua vida, o grande homem e governador Mário Covas Júnior consegue manter-se firme, positivo e, paradoxalmente, transparente. Sem nenhum receio de mostrar-se um ser humano como outro qualquer: com suas qualidades e suas limitações. Faço minhas, quase tão emocionado quanto o governador quando de sua entrevista coletiva, as palavras da revista VEJA: "O que distingue Mário Covas é sua capacidade de demonstrar força e também de dar provas de fraqueza, de chutar o balde e derramar lágrimas, de erguer a cabeça e abrir o coração". Governador, Deus é testemunha do grande homem que o senhor tem sido e continuará sendo! ("Tive medo, tive dor", 6 de dezembro)
Edson F. Nascimento
Ribeirão Preto, SP

Não bastassem a raça e a determinação que sempre nortearam sua vida política, agora Mário Covas prova sua força interior, ao transpor mais um obstáculo que só os homens de fé e perseverança conseguem vencer. Felicidades, governador, Deus o proteja.
Osmar Monteiro Filho
Praia Grande, SP

 

Claudio de Moura Castro

Nossos cumprimentos por seu artigo "A arqueologia da reprovação" (Ponto de vista, 6 de dezembro). Suas reflexões são uma lufada de ar fresco que ajuda a espanar o mofo da "relíquia arqueológica" da repetência e a conquistar uma nova cultura escolar. Essa luta se fortalece com as vozes que defendem a escola democrática, moderna e competente.
Rose Neubauer
Secretária de Estado da Educação de São Paulo
São Paulo, SP

 

Automóveis

A van Doblò é horrorosa e será um fracasso de vendas. Será que a Fiat terá coragem de lançar esse carro no Brasil? Nunca que ela venderá 40.000 unidades por ano. Não com aquele desenho horrível ("Caixinha sobre rodas", 6 de dezembro).
Erik Catanhede de Mendonça
brbrasil@zipmail.com.br

 

Drogas

Drogas existem no mundo todo e são oferecidas na porta das escolas das grandes cidades. O Arraial d'Ajuda é um lugar maravilhoso para morar, temos alta qualidade de vida, sem poluição, sem engarrafamentos e com bem menos violência que os grandes centros urbanos. Aqui há lindas pousadas, ótimos restaurantes e bares animados, além de pessoas muito interessantes e empreendedoras, que, por sinal, não param de chegar, em busca de uma qualidade de vida que não encontram nas grandes cidades ("E aí, meu rei, quer um doce?", 6 de dezembro).
Luisa Accioly
Porto Seguro, BA

Durante a alta estação, são grupos e mais grupos de jovens que vêm dos grandes centros e encontram com a maior facilidade todos os tipos de droga. Quanto mais ao sul de Porto Seguro, mais intensa é essa prática. Dessa viagem, alguns jovens não conseguem voltar. São meninas e meninos lindos, que se destroem com todos os tipos de ácido, cujos pais nem sonham com o que ocorre por aqui. No último mês, uma turista foi estuprada e morta em Trancoso; um vendedor de "doce" foi morto há uma semana; e, em certos casos, após o uso da droga, alguns turistas acabam morrendo afogados. Esse é o turismo praticado em Arraial e em boa parte de Porto Seguro. Os empresários locais estão indignados com a reportagem. Outros, assim como eu, preferem a verdade, por mais cruel que ela seja.
Graça Peres
praiahotel@portonet.com.br

 

Mato Grosso do Sul

Parabéns pela reportagem sobre o governador de Mato Grosso do Sul, o Zeca do PT. Realmente, há uma grande diferença entre ser estilingue, o que o partido sempre foi, e ser vidraça, o que está aprendendo agora ("O PT do Zeca", 6 de dezembro).
Marcio Maia
Belo Horizonte, MG

Viajei com a comitiva e retornei ao Brasil traumatizada com o que vi ("A Cuba de Lula", 6 de dezembro). Fidel é um monstro e é odiado por todos os cubanos. Ocupei-me, nos sete dias de visita, em conhecer o sistema e constatei que nada funciona no país. O regime de Fidel é uma grande mentira e sua forma de governo é criminosa, eis que tolhe a liberdade das pessoas de forma covarde. O povo é miserável e grande parte da população esmola pelas ruas, com as crianças suplicando um "caramelo". Tudo isso, obviamente, escondido da polícia, que os prende, caso se aproximem do hotel.
Sônia Maria Dini
Sorocaba, SP

