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as notas
Washington
Nem a farda estrelada livrou a general
Reuters
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Claudia Kennedy:
assédio sexual |
O governo americano faz o que pode para evitar o assédio
sexual nos quartéis –
em vão. Desta vez foi a mulher mais estrelada do
país, a general Claudia Kennedy, de 52 anos, que
apresentou queixa contra um colega, o general Larry Smith.
Ela afirma que ele avançou o sinal dentro do próprio
gabinete no Pentágono, em 1996. O caso só
foi confirmado pelo Exército na semana passada, depois
de revelado por um jornal de Washington. E não foi
o único. Enquanto subia na carreira, Claudia diz
ter sido abordada por todo tipo de superior hierárquico,
incluindo um almirante. O general acusado tinha sido indicado
para assumir o cargo de vice-chefe do departamento responsável
pela investigação de casos de assédio
sexual. Por via das dúvidas, a promoção
foi congelada. Talvez conter a libido do pessoal fardado
seja mesmo uma missão impossível.
Buenos
Aires
As melhores carnes argentinas
Os pecuaristas argentinos realizaram a proeza de juntar
num único título honorífico dois motivos
de orgulho nacional para exportação: desde
a semana passada, a badaladíssima modelo Valeria
Mazza é a embaixadora da agropecuária do país.
Sua missão, aceita com orgulho patriótico,
será propagandear mundo afora as virtudes das carnes
dos pampas. Tacada de mestre dos criadores de gado, que
sabem que a carne é fraca...
Seattle
Em busca da boa descarga
Sergio Valente
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Durante a lei seca, os americanos arriscavam a vida para
contrabandear uísque do Canadá. A fronteira
entre os dois países é hoje cenário
de outro tipo de comércio discreto: o de vasos sanitários.
A razão desse inusitado intercâmbio é
uma lei que, por razões ecológicas, limita
a vazão de água nos aparelhos produzidos no
país. Como a legislação nada diz sobre
a importação de artigos para banheiro, muitos
atravessam a fronteira para comprar bacias com descargas
mais potentes. Ironicamente, são peças fabricadas
nos Estados Unidos só para exportação.
Dinastias
de ditadores
O chanceler sírio admitiu
na semana passada que o filho do presidente Hafez
Assad está no páreo para substituí-lo.
Não é a única sucessão
em família na região:
AFP
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Síria
Bashar Assad tornou-se
o preferido de papai Assad para suceder a ele na Presidência
depois da morte do primogênito, Basil, num acidente
de carro em 1994.
AFP
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Iraque
Saddam Hussein decidiu passar
o poder a Uday, seu filho mais encrenqueiro.
Nas eleições parlamentares de março,
Uday recebeu suspeitíssimos 99,9% dos votos.
Líbia
O escolhido do coronel Muamar
Kadafi é o filho Al-Saadi, que, enquanto a
hora não chega, vai exercitando o gosto pelo
poder dirigindo uma equipe de futebol.
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