Edição 1866 . 11 de agosto de 2004

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Bagagem na medida

Antes de arrumar as malas para uma viagem internacional, deve-se checar quais as regras da companhia aérea e do país de destino com relação à bagagem que é permitido levar. Elas variam e, se descumpridas, podem significar despesas inesperadas. De acordo com o Departamento de Aviação Civil, as principais regras para excesso de bagagem são:  

Destino: Canadá, Estados Unidos, Pacífico Sul, Ásia via Oceano Pacífico, África do Sul, Hong Kong, Bangcoc, Europa e Oriente Médio.
Sistema: por peça. Cada passageiro tem direito a levar duas malas. Cada uma pode pesar até 32 quilos. A soma das medidas da largura, altura e comprimento não pode exceder 158 centímetros. Crianças que não ocupam assento dão direito a mais uma peça de 115 centímetros na soma das medidas e um carrinho ou cesta.
Multa: calculada por peça excedente, dependendo do destino: Japão e Coréia, 175 dólares; Europa, 120 dólares; Miami, 75 dólares; outros aeroportos americanos, 85 dólares. Se há também excesso de peso, a multa dobra.

Destino: América Central e do Sul, México, África (exceto África do Sul), Austrália, Japão e Coréia via Oceano Atlântico.
Sistema: por peso. Para a primeira classe, o limite é de 40 quilos; para a executiva, 30 quilos; para a econômica, 20 quilos. Crianças de colo dão direito a mais 10 quilos e um carrinho ou cesta.
Multa: 1% do valor da passagem da classe executiva por quilo de excesso.

Bagagens especiais
Instrumentos musicais, equipamentos esportivos e de filmagem são itens especiais, com regras específicas para o embarque. Para pranchas de surfe, por exemplo, chega-se a cobrar metade da tarifa de excesso, no sistema por peça.

Bagagem de mão
A regra geral é aceitar uma mala de até 5 quilos e no máximo 115 centímetros na soma das três medidas. Algumas empresas permitem até 18 quilos.

ATENÇÃO
• Se há uma conexão com mudança de classe ou de companhia, a regra para as bagagens pode mudar.

• Materiais inflamáveis, gases comprimidos, armas, fogos de artifício, facas, canivetes, alicates e tesouras não podem ser levados na bagagem de mão.

• A maioria das companhias não se responsabiliza por danos em aparelhos eletrônicos pequenos despachados na bagagem. Leve-os na mala de mão.

Para afiar a memória

No recém-lançado Aprenda a Usar a Memória (Publifolha, 33 reais), o americano Dominic O'Brien, oito vezes vencedor do Campeonato Mundial de Memorização, ensina técnicas para não esquecer mais nada, incluindo nomes de conhecidos. "Nesse caso, o segredo consiste em vincular a fisionomia, o nome e o local em que se conheceram, num encadeamento", diz. Além de prescrever exercícios, Dominic destaca cinco maneiras para fazer a memória funcionar bem. Eis esses itens e uma livre interpretação sobre como usar cada um deles:

1. IMAGINE. É difícil recordar-se de coisas de pouca importância, como detalhes menores de uma lista de compras. Uma saída para estimular a lembrança é dar vida, mentalmente, a objetos inanimados – como pensar em latas de sardinha capazes de voar. Assim, elas se tornam inesquecíveis.

2. ASSOCIE. Vale tudo nesse capítulo. Se um sobrenome lembra um passarinho, marque esse detalhe. Se o nariz de alguém é engraçado, transforme-o – em segredo – num apelido colado ao primeiro nome da pessoa. Ninguém se esquece de um "João Nariz".

3. CONCENTRE-SE. Quem nunca se lembra de onde deixa as coisas deve esforçar-se para transformar o momento de guardar algum objeto numa situação especial. Assim, a chave do carro será posta em algum lugar por uma razão específica, que depois será facilmente lembrada.

4. OBSERVE. Ao perder alguns minutos examinando a disposição dos papéis sobre a mesa, a ordem dos livros na prateleira ou a organização de objetos nas gavetas, você estará ganhando muitos outros na hora de encontrar algo nesses lugares.

5. REVISE. Repetir e decorar não está fora de moda. Quem decorou aquelas fórmulas do colégio pode muito bem continuar usando essa capacidade para recordar o nome de uma música ou o setor do estacionamento em que deixou o carro.

 
 
 
 
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