Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 755 - 12 de junho de 2002
Holofote

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo



rm>


Crie seu grupo




 

CUT COR-DE-ROSA

Antonio Milena


A Parada Gay de São Paulo reuniu grande quantidade de sindicalistas da CUT. Muitas bandeiras da central dos trabalhadores foram vistas ao lado das faixas coloridas que simbolizam o movimento GLS. Atualmente presidida por João Felício, a CUT mantém há dez anos um núcleo que discute a questão do homossexualismo no meio sindical. Em pesquisa recente feita com 1.200 dirigentes da entidade, 9% dos cutistas responderam que eram homossexuais.

 

PUBLICIDADE DE RESULTADOS


Lalo de Almeida


Enquanto Nizan Guanaes e Duda Mendonça disputam para ver quem conseguirá eleger seu candidato, o publicitário Eduardo Fischer, dono do grupo Total, faz bonito em outra disputa: a das agências mais lucrativas. No recém-publicado ranking Meio & Mensagem, seu grupo aparece em primeiro lugar entre as empresas nacionais do ramo. Com 75 clientes e atuação em seis países, Fischer obteve uma receita de 86 milhões de reais no ano passado.

 

FÔLEGO NA RETA FINAL

Luiz Antonio


O governo FHC termina em sete meses, mas a ministra Anadyr de Mendonça Rodrigues, chefe da Controladoria-Geral da União, está animadíssima. O órgão que ela dirige vem passando por uma reestruturação. Mudou de nome e incorporou a Secretaria Federal de Controle Interno e a Ouvidoria-Geral da União. Ao contrário de muita gente que já está fazendo corpo mole, Anadyr está tão empolgada que cancelou as próprias férias e a de assessores. A ministra não quer perder um só minuto.

 

O PESO DA BUROCRACIA

Raul Junior


O presidente da Varig, Ozires Silva, reclamava na semana passada da dificuldade de empreender no Brasil. Não bastasse a elevada carga tributária, há ainda a burocracia. Ozires citava o processo de abertura da Varig Log, empresa de transporte de materiais. Para poder atuar em todo o território nacional, foi necessário obter um registro por Estado. "Levamos cinco meses para abrir a companhia", conta.

 

REFORÇO NA PROGRAMAÇÃ0

Liane Neves


O Congresso Nacional aprovou alguns dias atrás a emenda constitucional que permite a participação de pessoas jurídicas e estrangeiros no capital social de empresas jornalísticas e de radiodifusão. A medida acaba com uma distorção que existia nesse setor. Até agora, apenas brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos poderiam ser donos de veículos de comunicação. A participação de pessoas jurídicas era limitada ao máximo de 30% do capital. Com as novas regras, empresas pertencentes a brasileiros podem ter até 100% do capital social dos veículos de comunicação e o capital estrangeiro, que antes era vetado, agora é permitido em até 30%, autorização que ainda precisa ser regulamentada por meio de uma nova lei. Com o ingresso de novos sócios, sejam eles estrangeiros ou não, os veículos de comunicação poderão modernizar-se, fazer investimentos na área editorial, em tecnologia ou logística, entre outros setores. A competitividade entre as empresas tende a aumentar, o que beneficia leitores, ouvintes e telespectadores.



Com reportagem de Amauri Segalla, Monica Weinberg,
Ricardo Mendonça e Sheila Grecco



 
 


Foto Eduardo Ortega
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS