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Guia
O Livro do Chá, escrito no século VIII, é o primeiro documento a tratar o consumo da bebida como uma ciência. Os especialistas se baseiam até hoje em alguns daqueles ensinamentos para o preparo e a degustação de chás. A pedido de VEJA, eles organizaram a lista a seguir, com sugestões que consideram fundamentais. Para escolher bem Pergunte, antes de tudo, a procedência do chá. Características como clima e altitude no local da plantação são determinantes da qualidade. Duas das regiões produtoras das melhores espécies são Darjeeling, no nordeste da Índia, notória pelos chás pretos, e Uji, cidade japonesa aos pés do Monte Fuji cuja especialidade são chás verdes Faz sentido saber se o chá em questão resultou da primeira ou da segunda colheita. Numa primeira leva, ele terá sabor suave. Na segunda, o mesmo chá vem com o gosto claramente mais encorpado
Recomenda-se consumi-lo tão logo esteja pronto. Do contrário, um processo de oxidação da bebida estará em curso, e ela perderá suas propriedades originais O gosto de açúcar e adoçantes em geral costuma sobrepor-se ao do chá. É melhor passar sem eles Cada tipo de chá pede uma quantidade específica de água, e essa é uma informação que vem na embalagem. Siga-a à risca Tal qual a dos vinhos, a degustação de chás também melhora quando é acompanhada da comida certa. Os verdes ou as infusões frutadas combinam com doces e frutas. Chás pretos ou defumados vão bem com queijos
Os apreciadores da bebida classificam os três utensílios abaixo como "de primeira necessidade" para o preparo de um bom chá:
* Os preços, calculados com base nos das melhores marcas, expressam a média do mercado
Com
reportagem de Camila Pereira
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