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Edição
1 755 - 12 de junho de 2002 |
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Crie
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Crie
seu grupo

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CUT COR-DE-ROSA
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Antonio Milena

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A
Parada Gay de São Paulo reuniu grande quantidade de sindicalistas
da CUT. Muitas bandeiras da central dos trabalhadores foram vistas ao
lado das faixas coloridas que simbolizam o movimento GLS. Atualmente presidida
por João Felício, a CUT mantém há dez anos
um núcleo que discute a questão do homossexualismo no meio
sindical. Em pesquisa recente feita com 1.200 dirigentes da entidade,
9% dos cutistas responderam que eram homossexuais.
PUBLICIDADE DE RESULTADOS
Lalo de Almeida
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Enquanto
Nizan Guanaes e Duda Mendonça disputam para ver quem conseguirá
eleger seu candidato, o publicitário Eduardo Fischer, dono
do grupo Total, faz bonito em outra disputa: a das agências mais
lucrativas. No recém-publicado ranking Meio & Mensagem,
seu grupo aparece em primeiro lugar entre as empresas nacionais do ramo.
Com 75 clientes e atuação em seis países, Fischer
obteve uma receita de 86 milhões de reais no ano passado.
FÔLEGO NA RETA FINAL
Luiz Antonio
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O
governo FHC termina em sete meses, mas a ministra Anadyr de Mendonça
Rodrigues, chefe da Controladoria-Geral da União, está
animadíssima. O órgão que ela dirige vem passando
por uma reestruturação. Mudou de nome e incorporou a Secretaria
Federal de Controle Interno e a Ouvidoria-Geral da União. Ao contrário
de muita gente que já está fazendo corpo mole, Anadyr está
tão empolgada que cancelou as próprias férias e a
de assessores. A ministra não quer perder um só minuto.
O PESO DA BUROCRACIA
Raul Junior
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O
presidente da Varig, Ozires Silva, reclamava na semana passada
da dificuldade de empreender no Brasil. Não bastasse a elevada
carga tributária, há ainda a burocracia. Ozires citava o
processo de abertura da Varig Log, empresa de transporte de materiais.
Para poder atuar em todo o território nacional, foi necessário
obter um registro por Estado. "Levamos cinco meses para abrir a companhia",
conta.
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REFORÇO
NA PROGRAMAÇÃ0
Liane Neves
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O Congresso Nacional aprovou alguns dias atrás a emenda constitucional
que permite a participação de pessoas jurídicas
e estrangeiros no capital social de empresas jornalísticas
e de radiodifusão. A medida acaba com uma distorção
que existia nesse setor. Até agora, apenas brasileiros natos
ou naturalizados há mais de dez anos poderiam ser donos de
veículos de comunicação. A participação
de pessoas jurídicas era limitada ao máximo de 30%
do capital. Com as novas regras, empresas pertencentes a brasileiros
podem ter até 100% do capital social dos veículos
de comunicação e o capital estrangeiro, que antes
era vetado, agora é permitido em até 30%, autorização
que ainda precisa ser regulamentada por meio de uma nova lei. Com
o ingresso de novos sócios, sejam eles estrangeiros ou não,
os veículos de comunicação poderão modernizar-se,
fazer investimentos na área editorial, em tecnologia ou logística,
entre outros setores. A competitividade entre as empresas tende
a aumentar, o que beneficia leitores, ouvintes e telespectadores.
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Com
reportagem de Amauri Segalla, Monica Weinberg,
Ricardo Mendonça e Sheila Grecco
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