 

Alejandro Toledo

Ao ler a entrevista do senhor Alejandro Toledo (Amarelas, 6 de dezembro), senti desejo de torcer pelo Peru. Que a união com o Brasil, no plano econômico e social, seja bastante promissora para ambos.
Steen Martins
Brasília, DF

 

Passeios aéreos

A reportagem "Nas asas da nostalgia" (6 de dezembro) menciona que a viagem nostálgica pelo DC-3, em Porto Alegre, requer vinte minutos de preparação para "ligar os dois motores e esquentar as turbinas". Convém dizer que os DC-3 tinham motores a pistão. Não possuíam, por conseguinte, turbinas, que só se encontram em aviões com motores a jato ou turboélice.
Tufi Neder Meyer
Três Corações, MG

 

Holofote

A respeito da nota "O escândalo que não foi para o ar" (Holofote, 29 de novembro), consideramos fundamental dizer que a construtora tem muito poucos e isolados registros de reclamação. Quanto ao reconhecimento dos "defeitos", eles realmente ocorreram, mas dentro das proporções normais em obras de construção civil. Todas as reivindicações dos proprietários foram e vêm sendo atendidas.
Antonio Cioni
Diretor de marketing da M & M Holding Administração e Participações Ltda.
Curitiba, PR

 

Silicone

Gostaria de retificar uma informação veiculada na reportagem "Está faltando silicone" (6 de dezembro). A Allergan não é a produtora exclusiva da toxina botulínica tipo A. O laboratório Biosintética, em parceria com a importadora Connexion (citada na reportagem), também produz e comercializa a referida toxina.
Claudmeire Dias Carneiro
Belo Horizonte, MG

 

CORREÇÃO: A foto que ilustra a nota "Alunos vulneráveis" (Para usar, 22 de novembro) é da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, e não de São Paulo.

 

Erro de baleia

Andres Bonetti
A foto publicada: baleia franca


A bióloga Carla Marto da Silva leu a reportagem "A pista que vai quebrar o gelo" (22 de novembro) e faz uma retificação sobre a foto de um cetáceo que ilustra o texto. "Não é um cachalote, e sim uma baleia franca", diz ela. A leitora tem razão. Trata-se de uma baleia franca. Ambas as espécies medem até 18 metros e chegam a pesar cerca de 40 toneladas. Mas o cachalote (Physeter macrocephalus) tem a cabeça maior, a testa lisa e protuberante. A baleia franca (Eubalaena australis) tem a cabeça menor e traz na testa uma "verruga" branco-amarelada.

 
Baleia franca: verruga na testa Cachalote: testa protuberante



Mexeram com o João Gilberto

Na reportagem "Sertão com Versace" (29 de novembro) há uma frase que deixou alguns leitores indignados. Na entrevista que deu a VEJA, o sertanejo Zezé Di Camargo mexeu num vespeiro ao afirmar que "se eu quiser, também consigo cantar baixinho, igual ao João Gilberto. Só que eu não vejo graça em cantar resmungando, com aquela vozinha fina, pedindo para desligar o ar-condicionado". Os fãs do pai da bossa nova não gostaram e reagiram com veemência. Alguns dos desabafos que chegaram à redação: "Não adianta ele cantar baixinho como o João Gilberto, é preciso ter talento também", respondeu o paranaense Thiago dos Santos Batista, de Paranavaí. "Tamanha audácia, menosprezar João Gilberto. Quem esse rapaz pensa que é?", perguntou o paulistano Jair Rodrigues Nunes. "O inventor da bossa nova é a voz mais afinada do Brasil", reforçou Attilio Ambrosio Filho, de Ourinhos, São Paulo. Sérgio Mibielli, de Itaúna, Minas Gerais, conclui: "É revoltante como o dinheiro não consegue mudar as pessoas para melhor".

 

Copyright 2000
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Recife | Guias Regionais
Edições Especiais | Site Olímpico | Especiais on-line
Arquivos | Downloads | Próxima VEJA | Fale conosco