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Datas Morreram
o dramaturgo Augusto Boal, criador do Teatro do Oprimido, uma vertente comunista que acusa a arte cênica tradicional de se prestar à manipulação de massas. Em contraposição, Boal defendia a ideia de que os atores se expressassem com suas próprias palavras e que o público interagisse em suas peças. Filho de um padeiro português, o dramaturgo formou-se em química no Rio de Janeiro, nos anos 50, e ganhou uma bolsa para continuar seus estudos em Nova York. Lá, também cursou teatro, escreveu e dirigiu seu primeiro texto, The House across the Street (1955). De volta ao Brasil, tornou-se, nos anos 60, um dos líderes do Teatro de Arena, movimento de inspiração esquerdista. Em 1971, Boal foi preso e torturado pela ditadura. Exilado em Paris, lecionou na Sorbonne. Retornou definitivamente em 1986. Seis anos depois, elegeu-se vereador do Rio pelo PT. Dia 2, aos 78 anos, em decorrência de leucemia. a escritora americana Marilyn French, autora do clássico feminista Mulheres, de 1977. Ambientado na década de 50, o livro conta a história de uma mulher que descobre a liberdade depois de se divorciar. Traduzida para vinte línguas, a obra vendeu 20 milhões de exemplares no mundo todo. Em 2007, a escritora fez uma revisão e reconheceu que a sociedade pós-feminista também trouxe prejuízos às mulheres, esmagando-as com uma sobrecarga de tarefas e deveres. Dia 2, aos 79 anos, de infarto, em Nova York.
o ator americano Dom DeLuise, parceiro de Mel Brooks em comédias memoráveis como Banzé no Oeste e de Burt Reynolds em Quem Não Corre, Voa. Filho de imigrantes italianos, DeLuise chegou a ter um show com seu nome na TV americana. Bom de garfo, aventurou-se no mundo da gastronomia e escreveu livros com suas receitas preferidas. Dia 4, aos 75 anos, em Los Angeles, de causa não revelada.
SEG|4|MAI|2009 Acusada
QUA|6|MAI|2009 Anunciadas a fusão das montadoras alemãs Volkswagen e Porsche. Se aprovada pelo conselho das duas empresas, a associação concluirá um processo de união que começou em 2006, quando a Porsche adquiriu a maioria das ações da Volks.
a quimioterapia para evitar a reincidência de um linfoma pela autora de novelas Glória Perez. Em 18 de abril, ela foi submetida a uma cirurgia para retirada do tumor na tireoide. O câncer foi classificado como do tipo não Hodgkin, igual ao extirpado em março pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Como Dilma, Glória Perez descobriu a doença na fase inicial e tem mais de 90% de chance de cura.
QUI|7|MAI|2009
Apresentado
SEX|8|MAI|2009 Confirmados
Denunciado
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