|
Segundo turno
ANTES
"Nós vamos ganhar
essas eleições domingo, e, se alguém
achar que vai para o segundo turno, pode esperar para
concorrer em 2010. Porque esta nós já
matamos no primeiro turno. Dia 1º de outubro é
dia de a onça beber água, e essa oncinha
está com sede."
Em comício no interior
de São Paulo, oito dias antes do primeiro turno
DEPOIS
"Não
venci porque não venci. Não tinha eleição
ganha. O fato concreto é que faltou voto para
a gente ganhar no primeiro turno."
Em entrevista
coletiva, um dia depois da votação
As fotos do dinheiro
ANTES
"Ou ele (Edmilson Bruno,
delegado da Polícia Federal que divulgou as fotos
do dinheiro do dossiêgate) fez de má-fé
ou está mancomunado com alguém."
Dia 30 de setembro, em entrevista a jornalistas
em São Bernardo do Campo
DEPOIS
"Se o fato (o dossiêgate)
aconteceu, ele tem de ser mostrado. O fato concreto
é que tinha o dinheiro, tinha a fotografia. Poderia
ter sido mostrada no dia, poderia ter sido mostrada
quando bem entendesse."
Dia 2 de outubro, na entrevista coletiva
Imprensa
ANTES
"Se a nossa querida imprensa
brasileira tivesse tido comigo 10% da condescendência
que teve com o primeiro mandato de Fernando Henrique
Cardoso, hoje eu teria 70% dos votos nestas eleições.
Poucas vezes na história do país um presidente
foi tão massacrado como eu fui."
Dia 25 de setembro, em comício em Porto
Alegre
DEPOIS
"Todo mundo se queixa
da imprensa. Mais dia, menos dia o político tem
uma queixa. A imprensa tem um papel muito importante
na conquista da democracia."
Dia 2 de outubro, na entrevista coletiva
Collor
ANTES
"Muita coisa vai melhorar.
O que não vai melhorar é a política.
Se acontecer o que está parecendo, vai piorar.
O Paulo Maluf se eleger deputado, o Fernando Collor
se eleger, o Clodovil se eleger..."
Dia 18 de setembro, em entrevista durante viagem
de campanha
DEPOIS
"Com a experiência
que ele (Collor) tem de presidente da República,
certamente poderá, se quiser, fazer um trabalho
excepcional no Senado."
Dia 2 de outubro, na entrevista coletiva
Congresso
ANTES
"Staub (o empresário
Eugênio Staub), não acorde o demônio
que tem em mim, porque a vontade que dá é
fechar esse Congresso e fazer o que é preciso."
Dia 14 de setembro,
em um jantar com empresários em Brasília
DEPOIS
"O Congresso é
a caixa de ressonância da consciência política
da sociedade no dia da votação."
Dia 2 de outubro, na entrevista coletiva
"Candidato dos pobres"
ANTES
"Estou ganhando porque
o povo descobriu que um igual pode fazer por ele o que
um diferente não conseguiu fazer. (...) A única
frustração que eu tenho é que os
ricos não estejam votando em mim. Porque eles
ganharam dinheiro como ninguém no meu governo."
Dia 18 de setembro, em entrevista durante viagem
de campanha
DEPOIS
"Alguém quer vender
isso: dividir o Brasil entre pobres e ricos. A sociedade
brasileira e a cultura brasileira não aceitam
essa divisão."
Dia 2 de outubro,
na entrevista coletiva
Debate
ANTES
"Hoje estou convencido
de que minha decisão (de não ir ao
debate) foi certa. O povo assistiu e viu o nível
do debate que meus adversários queriam fazer."
Dia 29 de setembro, em ato de campanha realizado
em São Bernardo do Campo
DEPOIS
"Não tenho ainda
uma aferição para medir se eu deveria
ter ido ou não, não tenho pesquisa. (...)
Vamos ter oportunidade agora de ter debate, vai ser
mais esclarecedor."
Dia 2 de outubro, na entrevista coletiva
Dossiêgate
ANTES
"Primeiro, nós
temos que levar em conta a quem interessa, nessas alturas
do campeonato, melar o processo eleitoral no Brasil.
(...) Por que alguém que quer me ajudar faria
um ato insano desses? É importante lembrar que
os que estão me acusando agora faz mais ou menos
dois anos que não querem que eu participe da
reeleição."
Insinuando a existência de uma suposta
armação da oposição no caso
do dossiêgate, em entrevista dada no dia 19 de
setembro
DEPOIS
"Eu quero saber quem arquitetou
essa obra de engenharia para atirar no próprio
pé."
Assumindo que seu
próprio partido estava por trás do escândalo,
na entrevista coletiva do dia 2 de outubro
|