Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 755 - 12 de junho de 2002
Carta ao leitor

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

O peso do presidente


Paulo Jares
FHC, em 1995, recebendo a faixa de Itamar: até onde vai o poder presidencial?

O Brasil construiu uma história republicana das mais agitadas. Desde a Proclamação da República até os dias de hoje, escreveram-se sete constituições e computaram-se nove intervenções militares. Dos 33 presidentes, dez não completaram o mandato. Destes, quatro foram depostos por golpes, três morreram, dois renunciaram e um sofreu impeachment. Do total de presidentes, apenas quinze foram escolhidos pelo voto direto. No caso brasileiro, pode-se dizer que as turbulências políticas, mesmo indicando claramente a existência de desajustes, funcionaram a longo prazo como um processo de construção da democracia em que o país vive atualmente.

Houve um tempo em que a vontade popular valia muito pouco, quase nada. Durante a República Velha, a manipulação dos políticos era tamanha que apenas 3% dos que poderiam votar eram chamados a colocar o voto na urna. Mais recentemente, o processo se inverteu e foi a opinião pública que praticamente arrancou do Congresso Nacional o impeachment de Fernando Collor, indignada com as denúncias de corrupção em seu governo.

O amadurecimento da vida política nacional é contínuo e a velocidade com que ocorre está ligada a vários fatores, entre eles um indivíduo em particular, o presidente da República. Esse é o tema da reportagem especial que VEJA preparou para esta edição. Afinal, até onde vai o poder presidencial? Com a ajuda de duas dezenas de historiadores, a equipe da revista conta como a personalidade de cada um dos presidentes interferiu nos destinos do país. Atualmente, as instituições construídas ao longo da história brasileira são muito mais sólidas do que foram quando o país não passava de uma sociedade rural. Ainda assim, a formação dos presidentes, seu temperamento, sua visão, seu projeto de nação e suas escolhas continuam definindo uma parte significativa do destino nacional. Esse é um dado que adquire mais relevância às vésperas de uma eleição presidencial como a que se prepara.

 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS  
bgcolor="#CCCCCC">