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Gente Editado por Lizia Bydlowski
Festa de arromba e a que abre a exposição anual de moda do museu Metropolitan de Nova York é a mãe de todas elas tem de ter, em doses iguais, gente bonita, gente esquisita e gente que acaba a noite na delegacia. Neste ano, Gisele Bündchen preencheu o primeiro requisito, por motivo óbvio. Madonna, o segundo, também por motivo óbvio. E Kiefer Sutherland, o terceiro, quando tascou uma cabeçada num tímido e sensível estilista. Pensando bem, tratando-se de quem se trata, também foi óbvio.
Mãe que é mãe tatua Cena rara, a atriz JULIA ROBERTS pôs o corpo de fora num biquíni de bolinhas, em férias no Havaí. Comprovou-se que: 1) aos 41 anos, continua linda; 2) tatuou no cóccix o nome dos três filhos, os descombinados (e doloridos) Harry, Hazel e Phinnaeus; e 3) num traço nada hollywoodiano, não removeu no bisturi a flacidez abdominal de quem ficou grávida duas vezes, uma delas de gêmeos. Nada que a mágica do cinema não consiga resolver, mas Julia jurou recentemente que não pretende nunca mais aparecer nua em cena. "Filmar de roupa é uma performance. Filmar sem roupa é um documentário", comparou.
Malvestida. E daí? No início era SUSAN BOYLE, escocesa de 47 anos, voz maviosa e estética desastrosa mal-ajambrada, mal maquiada e mal depilada. Depois veio Susan Boyle reformada, de casaco de couro (falso), roupas menos absurdas, sobrancelhas feitas e cabelo penteado. Dessa, no entanto, só restou o casaco na semana passada, quando saiu de casa com um zíper mal fechado e um botão da blusa estourado (e nada por baixo dela). Mas, como sempre, feliz da vida. E com razão: seu vídeo cantando num programa de calouros bateu em quase 190 milhões de acessos, o quinto mais visto na história da internet. E isso em três semanas.
Todos de olho na loirinha do papai
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