DENTES
Plano
de saúde bucal
Vá ao dentista sem medo
de surpresas financeiras
Marcelo Kura
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Os tratamentos dentários tornaram-se mais acessíveis com
os planos odontológicos, que funcionam de forma semelhante aos
planos de saúde. Segundo a Agência Nacional de Saúde
Suplementar, já existem no país 2,6 milhões de usuários
desses planos no país. Com um gasto mensal médio de 13 reais,
qualquer pessoa pode manter o sorriso em dia. "Oitenta por cento das necessidades
dos usuários estão incluídas na cobertura de um plano
básico", diz o presidente do sindicato que congrega as empresas
de odontologia de grupo, Carlos Roberto Squillaci. A cobertura odontológica
já é o terceiro benefício mais comum no pacote de
salário indireto fornecido pelas empresas. Para conquistar novas
adesões, os planos oferecem coberturas adicionais, como o tratamento
ortodôntico e próteses. Os convênios empresariais são
isentos de carências, o que não ocorre com os individuais,
em que os tratamentos não urgentes só são cobertos
depois de três meses. Evidentemente, os procedimentos caros de verdade
não têm cobertura.
SAÚDE
BOA
NOTÍCIA
Abacaxi contra tumores
Marcelo Cabral
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Uma proteína extraída do abacaxi é capaz de matar
células cancerosas. A descoberta foi feita por cientistas do Oncosense,
um centro de estudos tecnológicos em Cambridge, Inglaterra. Eles
observaram a alta eficácia de uma substância apelidada de
CCX2 na inibição do crescimento de tumores ovarianos e outros.
De acordo com a pesquisadora Janette Thomas, os testes da substância
em seres humanos estão em fase inicial. Por enquanto, o que se
sabe com certeza é que a fruta tem efeito diurético e contém
vitamina C, fibras solúveis e magnésio.
MÁ
NOTÍCIA
O
risco dos distúrbios alimentares
Apenas
9% dos pacientes com anorexia e bulimia nervosa (mulheres jovens, em sua
maioria) recebem o tratamento adequado, de acordo com estimativa da Associação
dos Distúrbios Alimentares do Reino Unido. Segundo os especialistas
da organização, além da dificuldade em diagnosticar
o problema, não há um consenso entre os médicos para
prover uma terapia eficiente, que deve seguir uma rotina multidisciplinar,
com envolvimento de psicólogos e nutricionistas. Sem tratamento,
os distúrbios alimentares podem levar a infertilidade, osteoporose,
falência cardíaca, comportamento autodestrutivo, abuso de
álcool e suicídio.
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